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:: 31/mar/2017 . 19:45

ZUM ZUM ZUM DO CALÇADÃO – MUDANÇAS DESEJADAS!

Nos bastidores da cidade de muros baixos, e na caixa de ecos do Calçadão da Paranaguá, o que se ouvia, tanto nas bocas miúdas e nas graúdas também era:

O sonho de consumo do vereador Jerbson Moraes é ver Bento José na Procuradoria Jurídica, e ele, Jerbson, na Secretaria de Administração.

O problema é Marão, que já havia declarado que não tiraria nenhum vereador da Câmara para fazê-lo Secretário.

Vamos aguardar, pois os 2 parecem muito afinados, desde a campanha.

Marão, Jerbson e Fabrício.

 

DIÁRIO OFICIAL DE ILHÉUS DO DIA 31-03-2017 ( Com a licitação da Merenda Escolar)


REPASSES FPM DE JANEIRO E FEVEREIRO 2017!

Medo de extinção de espécies não é proporcionado, mostram resultados de pesquisas

29-03-2017

Luis Dufaur (*)

Philippe Bouchet

A se prestar ouvidos ao catastrofismo ecologista, as espécies vivas vegetais e animais estariam no risco de desaparecer mais cedo ou mais tarde por culpa da intromissão da civilização criada pelos humanos. Nesse contexto, toda medida, até a mais descabelada, para se salvar alguns insetos ou parasitas estaria justificada.

Entretanto, os pesquisadores especializados na classificação dos seres vivos apresentam um panorama muito mais objetivo, e por isso mesmo mais otimista. Eles julgam que no nosso planeta há ainda nada mais e nada menos que entre 8 e 30 milhões de espécies a serem descobertas, havia noticiado “Le Monde”. Agora, recente expedição na selva colombiana anunciou a feliz descoberta de mais cem espécies, notadamente de borboletas.

Em matéria de espécies vivas, o quadro não teria o caráter apocalíptico espalhado pela propaganda ambientalista.

Philippe Bouchet, zoólogo do Museu Nacional de História Nacional (MNHN), França, recorda: “Nos anos 1970, era dominante a ideia de que já tudo tinha sido visto e catalogado. Explorar a biodiversidade era uma ideia que se julgava própria do século XIX, e superada”.

A partir dos anos ‘80 houve uma mudança radical:“Entomologistas que passaram a usar métodos modernos de prospecção emitiram a hipótese de que vários milhões de espécies de insetos viviam na canopeia”, teto de vegetação formado pela folhagem superior das árvores. E se encontrou todo um ecossistema insuspeitado.

Nesse período, enquanto os ambientalistas na moda se exibiam nos congressos e na mídia anunciando a extinção das espécies, os verdadeiros cientistas começaram as explorações de oceanos e fontes hidrotermais, que se revelaram “meios inteiramente novos para a ciência, onde viviam espécies nunca antes vistas!”.

Paralelamente, explicou Bouchet, o acesso a técnicas moleculares, menos caras e mais simples de usar, fez que pudéssemos ver com novos olhos espécies da fauna e da flora que acreditávamos b em conhecias”.

E os esforçados investigadores constataram que estavam diante da perspectiva de rever tudo quanto já havia sido catalogado. Enquanto isso, ignorantes de todo esse trabalho científico, ou fingindo não saber deles, apóstolos do Apocalipse ecológico espalhavam – como Al Gore – livros e filmes prenhes de falsos científicos.

Na condição de chefe de expedição, Philippe Bouchet acompanhou durante quatro meses, em 2006, mais de 150 cientistas à ilha Espírito Santo, no arquipélago de Vanuatu, no sul do Pacífico: eles imergiram no mar, subiram as montanhas, fizeram espeleologia. Obviamente, a grande mídia, devotada em espalhar o pânico sensacionalista do fim das espécies, pouco falou deles.

Uma expedição como essa pode trazer entre “1.000 e 2.000 espécies novas”. Mas, cinco anos depois, apenas uma centena havia sido devidamente catalogada pela falta de especialistas na enorme massa de novas espécies.

Tivessem anunciado a descoberta de uma espécie vítima do “aquecimento global antropogênico” e talvez teriam sido contemplados com polpudas verbas para completar o serviço.

Acresce-se a isso que o desaparecimento ou a falta de coleta de novos exemplares é algo que não espanta em nada os cientistas. É até um fato recorrente na atividade quotidiana.

          ( * ) Luis Dufaur é escritor, jornalista, conferencista de política internacional e colaborador da ABIM


Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)

A CEPLAC HOSPEDEIRA DA UFSB – GENOMA DO CACAU.

A CEPLAC e sua lágrima….

Ficamos sabendo que todo acervo cientifico a cerca do genoma do cacau, será transferido da Ceplac para a Ufsb.

