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:: jul/2017

Governo investe R$ 6,19 milhões em abastecimento de água em Itiúba e Filadélfia

 Com a execução de aproximadamente 37 km de adutora, o Governo do Estado, através da Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (Sihs), beneficiou 19.684 moradores da sede de  Itiúba e das localidades de Fazenda Fechada e Várzea Formosa e mais cinco distritos  do município de Filadélfia (Riacho do Mulungu, Carrapato, Mossoroca, Morrinhos e Cabeça de Vaca), com a ampliação do Sistema de abastecimento de água em Itiúba e integração ao sistema de Senhor do Bonfim.

A captação será feita na Barragem de Ponto Novo. O investimento foi da ordem de R$ 6,19 milhões, oriundos do PAC II.  O governador Rui Costa e o secretário de Infraestrutura Hídrica e Saneamento participarão da cerimônia de entrega na segunda-feira (31). “Foram 229 ligações de água e, sem dúvida esse empreendimento é de fundamental importância para a população dessas oito localidades, possibilitando um incremento de vazão na produção de água tratada, reivindicação antiga da população, comemorou o secretário, Cássio Peixoto, explicando que os serviços executados para a ampliação do abastecimento fazem parte da obra de Ampliação do sistema integrado (SIAA) de Senhor do Bonfim. “E com a obra, o município de Itiúba será abastecido diretamente da ETA de Ponto Novo”.

ASCOM SIHS

3115 – 6214 / 6218

CÂMARA DE VEREADORES OU UM VIVEIRO DE MICOS?

Câmara de Vereadores de Ilhéus

ANAC ASSINA CONTRATO DE CONCESSÃO DE AEROPORTOS LEILOADOS EM MARÇO

28/07 – 19h32m Fonte: Bahia Econômica

Imagem Google

 

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que assinou nesta sexta-feira (28) os contratos de concessão dos aeroportos de Porto Alegre, Salvador, Florianópolis e Fortaleza, leiloados em março.

Os contratos foram assinados com a francesa Vinci (Salvador), a alemã Fraport (Porto Alegre e Fortaleza) e a suíça Zurich (Florianópolis).

De acordo com a agência, com a assinatura dos contratos as empresas têm até o final do dia para depositar R$ 1,46 bilhão. O valor corresponde a 25% da outorga, acrescido do ágio ofertado por elas no leilão.

Outorga é um bônus que empresas oferecem ao governo pelo direito de explorar um bem público.

Os outros 75% da outorga serão pagos em parcelas anuais, durante a concessão. No total, o governo arrecadou R$ 3,72 bilhões com o leilão. Com a assinatura dos contratos, tem início a fase de transição. Só depois desse período, que no total pode durar até 18 meses, é que as concessionárias assumem os aeroportos.

DIÁRIO OFICIAL DO DIA 28-07-2017

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O VENENO DA NOITE!

Temos empresas ecléticas, que vão de fabricação de helicópteros a festa de batizado de anão.

Tempo de alegria…

TRAQUINAGENS E FESTAS!

Fazer traquinagens em cidades pequenas é mais fácil do que em cidades maiores.

Nas cidades maiores tem pessoas que pensam, investigam, e descobrem tudo.

A REGULAÇÃO DO SUS EM ILHÉUS, TEM DUPLO COMANDO?

Um comando para Ilhéus?

E um comando para cidades vizinhas?

Duplo comando

FALSOS MITOS DA FOME: O BRASIL ESTÁ ALIMENTANDO MAIS DE UM BILHÃO DE PESSOAS.

A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante

Luis Dufaur

Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs

A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante (dados finais de 2015), sendo que um resultado abaixo de 250 kg/pessoa/ano significa insegurança alimentar que conduz a importar alimentos.

Em 2014, um país altamente industrializado como a Coreia do Sul importou US$ 27 bilhões em alimentos, o Japão US$ 68,9 bilhões e a China US$ 105,2 bilhões.

Estes e outros dados impressionantes foram reunidos por Evaristo de Miranda, pesquisador e dirigente da EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), em artigo publicado  na “Revista Agro DBO”.

