col-malha

Pegando fogo

A Ceplac está em chamas por causa da ordem de despejo que o diretor Juvenal Maynart deu ao Cenex. Ele quer a desocupação do prédio para abrigar o curso de Engenharia da UFSB. Nesta semana teve protesto contra a decisão.

A CEPLAC e sua lágrima....

A CEPLAC e sua lágrima….

ceplac-ato

Coisa de menino

Lideranças, servidores, produtores e sindicatos se juntaram num ato de protesto em frente ao prédio do Cenex, fizeram discursos contundentes e falando da importância do setor. Terminam num pueril “abraço” no prédio.

Peso de algodão

Essas entidades até enviaram carta ao Ministro da Agricultura pedindo a demissão de Juvenal Maynart, a quem se referiram como “perseguidor, desequilibrado e pessoa não grata”. Pelo que representam, vão ficar sem resposta…

Briga de aranhas

O tempo fechou lá pras bandas de Barro Preto, onde a ex-prefeita Jaqueline Mota e a atual, Ana Paula, fizeram um barraco no Facebook. Jaqueline chamou Ana Paula de “insana” porque quer contratar servidores e inchar a folha.

Recreio do primário

Ana Paula não deixou barato. Mandou Jaqueline arrumar um trabalho, avisou que “é a mamãe que manda agora” e terminou o round virtual com xingamento digno do primário, chamando Jaque de “jacaroa, boca de CD e feia”.

Tempo livre

Representantes da Prefeitura de Itacaré, da Sudesb e da Secretaria de Administração da Bahia visitaram o terreno vazio onde será feito o centro de canoagem. Não tem nada para ver no local. Deve ser muita falta do que fazer.

Deve ser vingança

Coitada de Itabuna. Sem água na torneira da maior parte da cidade, demitindo gente na Saúde, superfaturando o lixo, comprando carro de alto luxo… E a “maior” atração do carnaval é A Vingadora. Pra quem já teve Araketu, Harmonia…

Esculhambando

Impune até hoje em processos abertos pelo Ministério Público da Bahia, o coronel de Itabuna, Fernando Gomes, terminou de esculhambar os promotores. O MP tinha recomendado que a cidade não fizesse carnaval neste ano.

Curto, grosso

O MP lembrou que Itabuna está em estado de emergência, com racionamento de água e ameaça de epidemia de viroses. Acabou humilhado pelo coronel. Ele diz que “não aceita imposição” e que “o MP não manda na prefeitura”.

Vão manter

Mesmo com a atitude do coronel e faltando poucos dias para a festa, os promotores afirmam que vão manter a ação. “Itabuna demonstra um mal funcionamento geral de serviços públicos essenciais”, lembra Inocêncio Carvalho.

Menos, Sudesb

Tem gente que se empolga na hora de divulgar. Uma nota da Sudesb anunciou a construção do muro do “estádio amador de itabuna”. O que eles chamam de “estádio” por enquanto é esse campo de pouca grama e muita areia.

Estádio Amador de Itabuna - Foto divulgação - internet

Estádio Amador de Itabuna – Foto divulgação – internet

Passando raiva

Se você passou raiva ficando horas na blitz sem noção feita na semana passada, melhor nem sair de casa neste fim de semana. Polícia rodoviária e Ciretran de Ilhéus pretendem fazer novas blitzen, com o mesmo nível de inteligência…

Ninguém anda

Na semana passada centenas de carros ficaram em fila, durante quase 3 horas, numa blitz feita na estrada Itabuna – Ilhéus. Outro tanto foi preso numa fila quilométrica voltando da Praia do Sul. Como se não bastasse a ponte travada.

Vidente

A prefeitura de Itabuna está de volta para o futuro. Só assim alguém explica a licitação feita para a contratação da empresa que vai montar toda a estrutura do carnaval antecipado, que só foi escolhida na última quinta-feira, 2.

Muita vontade

Só que nesta data boa parte da estrutura já estava montada. A montagem, por sinal, começou há duas semanas. Se só na quinta se sabia quem “ganhou” a licitação para a montagem do palco, porque a empresa já estava trabalhando?

Era para ser assim

Segundo o Ministério Público estadual, com base em pregões presenciais, a prefeitura de Itabuna pretendia gastar com a locação de estrutura e sistema de sonorização para o carnaval antecipado a quantia exata de R$ 42.320. Mas…

Terminou assim

O valor finalizado na dispensa de licitação foi muito maior, de R$ 170.880. Resta saber para que bolso vai a diferença e se o Ministério Público vai apurar como R$ 42 mil geraram tantos filhotes na hora de finalizar o pregão presencial.

Sujeirada

No carnaval passado em Salvador, inventaram a dança do Kuduro. Já no carnaval antecipado do coronel de Itabuna, diante da falta de água que afeta toda a cidade, com abastecimento de 30 em 30 dias, vão inventar a dança do Kusujo.

Pobre Monsenhor

Esta é para o Monsenhor Moysés se revirar no tumulo, pela graciosidade com que a Santa Casa de Misericórdia de Itabuna distribuiu títulos e comendas com o nome dele. O Monsenhor nunca imaginou quem receberia tal honraria.

Apequenada

Entre os agraciados está Chico Reis, presidente da Câmara de Itabuna. Talvez o cargo tenha lhe conferido a comenda, porque mérito, não tem nenhum. Na lista do “comendados” tem até corrupto. Uma desfeita com Monsenhor Moysés.

Sombra cigana

Dizem que bastou Christopher assinar um contrato de assessoria com a prefeitura de Itabuna e um grupo de ciganos começou a acompanhar o rapaz como uma sombra. Onde o consultor está, lá estão os ciganos atrás do gajão, na cola.

Falta espelho

Dizem nos corredores da prefeitura que macaco não costuma olhar o rabo. Nas reuniões com secretários, a gorda Marilice não poupa adjetivos e chama o governo Vane de ladrão. O do ficha suja não deve ter espelho nos gabinetes.

Sem transparência

Seguindo o exemplo do antecessor Aldenes Meira, o presidente da Câmara de Itabuna, Chico Reis, não publicou os gastos de janeiro no portal da transparência. Será que também quer esconder o que é feito com o dinheiro do povo?

Ansiedade

A expectativa é grande para comparar as despesas do ano passado com este. Só no último mês da gestão de Aldenes, as despesas somaram R$ 1.758.285, sendo só 500 mil para salários. O restante da grana ninguém sabe, ninguém viu.

Irrelevantes

Os ricos produtores de cacau vivem do passado e ainda acham que têm força política. Sem representação no governo estadual ou federal, se lamentam na internet. Aguido Muniz virou secretário em Uruçuca e deixou o barco afundar.

Limite geográfico

Segundo Aguido, ele não aguentava mais tanta gente querendo aparecer e ser liderança, sem fazer nada que some para a cultura do cacau. Todas as ações promovidas pelo grupo não ultrapassaram as margem do rio cachoeira.