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:: 15/out/2017 . 18:45

A IMPÁVIDA FEIRINHA DO GUANABARA!

Na rua Firmino Elói, desde que foi implantada a Feirinha do Guanabara, nenhum Prefeito conseguiu tirá-la de lá.

Eu disse NENHUM mesmo.

Alguns tentaram e recuaram pelo desgaste, outros procuraram melhorar com a padronização das barracas, e uma limpeza sistemática da área.

Vamos ver o que acontece com esta faraônica e nova tentativa…

Foto colhida no Google.

Setor atacadista e distribuidor do Nordeste reuniu cerca de duas mil pessoas na Bahia

 

Encontro terminou neste domingo (15) em Guarajuba, litoral norte baiano

O setor atacadista e distribuidor do Nordeste, que movimenta mais de R$ 65,6 bilhões anuais, reuniu representantes das maiores empresas do ramo, no 1º Encontro dos Agentes de Distribuição da região, encerrado neste domingo (15) na Bahia. O evento, que começou no último dia 12, no Vila Galé Marés Resort, em Guarajuba, no litoral norte, contou com a presença de cerca de duas mil pessoas, incluindo representantes da indústria e do varejo, fornecedores, autoridades e lideranças ligadas às entidades do segmento.

Antônio Cabral, presidente da Associação dos Agentes de Distribuição da Bahia (ASDAB), entidade anfitriã, destacou a importância do evento, que aconteceu conjuntamente com o 15º Encontro dos Agentes de Distribuição da Bahia. “Entregamos conhecimento, negócio e entretenimento equilibrado”, afirmou, ao destacar as oito palestras realizadas e a Feira de Negócios, que contou com participação de 53 empresas dos setores industrial e de serviços.

Palestras – As mudanças na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), que entrarão em vigor em 11 de novembro, foram apresentadas durante palestra do juiz do Trabalho da 5ª Região, Daniel Gaspar. O público presente ouviu com atenção sobre os impactos da nova lei 13467/17, que apresenta diversas novidades nas relações entre empregadores e empregados. Já o comentarista político da Globo News e do Portal G1, jornalista Gerson Camarotti, falou sobre o atual cenário político e as perspectivas até o próximo ano, quando acontecem novas eleições. Ele discorreu sobre questões como governabilidade, Governo Temer, Operação Lava Jato e a força da democracia brasileira.

Na Bahia, o setor atacadista e distribuidor movimenta anualmente mais de R$ 11,7 bilhões (Nielsen 2016) e gera cerca de 50 mil empregos diretos. As empresas baianas contam com uma frota de cerca de 13 mil veículos, que garantem a distribuição e o fornecimento a cerca de 70 mil pontos de venda, entre pequenos e médios estabelecimentos varejistas que não têm volume de pedidos para adquirir produtos diretamente dos fabricantes. “Se existe um mercadinho ou mercearia nos lugares mais longínquos deste estado é porque existe o distribuidor”, destacou.

Fotos: Jailton Suzart

Associação dos Agentes de Distribuição da Bahia – ASDAB

Assessor de Comunicação – Jornalista Pedro Carvalho
Tel.: (71) 3342.4977 – Cel.: (71) 99165.6391

O TREM FOI E NÃO VOLTOU… – UM CONTO DE EDUARDO KRUSCHEWSKY

 

Eduardo Kruschewsky

Adorava quando ia para a fazenda! Molecote, respeitadíssimo em Ilhéus por suas aprontações, capaz de quebrar um globo de luz das praças ilheenses, apenas com um caroço de mamona.Era um ás no bodoque e o terror dos adversários nas “batalhas de turma” quando se engalfinhava com outros meninos por mera disputa para ver quem era o melhor, “porradeiro” como ninguém, diziam… Aprendeu com o velho Dete, mestre na arte, a pegar passarinho no alçapão. Era chegar na roça e preparava a armadilha que colocava no meio do mato. Do velho roceiro, assimilou, também, a capacidade de ficar horas inteiras, imóvel, escondido, esperando o bichinho cair na armadilha. Daí a pouco, era capaz de ouvir os mosquitos zunindo, mas longe dele. É que tinha um método capaz de evitar que os insetos o atacassem. Era “batata”: a poucos metros do sítio escolhido para a campana, defecava e, daí a pouco, atraídos pelo fedor das fezes devidamente mexidas pelo peralta, os incomodativos companheiros de espera iam para os excrementos,esquecendo-se dele. Menino criado no interior, sabia de cor e salteado, as histórias de lobisomem, mula sem cabeça e outros seres mitológicos que se hospedavam nas fazendas de cacau da sua Ilhéus. Assim, mesmo meio descrente, não custava nada e, pelo sim pelo não, quando ia caçar ou passarinhar, colocava um pedacinho de fumo num toco, em oferta à “Comadre” (também chamada de caipora). Diziam os velhos caçadores que ela gostava de pitar seu cachimbinho e, distraída, “esquecia” de encantar os caçadores…Por vezes, os danadinhos demoravam de vim buscar o pedaço de banana ou a casca de abacaxi, dentro do alçapão e o garoto, orientado pela altura do sol, via que chegava a hora do almoço… Levantava, apressado e mesmo gostando de ficar ali, misturado com a natureza, não podia se atrasar: Nenem, a cozinheira,que ajudara a criar ele e os irmãos, sabia onde estava e, com certeza, viria buscá-lo e o levaria pendurado pela orelha… O menino, então, metia dois dedos na boca e deixava sair dali cantos maviosos de bem-te-vis, curiós, assanhaços, uma verdadeira passarinhada. Era supimpa e infalível! Daí a pouco, dois, três, muitos passarinhos eram atraídos e caiam fácil, fácil na armadilha. Em tom de mofa, para não se dar por vencido,costumava dizer que não tinha orelha para negra desassuntada nenhuma puxar. Mas, tudo de molecagem, pois adorava a negra retinta que sempre lhe enchia de mimos e que contava histórias na hora de dormir, com trejeitos e entonações de voz, fazendo tudo parecer verdadeiro.Os muitos pássaros capturados eram comercializados com outros meninos, ou dava ao pai de presente, já que o “velho” gostava de cuidar de aves e gaiolas.

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Com fim do imposto sindical, projeto de Bebeto propõe outra forma de contribuição

Sábado, 14 de Outubro de 2017 – 14:00

Fonte: Bahia Notícias

Foto: Agência Câmara

Já sem esperança de que o governo federal proponha alguma alternativa para o fim do imposto sindical, centrais que defendem a obrigatoriedade apoiam agora um novo projeto de lei que cria outra forma de contribuição. O texto, de autoria do deputado federal Bebeto (PSB-BA), já está na Câmara. Segundo informações do blog Painel, da Folha de S. Paulo, com aprovação de assembleias de cada categoria, a taxa prevista seria cobrada a todos os trabalhadores, sejam eles sindicalizados ou não. No entanto, a falta de apoio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), representa um entrave para o trâmite da matéria na Casa. Diante disso, de acordo com a publicação, sindicalistas organizam manifestações contra a reforma trabalhista para 10 de novembro – data às vésperas da entrada das novas regras em vigor.

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