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:: 16/fev/2015 . 16:04

Superzoom: as musas do carnaval do Rio de Janeiro e São Paulo.

Escolha a escola e veja bem de perto quem passou pelo sambódromo

MANGUEIRA

http://especiais.g1.globo.com/rio-de-janeiro/carnaval/2015/super-zoom-da-musa/

ROLANDO NO FACEBOOK – ALQUIMIAS….

guzzo

OS CURURUS ESTÃO SE FARTANDO NO BOCÃO!

PCdoB trocou ideologia pelo fisiologismo e pelo capitalismo

Orlando Silva foi escorraçado do governo pela presidente Dilma Rousseff. Jandira Feghali abre restaurante chique no Rio de Janeiro. É o capitalismo tomando conta do comunismo

Orlando Silva e Jandira Feghali: o primeiro foi expurgado do governo, acusado de corrupção no ministério, e a segunda persegue jornalista

Os tropeços de um partido (que deveria ser) fascista: o Partido Co­munista do Brasil (PCdoB) é uma dessas aberrações que só as liberdades democráticas permitem existir.
O PCdoB nasceu de uma divisão do “Partidão”, o Partido Comunista Brasileiro (PCB), em 1962. Seus integrantes (pelo menos os autênticos) têm na conta de revisionistas, isto é, desprezíveis, apressados e equivocados teóricos políticos os próceres do Partido Comunista da União So­viética (PCUS), Nikita Krushev à frente, que denunciaram a carnificina stalinista no seio da União Soviética. Como se sabe, isso ocorreu no 20º Congresso do PCUS, em 1956.

Para o PCdoB, Stálin continuou a ser o “guia genial dos povos”, cujos crimes eram apenas “o quebrar dos ovos para a feitura da omelete”, metáfora usada por Nadejda Man­delstám para se referir à justificativa brandida pelo ditador, que acreditava construir uma nova sociedade. O eufemismo é, já por si, revoltante e absurdo: quebrar os ovos significava matar milhões por crime (ou apenas suspeita) de opinião. A feitura da omelete seria a utópica implantação do comunismo, a sociedade sem classes, o paraíso terrestre.

Os devotos do PCdoB, esse partido-seita no Brasil, tiveram como paradigma de nação a miserável e sofrida Albânia, o país mais atrasado da Europa, que, ao fim de 49 anos de ditadura, viu-se diante de um espetáculo inimaginável: toda sua população tentava emigrar para a Itália, e abandonar de uma vez por todas o “paraíso comunista”. Belo paraíso!

Tem, pois, nas suas raízes o PCdoB tantas abjeções stalinistas quantas teria um partido nazista hitlerista ou um fascista mussoliniano que se tentasse fundar aqui, nas terras brasileiras. Assim, já nasceu de um tropeção. E vai tropeçando pela nossa história.

O partido patrocinou a Guerrilha do Araguaia (1972-1974), a mais estúpida tentativa de tomada de poder pelas armas que registra a história do Brasil. A ideia de João Amazonas, Maurício Grabois e Pedro Pomar, levada teimosamente à frente, mesmo desaconselhada por Chou En-Lai (que recebeu Pedro Pomar em Pequim em 1966), só serviu para uma derrota fragorosa de seus guerrilheiros e a dizimação de seus quadros.

Em 1979, com a anistia, o PCdoB saiu da clandestinidade e se juntou ao PT, seu parceiro-chefe até hoje. É nos governos do PT que os tropeços do PCdoB, mesmo não sendo os maiores, são os mais ideologicamente marcantes.

O governo Lula, estrategicamente, entregou à extrema esquerda algumas áreas do governo, mantendo conservadores na direção econômica. Sua sabedoria de vida havia lhe cochichado que só teria sucesso se mantivesse os maluquetes longe da economia, mesmo que promovessem desastres em áreas importantes. Desastres localizados têm conserto. Desastres econômicos são gerais e apeiam governantes, na melhor das hipóteses na próxima eleição. Estava certo. Conseguiu completar seus dois governos, manter o prestígio, enriquecer a família e eleger um poste para sucedê-lo.

Mas os tropeços do PCdoB ao longo do período petista não foram poucos. Vejamos alguns: o “companheiro” Tarso Genro, que havia abandonado o PCdoB pelo PT, onde seria mais fácil conseguir cargos (mas que continua na cabeça mais PCdoB, isto é, mais stalinista do que nunca), ao ocupar o Ministério da Justiça de Lula, feriu por duas vezes (ao menos) a dignidade brasileira. Deportou dois atletas cubanos que queriam asilo, em conchavo com Hugo Chávez, entregando-os à ditadura de Fidel e Raúl Castro.

Tarso Genro deu um absurdo refúgio a um terrorista e assassino italiano, um foragido da justiça condenado, mesmo contra o Conselho Nacional de Refugiados (Conare). Um tropicador, esse Tarso!

Outro “camarada”, Haroldo Lima, um dos poucos dirigentes do PCdoB a escapar dos tiroteios dos “anos de chumbo”, recebeu de presente a presidência da Agência Nacional de Petróleo (ANP), nos governos Lula e Dilma. Ali ficou de 2003 a 2011, a despeito de sua reconhecida incompetência e várias trapalhadas. Pode até não ter roubado pessoalmente, mas a ANP saiu enlameada de sua administração, com denúncias da Polícia Federal, reveladas pela revista “Época”, quanto à corrupção do ex-deputado (do PCdoB, é claro) e superintendente da agência, Edson Silva.

Rachel Sheherazade:  a jornalista do SBT, acossada por Jandira Feghali, resiste bravamente | Foto: Reprodução

Rachel Sheherazade:
a jornalista do SBT, acossada por Jandira Feghali, resiste bravamente | Foto: Reprodução

O governo Lula entregou ao PCdoB, também, e este tomou como sua propriedade, o Ministério dos Esportes. Falemos do ex-ministro Orlando Silva (do PCdoB, claro), uma figura simpática, com nome de cantor e aparência de artista da Globo, que foi na verdade um promotor da corrupção generalizada na pasta. Uma proliferação de ONGs que recebiam recursos do Ministério chamou a atenção da Polícia Federal, em 2011. Não precisou muito para demonstrar que essas organizações eram apenas fachada para desvio de recursos públicos para o partido e seus membros.

O PCdoB sempre julgou um péssimo defeito burguês roubar dinheiro público. Não é que o Ministério dos Esportes (do PCdoB) adotou esse feio hábito da burguesia decadente, de surrupiar o tesouro nacional?

Na gestão Agnelo Queiroz (também PCdoB, mais tarde filiado ao PT), iniciada em 2003, já surgiram os rumores. Em 2006, com a nomeação de Orlando Silva, até então secretário-geral do Ministério dos Esportes, a coisa desandou. Fatos comprovados foram vários, começando com um abuso de cartões de crédito do ministério, que serviam para o ministro pagar contas em restaurantes caros e até comprar uma prosaica tapioca de 8 reais.

Logo viriam coisas mais volumosas, como o desvio de dinheiro para o partido e membros importantes usando as ONGs “camaradas”, das quais pelo menos oito a Polícia Federal conseguiu detectar. Coisa aí, apenas como ponta de iceberg, na casa dos 40 milhões de reais. Usavam um programa do ministério chamado Segundo Tempo, voltado para assistência esportiva a jovens carentes. Em português cru, roubava-se o lanche de pessoas pobres, que se pretendia conquistar para o esporte, afastando-as das drogas. :: LEIA MAIS »

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