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:: 21/jul/2015 . 20:17

MAIS UM PRÉ-CANDIDATO À PREFEITURA DE ILHÉUS.

Sábado pela manhã, batendo um papo no Calçadão, com os amigos Tiaguinho Raposo e Augustão, nos foi confirmada a pré-candidatura do mesmo(Augustão) à Prefeitura de Ilhéus.

A conversa estava tão animada que esqueci de perguntar por qual partido? Se alguém souber, me informe por favor.

Augustão, pré-candidato também à Prefeitura de Ilhéus.

Augustão, pré-candidato também à Prefeitura de Ilhéus.

O VENENO DA NOITE !

sonso

Quem não trabalha, atrapalha !

E muito…

NOVA LEI VAI DISCIPLINAR ESTACIONAMENTO NA REGIÃO CENTRAL DE ILHÉUS.

Projeto foi aprovado na Câmara de Vereadores e a licitação será lançada em breve. Sistema vai gerar emprego, comodidade aos motoristas e arrecadação destinada a investimentos em transporte e trânsito no município

 

A Câmara de Vereadores de Ilhéus aprovou o Projeto de Lei nº 47/2015, que institui o serviço de estacionamento rotativo pago na região central da cidade. De iniciativa do Poder Executivo, a proposta foi aprovada por unanimidade pelos parlamentares presentes à sessão, realizada no dia 14 de julho. Agora, após a sanção do prefeito Jabes Ribeiro, cabe ao Município iniciar a elaboração do edital de licitação para escolha da empresa que vai operar o sistema, que deve permitir maior fluidez no trânsito e disciplinar o uso das vagas.

De acordo com o secretário municipal de Infraestrutura, Transporte e Trânsito, Isaac Albagli, o sistema, conhecido popularmente como Zona Azul, permitirá o surgimento de mais vagas de estacionamento, principalmente na área central de Ilhéus, além de ordenar e disciplinar motoristas. “Aqui na cidade, tivemos um crescimento considerável do número de veículos circulando e não há vagas suficientes para todos sem que haja um ordenamento dos locais para estacionar”.

Em funcionamento, o novo sistema impedirá, por exemplo, o uso das vagas por longo período de tempo, principalmente em áreas próximas ao comércio central, o estacionamento em fila dupla e outras irregularidades frequentemente cometidas por motoristas locais. Com a aprovação na Câmara, a Prefeitura de Ilhéus parte para elaborar o edital da licitação. O lançamento deve ser feito o mais rápido possível, assegura o secretário Isaac Albagli.

Como determina o Projeto, somente após a apresentação de estudos técnicos e da proposta de exploração, por parte das empresas interessadas, serão determinadas, por meio de decreto, as ruas que integrarão o sistema, os dias de funcionamento e o tempo máximo de permanência. A concessionária vencedora terá direito de explorar o serviço por oito anos, sendo permitida a renovação mediante aval da Câmara de Vereadores.

Retorno – A redação final do Projeto de Lei que instituiu a zona na azul determina que a empresa vencedora da licitação e que explorará o sistema invista em tecnologia, proporcionando comodidade aos usuários. Da mesma forma, estará obrigada a repassar aos cofres municipais, mensalmente, no mínimo 12% do valor bruto arrecadado no período. De acordo com o secretário Isaac Albagli, esse percentual pode ser majorado de acordo com a proposta da concessionária e será destinado, integralmente, para melhorias na área de transporte e trânsito do município.

Emprego – Realidade exitosa em outras cidades brasileiras, o sistema de estacionamento rotativo pago contribui com a geração de empregos em duas frentes. Estimula o comércio, ao disciplinar o estacionamento na região central, garantindo local para parada de veículos de potenciais consumidores; além disso, gera empregos diretos, já que a empresa vencedora da licitação será responsável pela contratação de pessoal, tanto para as atividades de campo, quanto para as administrativas.

 Secretaria de Comunicação Social – Secom.

Ilhéus, 21.07.15

A ‘VEJA’ PESQUISA E INFORMA SEM VIÉS IDEOLÓGICO.

Geraldo Samor

O ‘paper’ sobre economia que está chocando quem o lê

É bem pior do que você imagina.

Um artigo de nove páginas escrito por três economistas com trânsito junto à academia, empresários e políticos está causando choque e depressão em quem o lê.