Eles desfazem os mitos catastrofistas e miserabilistas do movimento ambientalista-comunista sobre um falso esgotamento dos recursos do planeta, um fantasioso excesso de habitantes e uma pregação eclesiástica comunistoide pela redistribuição da terra e aos recursos naturais.

Já se pode definir a missão do Brasil como sendo a de saciar a fome do planeta, diz Evaristo de Miranda com os aplausos dos nutricionistas. A fome será um problema, mas não do Brasil.

Só a nossa produção de grãos é suficiente para alimentar quatro vezes a população brasileira ou mais de 850 milhões de pessoas. 

Mais de 40 milhões de toneladas de frutas por ano. Foto no CEAGESP 1600

Além de grãos, o Brasil produz anualmente cerca de 35 milhões de toneladas de tubérculos e raízes (mandioca, batata, inhame, batata-doce, cará, etc.). Comida básica para mais de 100 milhões de pessoas.

Acrescentem-se mais de 40 milhões de toneladas de frutas, entre as quais 7 milhões de toneladas de banana, ou uma banana/habitante/dia. A laranja e outros citros totalizam 19 milhões de toneladas/ano. E cresce todo ano a produção de uva, abacate, goiaba, abacaxi, melancia, maçã, coco…

Hortaliças?: 10 milhões de toneladas por ano, com uma diversidade impressionante, resultado do encontro da biodiversidade nativa com os aportes de verduras, legumes e temperos trazidos por portugueses, espanhóis, italianos, árabes, japoneses, teutônicos. E por aí vai longe.

Cerca de um milhão de toneladas de castanhas, amêndoas, pinhões e nozes, além dos óleos comestíveis, da palma ao girassol, e de uma grande diversidade de palmitos. E se não bastar, 34 milhões de toneladas de açúcar/ano.

Por isso, o especialista conclui que a produção vegetal do Brasil já alimenta mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo, usando apenas 8% do território nacional.

E depois vem a produção animal. Em 2015, o País abateu 30,6 milhões bovinos, 39,3 milhões de suínos e quase 6 bilhões de frangos. Quer dizer, produziu cerca de 25 milhões de toneladas de carnes! 

35,2 bilhões de litros por ano. Gado leiteiro da fazenda Agrindus

Desses, 42 kg/habitante/ano são de carne bovina; 45 kg de frango e 17 kg de suínos, além do consumo de ovinos e caprinos (muito expressivo no Nordeste e no Sul), de coelhos, de outras aves (perus, angolas, codornas…).O consumo médio de carne dos brasileiros é da ordem de 120 kg/habitante/ano ou 2,5 kg por pessoa por semana.

Há ainda os peixes, camarões e crustáceos (cada vez mais produzidos em fazendas), além de outros animais.

Em matéria de leite, o Brasil produziu 35,2 bilhões de litros (contra 31 bilhões de litros de etanol); 4,1 bilhões de dúzias de ovos e 38,5 milhões de toneladas de mel em 2015.

Em 50 anos, observa Evaristo de Miranda, de importador de alimentos o Brasil se tornou uma potência agrícola, o preço dos alimentos caiu pela metade, permitindo à grande maioria da população o acesso a uma alimentação saudável e diversificada, e a erradicação da fome.

CNBB, MST e verdes contra a verdade conhecida enquanto tal

Essas realizações são também fruto da modernização agrícola.

O que teria ocorrido na sociedade sem esse desenvolvimento da agricultura? Certamente, uma sucessão de crises intermináveis.

Portanto, devemos agradecer todos os dias aos agricultores pelo seu esforço de modernização e por tudo que fazem pelo País.

A Nação e suas lideranças devem assumir a promoção e a defesa da agricultura e dos agricultores, com racionalidade e visando ao interesse nacional.

Mas, acrescentamos nós, não é isso o que fazem os ativistas embandeirados de vermelho e símbolos socialistas, ou os pretensos arautos “verdes”. 

Nem sequer aqueles órgãos da CNBB criados para subverter a vida nos campos e nas cidades.

(Fonte: matéria originalmente publicada na edição 82 da Revista Agro DBO, em outubro de 2016).

