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:: 20/nov/2014 . 17:24

O DESGOVERNO FEDERAL, SÓ ATRAPALHA O DESENVOLVIMENTO DO BRASIL.

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Máquinas importadas preocupam fabricantes nacionais

Os bens de capital importados continuam invadindo o mercado nacional. Segundo Valter Furlan, presidente da Câmara Setorial de Cimento e Mineração da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), nos casos de mineração e cimento metade dos equipamentos adquirida neste ano veio de fora. “Considerando que o mercado está 60% menos comprador do que cinco anos atrás, os fabricantes nacionais estão fornecendo não mais que 20% do que faziam em 2008”, afirma Furlan, acrescentando que a cadeia de valor desses segmentos está registrando o fechamento de uma empresa de 50 funcionários por dia nos últimos três anos.

Furlan diz que o temor dos fabricantes é de que acabem sobrando muito poucas empresas produtoras de máquinas para mineração, cimento e agregados no Brasil. “Essa hipótese pode vir a se concretizar se o governo federal não reconhecer que esses segmentos são importantes para a geração de mão de obra bem remunerada e também que contribuem para a inovação.”

Pelos dados da Abimaq, em 2013 uma máquina para mineração produzida no Brasil resultou 37% mais cara do que uma fabricada nos EUA ou Alemanha. Os técnicos da entidade explicam que essa diferença se deve ao conjunto de barreiras tributárias e econômicas que inclusive dificultam a abertura de novas empresas e acabam levando outras à falência. Há um consenso entre os empresários do setor de bens de capital para cimento e mineração de que as mudanças demandadas estão nos impostos não recuperáveis na cadeia produtiva, na Logística, nos encargos sociais e trabalhistas e nos custos de regulamentação, de investimento e de energia.

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APAE DE ILHÉUS PROMOVE CAFÉ DA MANHÃ PARA OS CONTRIBUINTES NESTA SEXTA.

APAE - Imagem Internet

Como gratidão e apoio prestado à Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Ilhéus, os contribuintes são convidados para um café da manhã na sede da instituição, a ser realizado nesta sexta-feira (21), às 8h30.

“Onde você vê estas mãos, estenda as suas.

A mão que você estendeu, nos socorreu”.

A diretoria.

Empreiteiras afundam cada vez mais no “Petrolão” e advogados desesperados apelam ao absurdo

Empreiteiras afundam cada vez mais no “Petrolão” e advogados desesperados apelam ao absurdo

algemas_11Face lenhosa – Quando noticiou com exclusividade que as empreiteiras envolvidas no “Petrolão” levariam às autoridades a tese da leniência, o UCHO.INFO afirmou, sem medo de errar, que a estratégia fracassaria de forma solene. Isso porque os investigadores da Operação Lava-Jato têm mãos muito mais provas do que os executivos das empresas imaginam. E de fato fracassou. Essa manobra surgiu depois de alguns alarifes de plantão tentarem tirar do juiz federal Sérgio Fernando Moro o comando dos processos decorrentes da operação da Polícia Federal.

Atolados no maior escândalo de corrupção da história nacional, na condição de protagonistas, as empreiteiras não apenas se preocupam com seus executivos, presos na Operação Juízo Final, sétima etapa da Lava-Jato, mas com a continuidade dos respectivos negócios, fortemente abalados pelo imbróglio. Com base nesse propósito, as empreiteiras, por meio dos advogados dos executivos presos, passaram a adotar a tese absurda de que foram vítimas de extorsão, assunto que mereceu matéria do UCHO.INFO na edição de quarta-feira (19).

Beira a irresponsabilidade afirmar que diretores de grandes empresas da construção pesada se renderam à extorsão praticada por criminosos que faziam girar, dentro da Petrobras, um carrossel bilionário de corrupção. Extorsão é crime e como tal deve ser prontamente denunciada às autoridades policiais para que os marginais sejam presos em flagrante. Contratados a peso de ouro pelas empreiteiras e por seus diretores, os mais badalados criminalistas do País agora se dedicam a declarações estapafúrdias.

Só se rende ao crime de extorsão – e com ele consente – quem está disposto a fazer parte da quadrilha, o que significa ganhar rios de dinheiro. A tese pífia da extorsão foi lançada pelo vice-presidente-executivo da construtora Mendes Junior, Sérgio Cunha Mendes, preso na Operação Juízo Final. Cunha Mendes disse em seu depoimento aos policiais federais que aceitou pagar propina de R$ 8 milhões, em quatro parcelas, para conseguir um contrato com a Petrobras. A falsidade dessa declaração ergue-se a partir de um detalhe: a propina foi paga em quatro parcelas consecutivas e de igual valor a Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, e ao doleiro Alberto Youssef.

Sérgio Cunha Mendes pode dizer o que quiser, até porque em tese o Brasil ainda é uma democracia, mas o executivo não pode querer que os brasileiros acreditem em tamanha sandice. Afinal, sabe-se, não é de hoje, que durante décadas as empreiteiras foram – e ainda são – a mola propulsora da corrupção no País, que anualmente arranca dos bolsos dos brasileiros a bagatela de R$ 80 bilhões.

A mais nova empreitada dos advogados que atuam na Operação Lava-Jato é “vender” ao Supremo Tribunal Federal a ideia absurda de que o caso deve sair de Paraná. Na opinião dos criminalistas que defendem executivos da Engevix, o competente e corajoso juiz federal Sérgio Moro usurpou da competência do STF ao ocultar no bojo do processo os crimes relacionados aos deputados federais André Vargas e Luiz Argôlo.

Como tem afirmado reiteradas vezes o UCHO.INFO, o advogado tem o dever profissional defender o cliente, desde que para tanto não ultraje a coerência e o bom senso jurídico. As denúncias que deram origem à Lava-Jato, feitas pelo empresário Hermes Magnus e pelo editor do site, tinham como base os crimes cometidos em Londrina pela quadrilha comandada pelo então deputado federal José Janene (PP-PR), já falecido, cujo braço direito no universo dos desmandos era ninguém menos que Alberto Youssef, seu compadre. Portanto, as investigações e os processos da Operação Lava-Jato ocorrem adequada e legalmente e devem permanecer no Paraná.

Que a situação dos envolvidos no esquema criminoso conhecido como “Petrolão” é difícil todos sabem, mas não se pode aceitar passivamente que advogados recorram ao absurdo para justificar os estratosféricos honorários cobrados dos criminosos. Os criminalistas que ora defendem os executivos da Engevix deveriam se preocupar com os desdobramentos do caso, uma vez que há muito mais escândalos na fila de espera. Se dúvidas a respeito persistirem, que esses advogados perguntem a Silas Rondeau, Erenice Guerra e outros tantos frequentadores das coxias do poder.

 

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Link para esta matéria: http://ucho.info/?p=86873

EXCELENTE O TRABALHO COMUNITÁRIO DESENVOLVIDO PELA 68ª CIPM EM ILHÉUS.

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HOMENAGEM AOS BIOMÉDICOS.

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