Em “O ajuste inevitável,” Mansueto Almeida Jr., Marcos Lisboa e Samuel Pessôa tentam quantificar, pela primeira vez, o aumento do gasto público já contratado para os próximos 15 anos.Mansueto Almeida Jr

Até 2030 — ou seja, antes que um brasileiro nascendo este ano possa votar — o gasto anual do Estado brasileiro terá subido 300 bilhões de reais, uma aumento de 20 bilhões de reais por ano.

Para neutralizar este aumento de despesas, será preciso criar um imposto equivalente a uma nova CPMF a cada mandato presidencial de quatro anos (entre este ano e 2030). Para ficar claro: não se trata de renovar a CPMF a cada quatro anos, e sim de cobrar uma nova CPMF em cima da anterior, sucessivamente, a cada novo governo.

Este aumento de 300 bilhões é a soma apenas dos aumentos nos gastos com previdência, educação e saúde já contratados por conta da legislação vigente.

Mas antes disso, há o desafio atual: para estabilizar o tamanho da dívida pública como percentual do PIB, o Brasil tem que transformar o rombo de 32 bilhões de reais no ano passado em um superávit de 3% do PIB (quase 170 bilhões de reais). Isto significa que a sociedade terá que achar 200 bilhões de reais por ano para passar do ‘vermelho augustín’ para o ‘azul levy’. E, até 2030, achar aqueles outros 300 bilhões por ano.

Em outras palavras, se a cultura de ’taxar e gastar’ não for mudada, daqui a 15 anos o Estado brasileiro estará demandando da sociedade 500 bilhões de reais a mais — por ano — para honrar com suas obrigações.

O ‘paper’ de Almeida, Lisboa e Pessôa destrói a análise superficial que diz que o problema fiscal brasileiro é apenas uma questão de ajustar a rota depois de alguns anos de gastos exorbitantes.

Se o desafio conjuntural chega a ser paralisante, o problema estrutural das contas públicas é mortal.

Os economistas mostram que, desde 1991, a despesa pública cresce a uma taxa maior do que a renda do País, em parte porque o Estado está sempre distribuindo novos benefícios a grupos organizados.

Para bancar estes gastos, o Executivo e o Congresso se uniram e aumentaram a chamada carga tributária (o conjunto dos impostos pagos pelos eleitores) de 25% do PIB em 1991 para cerca de 35% do PIB no ano passado. É para isso que você trabalha um terço do ano: para financiar os gastos com programas sociais, inclusive a Previdência, e para manter a União, Estados e municípios funcionando.

Marcos LisboaE, como há os tais aumentos de gasto encomendados; a única forma de financiá-los será aumentar ainda mais os impostos.

Além da rigidez do gasto público — que só pode ser alterada com vontade política e emendas constitucionais — o problema fiscal brasileiro vai se agravar também por conta do fim do chamado bônus demográfico, o período em que o país tinha tantos jovens na força de trabalho que eles conseguiam pagar pela previdência dos mais velhos. Como a taxa de natalidade caiu, o Brasil envelheceu, e um ‘velho’ custa duas vezes o que o Estado paga para manter a população na escola. (A conta é feita comparando-se os gastos da previdência com os gastos em educação pública.)

Ao contrário do que pode parecer, esta não é uma conta que dê para pagar com uma grande privatização. Pausa para checar o dicionário.

[Privatização: s.f. Tentativa de levantar caixa ou melhorar o desempenho da economia, mas que produz, no imaginário político de países atrasados, ‘entreguistas’ de um lado, ‘verdadeiros patriotas’ do outro, e ‘iludidos’ no meio.]

O Brasil tem hoje um problema de fluxo, além do estoque de dívida — da mesma forma que alguém que gaste mensalmente 1,5 vez o seu salário pode até vender a casa e abater a dívida, mas continuará para sempre fadado ao cheque especial.

De onde vem tanta gastança?

“O Brasil tem uma tradição de concessão desenfreada de benefícios, de forma descentralizada, e sem analisar o conjunto da obra e o impacto que isto tem na sociedade,” diz Lisboa, já conhecido no debate público por alertar sobre o problema da ‘meia entrada’, os benefícios que grupos de interesse conseguem do Estado e que são bancados por toda a sociedade. “Se isto não for resolvido de alguma forma, o Brasil pode enfrentar um problema como o da Grécia na próxima década.”

