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:: 1/set/2017 . 19:53

Sihs firma convênio com 27 municípios da região de Irecê para elaboração de planos municipais

Convênio com 27 municípios.

Tratar água e esgoto para prevenir doenças, promover saúde e proporcionar qualidade de vida. Com este intuito a Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (Sihs) firmou nesta sexta-feira (1), convênios de cooperação com 27 municípios da região de Irecê, de forma a contribuir para a elaboração dos Planos Municipais de Saneamento Básico (PMSB), conforme manda a lei federal de nº 11.445/2007.

Na lista estão: América Dourada, Barra do Mendes, Barro Alto, Carfanaum, Canarana, Central, Gentio do Ouro, Ibipeba, Ibititá, Irecê, Itaguaçu da Bahia, João Dourado, Jussara, Lapão, Miguel Calmon, Morro do Chapéu, Mulungu do Morro, Mundo Novo, Ourolândia, Piritiba, Presidente Dutra, São Gabriel, Souto Soares, Tapiramutá, Uibaí, Umburanas e Várzea Novo.

Presente no ato, o secretário de Infraestrutura Hídrica e Saneamento, Cássio Peixoto, ao lado do presidente da Embasa, Rogério Cedraz, destacou que essa celebração, através de gestão associada com a Embasa e entes federados possibilitará o fortalecimento do pacto federativo brasileiro de saneamento.

“Afinal, proporcionarão não apenas a prestação dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário,  mas viabilidade técnica e econômica-financeira, com metas estabelecidas e acima de tudo investimentos, que serão revestidos  em serviços de excelência com sustentabilidade, contribuindo para a universalização e melhora da qualidade de vida”, comemorou Peixoto, frisando que  a Embasa e a Agência Reguladora de Saneamento Básico do Estado da Bahia (Agersa), bem como técnicos da Sihs e da Companhia de Engenharia Hídrica e de Saneamento da Bahia (Cerb), terão papéis fundamentais neste processo.“Todo suporte técnico para que os componentes: abastecimento de água potável e esgotamento sanitário sejam cumpridos será dado por nós”, garantiu o titular da Sihs.

Nesta mesma linha, as cidades de Acajutiba, Aporá, Cardeal da Silva, Crisopólis, Esplanada, Inhampube, Itapicuru, Jandaíra, Pojuca, Ribeira do Pombal, Rio Real, Conde, Entre Rios, Nova Soure, Olindina, Cipó, Itanagra, Ouriçangas, Tucano, Pedrão, Ribeira do Amparo, Aramari, Sátiro Dias, Vitória da Conquista, Irará, Ipecaetá, Antônio Cardoso, Rafael Jambeiro, Santanópolis, Santa Bárbara, Tanquinho, Água Fria, Santo Estevão, Conceição do Jacuípe, Coração de Maria, Amélia Rodrigues, Terra Nova, Teodoro Sampaio, São Gonçalo dos Campos, Conceição de Feira, Serra Preta,  Anguera e Conceição do Coité, estão tendo todo aparato do Governo do Estado à disposição.

ASCOM SIHS – 3115 – 6214 / 6218 

O VENENO DA NOITE!

Galego tem em todo lugar.

Alguns são traquinos no mundo…

COISA QUE JÁ ACONTECE EM ILHÉUS!

O Prefeito Mário Alexandre, está matando o comércio de Ilhéus, permitindo que todas as compras da Prefeitura sejam feitas fora do município.

Entretanto, oferece a perspectiva de um clube para diversão dos comerciários.

Durma com um barulho desse…

Reunião no Sesc

OLHA O PORTO SUL E A FERROVIA CHEGANDO AÍ!

Sorry GUETO DO ATRASO.

 

COISA QUE NUNCA VAI ACONTECER EM ILHÉUS!

Deus livre e guarde nossa Ilhéus de uma coisa desta.

Parente forasteiro semi-graduado, pedindo propina para empreiteira…

Deus não abençoa uma coisa dessa.

ILHÉUS VAI PARAR!

Não é por alguma manifestação.

É pela incompetente administração municipal.

Além das motos da foto abaixo, fomos informados que todos os veículos que servem ao status quo, estão com o licenciamento vencidos.

Ao menos que o importado de Itabuna(mais um) faça algum milagre, vamos ver o adágio, casa de ferreiro espeto de pau, ao pé da letra.

Motos e veículos.

GENERAL VILLAS BÔAS: “PAÍS TRATA A AMAZÔNIA COMO COLÔNIA”. ===>>>19-11-2013<<<===

BLOG DO AMBIENTALISMO

Posted: 19 Nov 2013 09:18 AM PST

O Brasil trata a Amazônia como uma colônia, sem integrá-la ao País e desconhecendo a sua realidade e os seus enormes potenciais. Para o general-de-divisão Eduardo Villas Bôas, titular do Comando Militar da Amazônia (CMA), esta é uma das principais causas da desorientação que prevalece no restante do País em relação à região.

Em entrevista à Folha de S. Paulo de 19 de outubro, Villas Bôas, que ocupa o posto desde 2011, fez críticas à política indigenista do governo federal e à atuação das ONGs ambientalistas e indigenistas na região, embora tenha evitado se contrapor à orientação oficial. A seguir, apresentamos as principais considerações do oficial:

FSP – Brasília sabe o que acontece na Amazônia?

EVB – Na parte da defesa até sabe. O que ocorre é que, em pleno século XXI, o país não completou sua expansão interna. Temos metade do nosso território a ser ocupado, integrado à dinâmica da sociedade. A Amazônia, como não está integrada ao país, não há conhecimento no sul da sua realidade, seu potencial. É como se fosse uma colônia do Brasil. Ela não é analisada, interpretada, estudada e compreendida numa visão centrada da própria Amazônia. Isso nos coloca numa posição periférica.

FSP – Quais são as principais necessidades da população local?

EVB – As reais necessidades da população da Amazônia chegam ao centro-sul de maneira distorcida. Com isso, monta-se uma base de conhecimento desfocada, com soluções não apropriadas. A população, principalmente no interior, não tem necessidades básicas atingidas. Em grande parte, não há nenhuma presença do governo do Estado. Em algumas áreas as Forças Armadas são essa única presença.

FSP – O material humano e financeiro atual do comando militar é suficiente para monitorá-la? :: LEIA MAIS »

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