Enquanto aguardamos do desenrolar dos fatos, leiam a matéria:


GENOMA

 

O conhecimento do genoma do cacaueiro (Theobroma cacao) e do fungo (Crinipellis perniciosa) causador da vassoura-de-bruxa, através do mapeamento e caracterização genética de ambos, permitirá identificar as interações ou relações existentes entre o patógeno (fungo) e o hospedeiro (cacau) e então delinear as estratégias para a criação de plantas altamente resistentes ou imunes á vassoura-de-bruxa.

Este é o objetivo da “Rede Genômica no Estado da Bahia para o controle da vassoura-de-bruxa, reunindo as instituições que detém a maior competência no país, na área da Engenharia Genética ou da Biotecnologia, como a UNICAMP, CEPLAC, EMBRAPA e UESC.

O projeto iniciado no final de 2000, está sendo acelerado com a incorporação de mais quatro laboratórios de biologia molecular,  e os trabalhos já começaram a dar resultados. Foi identificada uma enzima presente no próprio fungo que poderá ser utilizada no seu controle.

O banco de dados do Projeto já tem mais de 7 mil seqüências genômicas do fungo, resultando em mais de cinco milhões de pares de bases determinadas. A estimativa dos pesquisadores é que o fungo tenha entre 20 a 30 milhões de pares de bases e cerca de 8 mil genes. Entre as muitas seqüências já realizadas, destacou-se alguns genes de fundamental importância para que esse trabalho fosse descoberto; os genes que expressam proteínas conhecidas como quitinases, celulases e hidrofobinas, que podem estar envolvidas nos processos que o fungo usa para casar doença no cacaueiro e muitos outros podem estar relacionados à vassoura-de-bruxa.

A direção do Cepec, reconhece que o sequenciamento por si só não tem validade prática apesar da importância científica. O sequenciamento deve ser seguido pela interpretação daquelas seqüências e uso da informação obntida para gerar tecnologias que ajudem o produtor na luta contra a vassoura-de-bruxa. O trabalho desenvolvido pelo projeto, vai desde a formulação de novas moléculas de fungicidas até a criação de cacau transgênico resistente a doenças, principalmente, à vassoura-de-bruxa.

Quando tais genes forem identificados, eles poderão ser transferidos por engenharia genética ou cruzamentos dirigidos para variedades suscetíveis à vassoura-de-bruxa, tornando-as resistentes. Outro possível uso é a transferência de tais genes para plantas já resistentes à vassoura-de-bruxa, para torná-las com uma resistência mais duradoura. Além da sua função no controle da vassoura-de-bruxa, o sequenciamento será importante o controle da podridão-parda, do mal-do-facão e até de outras doenças que não ocorrem em território brasileiro, como a monília.

Pesquisas biotecnológicas com o fungo causador da vassoura-de-bruxa já vinham sendo realizadas pela CEPLAC desde 1993, mesmo antes do convênio. A CEPLAC investiu cerca de R$ 1,2 milhões na construção da infra-estrutura necessária como laboratórios, equipamentos e treinamentos, para deslanchar as pesquisas em biologia molecular.

Rede Genômica – Atribuções

CEPEC – Além do sequenciamento comum a todos os laboratórios envolvidos, o CEPEC, atua na seleção e fornecimento do material biológico, do fungo e do cacaueiro, a ser usado nas diferentes etapas do projeto. Também na otimização de protocolo de regeneração do cacaueiro, que permita a obtenção de plantas trangênicas com genes de interesse, incluindo-se aqueles responsáveis pela resistência à vassoura-de-bruxa.

Na fase de pós sequenciamento, os cientistas do CEPEC atuam na coleta de dados para identificar genes, processos bioquímicos e celulares, onde a ação do fungo causador da vassoura-de-bruxa possa ser bloqueada.

UNICAMP e UESC

A Universidade de Campinas (UNICAMP), coordena o projeto genoma, orienta a construção de bibliotecas genômicas para sequenciamento, confecciona e analisa chips de DNA. Ela ainda cuida do armazenamento, processamento e fornecimento das seqüências geradas para os laboratórios participantes da rede. A Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) é responsável pela confecção de bibliotecas genômicas e transformação genética do fungo.

EMBRAPA

Ficou a cargo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária através do Centro Nacional de Genética e Biotecnologia (Cenargen), a identificação de genes associados à infectividade e patogenicidade do fungo e de genes associado à resistência do cacaueiro à vassoura-de-bruxa. A EMBRAPA também é responsável pelo desenvolvimento de protocolos otimizados para transformação e regeneração do cacau através de métodos biobalísticos e ainda pela confecção de bibliotecas de DNA, estágio especifico de chips de DNA.

contador free

nao basta

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