DIÁRIO OFICIAL DO DIA 27-07-2017

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Lei 8.142/90 Suspensão de verba federal do SUS

Brasão da República

Presidente da Comissão de Agricultura da ALBA discute falta de pagamento do seguro-defeso aos pescadores baianos na Previdência Social e Escritório da Pesca

Previdência Social

Escritório da Pesca

 

Na última quarta-feira (26), o deputado estadual e presidente da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa da Bahia, Eduardo Salles, participou de audiências na Previdências Social e no Escritório Federal de Aquicultura e Pesca da Bahia, acompanhado pelo ex-presidente da Federação dos Pescadores da Bahia, Zé Carlos da Pesca, o presidente da Bahia Pesca, Dernival Oliveira, o assessor técnico da empresa, Marcos Rocha, e os presidentes das Colônias de Itapuã e Itaparica, Ari e Carlinhos.

O grupo discutiu o problema da falta de pagamento do seguro-defeso para cerca de 20 mil pescadores de camarão com o gerente-executivo da Previdência Social, Alberto Sacramento, e a chefe do serviço de atendimento, Sandra Rodrigues. Já no Escritório de Pesca, conversaram com o coordenador Josafá Marinho.  ” Nosso objetivo é buscar uma solução para a falta de pagamento dos pescadores que deveriam ter recebido o  valor entre abril e maio do ano passado, mas não foi liberado. Este o ano, o cenário é o mesmo”, explica Eduardo Salles.

Na Bahia, anualmente, eram pagos cerca de R$ 250 milhões em seguro-defeso, sendo cerca de R$ 100 milhões para os pescadores de camarão. O pagamento era feito pelo Ministério do Trabalho e desde que o repasse do seguro ficou sob a responsabilidade do INSS, houve a descontinuidade dos pagamentos por problemas no cadastro. No campo de Registro Geral de Atividade Pesqueira consta o termo “mariscos”, e o INSS só considera se estiver registrado “crustáceos”.

“É um importante deixar claro que não estamos defendendo pessoas que não são pescadores. Quem de fato está prejudicado com essa situação, são vários pais e mães de famílias que não estão recebendo o valor a quem têm direito”, esclarece Salles.

Uma possibilidade para resolver o impasse seria o recadastramento dos 114 mil pescadores baianos, mas esta alternativa não é viável em função da falta de pessoal para realizar o trabalho.  “Nas audiências que tivemos, pudemos constatar que a coordenação de pesca trabalha com dois sistemas para lançamento das informações, que foram desaprovados pelos órgãos de controle e estão obsoletos . Além  disso, possui apenas duas servidoras para atender uma demanda que é muito grande”, pondera o parlamentar.

Eduardo Salles ainda ressalta que, por falta de pagamento, os pescadores acabam realizando a pesca no período de reprodução do camarão, o que acarreta em crime ambiental. “Em função dessa situação, estamos diante da prática de dois crimes. O primeiro é o crime ambiental, pois já que não recebem o seguro, os pescadores acabam realizando a pesca do camarão no período que é proibido. O outro crime é social, pois, principalmente as mulheres, que representam 80% dos pescadores de camarão, estão na linha de pobreza e não conseguem receber o valor que têm direito e necessitam para sobreviver”, alerta.

“Após uma manhã inteira discutindo esta situação, concluímos que a saída para solucionar este impasse deve ser jurídica. É necessário garantir o pagamento dos pescadores”, conclui.

ASCOM – Deputado Estadual Eduardo Salles

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SALOBINHO – COMUNIDADE APAVORADA COM ASSALTOS!

Segundo telefonema de uma moradora apavorada, os assaltos acontecem a qualquer hora do dia.

Geralmente motoqueiros com capacetes escuros, armados, abordam transeuntes e tomam o celular.

Antes aconteciam os assaltos fora do perímetro do bairro, hoje ninguém pode ficar na porta de casa, ou transitar com celular.

Reforça a moradora que não sabe dizer se os assaltantes são de outros bairros, que fazem os roubos e caem fora.

Foto ilustrativa, colhida no Google.

contador free


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