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:: 23/out/2017 . 16:48

PLANO SAFRA e INVASÃO DE PROPRIEDADES

Luiz Henrique Uaquim – Foto: Google

Que a política ideológica pelas invasões de terras contribuiu para quebrar o nosso país, não restam dúvidas. Assim, quadrilhas organizadas, com objetivos políticos definidos, promovem a bagunça que melhor lhes convém, levando ao caos, o setor que tem honrado os resultados da nossa balança comercial: o Agronegócio.
Planejar e oferecer aos produtores agrícolas, meios de gerar emprego e renda, contribuindo para o crescimento do país, deve ter mais do que um PLANO SAFRA, mais do que linhas de crédito; é preciso outrossim, que o governo garanta a quem trabalha e produz, a segurança da sua propriedade, bem como o escoamento e a liberdade de venda dos seus produtos.
Logo, as invasões de terras por grupos organizados, infestados de vagabundos e oportunistas, têm nome e apadrinhamentos, o que representa um acinte a toda cadeia produtiva, e ao Estado democrático de direito, à luz do qual se norteia a nossa sociedade.
Essa ideologia da invasão deve ser banida, para que o Estado volte a crescer, e o agronegócio possa ser um dos pilares a sustentar essa recuperação. A manutenção da ordem e da segurança do Estado não pode caber ao produtor, desarmado e indefeso, mas, ao próprio Estado.
Por conseguinte, ficam comprometidos pela insegurança, os caros recursos investidos no Plano Safra. Caros a todo o povo brasileiro.
Acreditamos que o MAPA, junto ao Ministério da Justiça, devam buscar, de imediato, soluções que assegurem aos produtores, a garantia de produzirem, evitando, assim, que sejam desapossados, como se nulos fossem seus títulos de propriedade. As invasões ameaçam a governabilidade e afrontam aqueles que pagam impostos, trabalham e produzem.
Luiz Henrique Uaquim
Diretor da UDP – união em defesa da propriedade

Oito em cada 10 brasileiros não seguem orientação religiosa ao votar

Publicado em 23/10/2017 às 10h40. Fonte: Bahia.ba

Urna eletrônica.

Em pesquisa feita pelo Datafolha e divulgada nesta segunda-feira (23), números mostram que minorias são influenciadas pela religião na hora de decidir seu candidato

 Oito em cada dez brasileiros não seguem seus líderes religiosos na hora de apertar o botão nas urnas. A pesquisa foi feita pelo Datafolha e divulgada nesta segunda-feira (23) no jornal Folha de S. Paulo.

De acordo com o levantamento geral, 19% dos entrevistados consideram votar em candidatos apoiados por seus líderes religiosos. Entre os evangélicos a proporção cresce e chega a 26%. Já entre os católicos a taxa é de 17%.

Foram entrevistadas 2.722 pessoas em 194 cidades, entre os dias 27 e 28 de setembro.

AGRURAS DE UMA CIDADE ERÓTICA!

PONGAR – UMA COISA DIFÍCIL DE CONTINUAR ACONTECENDO!

Estamos de olho…

Coisa de preguiçoso e treiteiro…



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