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:: 14/ago/2016 . 18:00

O VENENO DA NOITE!

sonsopsiu

Muitos querem caminhar. Mas não dizem pra onde, ou não sabem.

Muitos querem mudar. Mas não dizem o quê, e nem como.

240 trabalhos científicos derrubam “consenso” sobre o catastrofismo climático

Por  em 

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A fotomontagem é cômica. A realidade é trágica. Quase um milhar de trabalhos científicos sérios prova que não há consenso, mas os adeptos do ambientalismo oficial fingem não saber de nada, e impõe consenso!

No primeiro semestre deste ano  foram publicados em jornais acadêmicos 240 trabalhos científicos, revistos por pares (peer-review), pondo em dúvida o “consenso” do “aquecimento global” atribuído a causas humanas. Em outras palavras, esse “consenso” não existe ou pertence ao mundo da fantasia.

Quase 250 trabalhos contestaram esse tabu do catastrofismo ecologista em 2014. E em 2015 mais de 280 estudos também puseram em dúvida esse “consenso”,  que só existe por imposição de governos e órgãos mundiais.

É assim que, desde janeiro de 2014, chegam a 770 os trabalhos científicos “peer-reviewed” que esvaziam o fajuto “consenso” sobre o CO2 enquanto determinando as mudanças climáticas.

Esses 770 estudos evidenciam que os modelos climáticos e as previsões de futuras catástrofes atmosféricas embutem graves limitações e incertezas.

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Os trabalhos científicos derrubando o consenso ambientalista se acumulam. Mas os ativistas verdes não leem ou nem desejam saber que existem.

A volumosa produção evidencia com vigor a influêncianãoantropogênica no clima. Tantos trabalhos deveriam minar a agressividade do IPCC e de outros arautos do catastrofismo climático desejosos de encerrar a discussão científica e por em andamento uma espécie de luta de classes contra os produtores agropecuários.

Mas não tem jeito, os extremistas do catastrofismo instalados em governos e órgãos internacionais não querem saber de conclusões adotadas pela ciência e referendadas pelo bom senso.

A utopia de um comunismo futurista anarco-tribalista os deixa como que hipnotizados por uma teologia fanatizada e arbitrária.

“O mais importante é que o PT está saindo”

14 de Agosto de 2016

O economista Raul Velloso diz que, por causa do legado petista, o governo avança devagar, mas sabe o que deve ser feito

Por Márcio Julibonimarciojuliboni

Os 14 anos de governo petista destruíram os fundamentos da economia. Levará tempo até que toda a bagunça seja arrumada. Por isso, o economista Raul Velloso pede um pouco de paciência com o novo governo. “As pessoas se esquecem de que há um processo político em curso”, diz, em entrevista a O Financista. Confira os principais trechos da conversa:

O Financista: O projeto de renegociação das dívidas dos Estados com a União acabou com uma única contrapartida: um teto para o aumento de gastos pelo período de dois anos. Isso é suficiente?

Raul Velloso: Essa medida ajuda. Para a adoção de outras, é preciso esperar por um momento político mais favorável. Pode ser que se encontre uma alternativa melhor.

O Financista: Por exemplo?

Velloso: Não sei, mas o governo terá tempo para tratar disso.

O Financista: O senhor citou o momento político. As medidas mais duras de ajuste ainda não foram levadas ao Congresso por causa do impeachment?

Velloso: Sim. É o impeachment que ainda não deixa o novo governo fazer nada. Eu não entendo por que as pessoas estão tão impacientes. Elas querem que o governo faça tudo do jeito delas, correndo, mas se esquecem de que há um processo político em curso.

O Financista: Com um teto de gastos válido por apenas dois anos, sem outras contrapartidas, a União não terá de socorrer novamente os Estados? Isso pode atrapalhar o ajuste fiscal?

Velloso: Tudo vai depender do jeito como União e Estados vão financiar o déficit público, enquanto a arrecadação não se recupera. A questão é que não há muito a ser feito. É preciso esperar a volta do crescimento econômico e, portanto, da arrecadação.

O Financista: Tudo somado, o senhor está otimista ou pessimista em relação às contas públicas?

Velloso: Otimista, estou otimista! Veja: o novo governo já está fazendo o mínimo necessário, mesmo sem o impeachment. O mais importante é que o PT está saindo do poder. O verdadeiro desastre para a economia foram os anos de gestão petista, que deixaram uma herança muito pesada. O governo que está entrando herdou tudo isso, mas dá sinais de que sabe o que precisa ser feito. Ainda assim, vai levar tempo para arrumar tudo.