Samuel Pessoa z copiaEm tese, haveria uma saída para o Brasil conseguir financiar o aumento do gasto público já contratado até 2030 sem mexer no ‘pacote de bondades’ que o Estado oferece e sem aumentar impostos. Mas neste cenário, a economia teria que crescer 5% ao ano daqui até lá para turbinar a arrecadação e, mesmo assim, algumas despesas vinculadas ao PIB teriam que ser alteradas. Obviamente, as chances disto acontecer são remotas, dada a ausência de reformas na estrutura do Estado.

Essas reformas teriam que atacar benefícios concedidos por Brasilia que não custam dinheiro diretamente — ou seja, não tem impacto fiscal —, mas que reduzem a concorrência e sufocam a produtividade da economia, desde regras de conteúdo nacional a barreiras não-tarifárias que criam reservas de mercado, incluindo os inúmeros benefícios tributários dados a setores ‘estratégicos’.

Como é que o Brasil ainda não havia se dado conta de que o buraco fiscal era tão mais embaixo?

“Um ponto essencial do nosso argumento é o entorpecimento que a arrecadação excepcional entre 2000 e 2010 produziu na sociedade e nos analistas,” diz Pessôa. “Nós ‘congelamos’ um setor público que somente se sustenta se a arrecadação crescer acima do PIB para sempre.”

E como no Brasil os gastos públicos são fixados como um percentual do PIB, nem uma inflação mais alta resolve o problema. Além do que, “a inflação só não é pior que uma guerra civil como forma de gestão do conflito distributivo,” diz Pessôa.

Talvez a maior contribuição do artigo — cuja íntegra está aqui — seja mostrar que serão necessárias coragem e visão de Estado para o País fazer o que tem que ser feito.

Para além de todo o barulho de curto prazo sobre o destino deste ou daquele político, as pessoas responsáveis — nos partidos, nas empresas e na sociedade — deveriam usar este diagnóstico como o ponto de partida de uma conversa séria e urgente.

Por Geraldo Samor

O CACAU POLÊMICO QUE PODE SALVAR A INDÚSTRIA DO CHOCOLATE

O cacau polêmico que pode salvar a indústria do chocolate

Posted: 20 Jul 2015 07:13 PM PDT

Por: LESLIE JOSEPHS CONNECT

Com um nome que lembra um droide de “Guerra nas Estrelas” e a reputação de ter um gosto ácido, o grão de cacau CCN 51 é um herói improvável da indústria do chocolate, que movimenta US$ 110 bilhões por ano.

Alguns fabricantes e agricultores se voltaram para o grão das árvores altamente produtivas do CCN 51 para combater a escassez iminente da produção de cacau, enquanto que outros juram que nunca o usarão.

A oferta global de cacau deve ficar aquém da demanda pela segunda temporada consecutiva. Fabricantes de doces estão aflitos à medida que o consumo cresce em países em desenvolvimento, como Brasil, China e Índia, ao mesmo tempo que a produtividade das árvores de cacau estagnou e alguns agricultores migraram para outras culturas. A Mars Inc., empresa americana que fabrica o chocolate M&M, estima que o mundo vai precisar de um milhão de toneladas adicionais de cacau em 2020, 25% a mais que hoje.

Uma solução possível: uma variedade de cacaueiro conhecida como CCN 51. Desenvolvida no Equador por um agrônomo há quase 50 anos, sua produtividade pode chegar a ser cerca de quatro vezes superior à média mundial.

Agricultura no Peru segura um cacau da variedade CCN 51 (à esq.) e outro menor (à dir.), usado na produção de chocolates finos.

A produção mundial de cacau ficou abaixo da demanda em 174.000 toneladas na safra que terminou em setembro. Este ano, a demanda deve superar a oferta em 115.000 toneladas, de acordo com a Organização Internacional do Cacau, ou OIC, à medida que os consumidores de mercados emergentes abocanham um pedaço maior da oferta mundial de cacau.

O Brasil está entre os maiores produtores de cacau do mundo e, pelas estimativas da OIC, produziu 185.000 toneladas na safra de 2012/13, menos que as 220.000 toneladas da anterior.