O PT é o responsável pelo “caos” político do Brasil, diz Estadão em duro editorial

 

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PT reunido.

PT reunido.

“O abastardamento da política, infelizmente visto hoje quase como algo natural, é na verdade resultado da meticulosa engenharia dos artesãoslulopetistas, cuja pretensão de permanecer para sempre no poder jamais foi compatível com o funcionamento normal das instituições democráticas, a começar pelo Congresso”

O editorial do Estadão – A política pode ser diferente – representa, na opinião do editor do cristalvox um despertar dos grandes veículos de comunicação do Brasil para a nossa realidade. Uma necessidade de se redesenhar o Brasil.
Uma sugestão: Leia com toda a atenção!

Já houve um tempo, não tão distante, em que as forças do Congresso Nacional se organizavam em blocos governista e oposicionista com base em considerações programáticas. Isso significa que o toma lá dá cá, a transformação de cada deputado em partido de si mesmo, sem qualquer vínculo com ideias e propostas para o País, não são uma fatalidade. O abastardamento da política, infelizmente visto hoje quase como algo natural, é na verdade resultado da meticulosa engenharia dos artesãoslulopetistas, cuja pretensão de permanecer para sempre no poder jamais foi compatível com o funcionamento normal das instituições democráticas, a começar pelo Congresso. A defenestração do PT, portanto, deveria sinalizar a reversão desse processo de desmoralização da democracia, restabelecendo o princípio das alianças em torno de projetos, e não de verbas, sinecuras ou coisa pior. Mas o atual governo não parece suficientemente disposto a romper a terrível lógica do fisiologismo – e tal hesitação cobra seu preço na forma de incerteza permanente sobre o apoio político a medidas essenciais para a recuperação econômica do País. :: LEIA MAIS »

MOBILIDADE URBANA E O TRANSPORTE COLETIVO!

Acho que Ilhéus é a unica cidade no mundo, que depois da construção de uma ponte, abandonou o transporte aquaviário.

Painel de exemplos.

Painel de exemplos.

DEPOIS DO IMPEACHMENT, UM NOVO TABULEIRO POLÍTICO!

Presumo que depois de sacramentado o impeachment da Presidente Dilma, um novo tabuleiro político será apresentado à Nação.

No Brasil, na Bahia, e em Ilhéus. Por que não?

Reis, rainhas, cavalos, bispos e peões, vão ter que se recolocar, para que a torre também não caia.

Sendo assim, elucubrações, especulações e ilações. No momento, não passam disso.

O tabuleiro caído, vai ser rearrumado.

O tabuleiro caído, vai ser rearrumado.

Por que gente esperta usa telefone burro?

Por  em 

telburro Onde quer que vá, todo mundo está colado em seu “smartphone”. Em aeroportos, restaurantes ou na rua, as pessoas estão quase permanentemente coladas nestes dispositivos, obcecadas com a ideia de que não podem existir sem estarem conectadas ao mundo cibernético. Assim, enviam textos e tuítes, e-mail e Google, ‘seguem’ e ‘curtem’ no esforço de estar constantemente online. Isso se tornou parte da existência “normal” no mundo pós-moderno atual.

No entanto, nem todos estão conectados. Um número crescente de dissidentes dos smartphones está vendendo seu passe para o mundo digital. Estão comprando telefones burros que só fazem aquilo que os telefones costumavam: receber e fazer chamadas. Estes rebeldes não são ex-jogadores eletrônicos pós-modernos ou pessoas tecnologicamente inaptas. São pessoas inteligentes que usam telefones ‘burros’. E vêem sua decisão de desligar como uma experiência libertadora que lhes permite viver suas vidas livres da mediação de dispositivos eletrônicos.

Os telefones burros constituem um segmento pequeno mas robusto do mercado de telefonia. Ao comprarem um telefone barato de 30 dólares, seus proprietários poderão juntar-se ao um por cento que constitui este grupo de elite. Na realidade, muitos ‘refuseniks’, que rejeiam os smartphones são profissionais, alguns até moram no Vale do Silício, onde ajudam a projetar os dispositivos e aplicativos dos famigerados smartphones. Assim, muitos executivos podem mais facilmente responder e encomendar um simples Jitterbug flip-telefone, respondendo a um anúncio no The Wall Street Journal. :: LEIA MAIS »

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