A organização, sediada em Londres, espera que a tendência continue por cinco anos, o que amplia a necessidade de uma variedade com alta produtividade. Na quarta-feira, o cacau para entrega em maio chegou a US$ 3.025 a tonelada na bolsa americana ICE Futures, perto do recorde dos últimos dois anos e meio, embora tenha caído 1,7% ontem.
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Prefeito de Ilhéus reinaugurou posto de saúde em Pimenteira

O prefeito autorizou a reforma e ampliação do posto de saúde de Pimenteira com recursos próprios do Município e de convênio com o Governo Federal

 Fotos: Gidelzo Silva

A comunidade de Pimenteira, localizada na zona rural de Ilhéus, conquistou a reabertura do posto de saúde local. Neste domingo, 19 de julho, o prefeito Jabes Ribeiro reinaugurou as instalações do novo posto de saúde, que foi totalmente reformado e ampliado. Acompanhado pelo vice-prefeito Carlos Machado, secretários municipais e vereadores, o prefeito participou dos festejos em homenagem à padroeira da localidade, Nossa Senhora do Carmo.

A obra de recuperação do posto de Saúde de Pimenteira utilizou recursos do tesouro municipal e outra parte oriunda de convênios com o Governo Federal. Segundo o superintendente de Obras da Secretaria de Infraestrutura, Derneval Furtunato, foram trocados o telhado e piso, refeita a pintura e criadas novas salas, para ampliar os serviços prestados à população.

Na oportunidade, o prefeito Jabes Ribeiro ressaltou o compromisso que a gestão municipal tem com as comunidades rurais, “principalmente quando diz respeito à saúde da população, porque os moradores de Pimenteira e outras localidades estão muito distantes do centro urbano de Ilhéus e é necessário oferecer esses serviços aqui, para evitar o deslocamento das pessoas necessitadas de atenção à saúde”, afirmou. :: LEIA MAIS »

Prefeitura de Ilhéus investe R$ 3,3 milhões na construção de quadras poliesportivas

O prefeito Jabes Ribeiro autorizou, em solenidade nesta segunda-feira, 20, a construção de sete equipamentos esportivos, além da reforma de outros cinco espaços poliesportivos

Prefeito assinou ordens de serviços e início de processos licitatórios -  Foto Alfredo Filho Secom Ilhéus

Prefeito assinou ordens de serviços e início de processos licitatórios – Foto Alfredo Filho Secom Ilhéus

 

Sete localidades, nas zonas urbana e rural, de Ilhéus serão beneficiadas com a construção de quadras poliesportivas. As ordens para início das obras foram assinadas nesta segunda-feira, 20, pelo prefeito Jabes Ribeiro, em solenidade realizada no Palácio Paranaguá, às 10 horas. Os novos espaços esportivos serão construídos nos bairros Alto do Basílio/Vila Queiroz, Banco da Vitória, Teotônio Vilela, e nos distritos de Sambaituba, São José (Aritaguá I), Inema, Banco Central e Aritaguá, e representam um investimento de R$ 3.344.395,06.

Participaram do ato o vice-prefeito Carlos Machado (Cacá), o presidente da Câmara Municipal, Tarcísio Paixão, os vereadores James Costa, Walmir Freitas, Ivo Evangelista, Roque do Sesp, Gilmar Sodré, Luiz Carlos Escuta, Raimundo do Basílio, secretários e servidores públicos, representantes das empresas vencedoras das licitações e profissionais de imprensa.

O prefeito creditou a disponibilidade de recursos para essas obras ao programa de ajuste fiscal que tem realizado no município, buscando aumentar a arrecadação própria e reduzir despesas. “Estamos há algum tempo reunindo esforços para chegarmos a esse momento, quando pudemos licitar, contratar as empresas e dar as ordens de serviço para que esses empreendimentos sejam iniciados imediatamente”, afirmou.

Na oportunidade, o gestor reafirmou também o compromisso assumido, ainda em campanha eleitoral, com a revitalização das praças esportivas geridas pelo município. Os equipamentos serão construídos próximos a escolas que integram a rede municipal de ensino, exceto a do Banco da Vitória, que será instalada no terreno em que funcionava o matadouro municipal.

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