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:: 5/nov/2014 . 20:27

MOVIMENTO DE EMANCIPAÇÃO DO PONTAL – O RETORNO!

Concurso-Banco-do-Brasil

Ficamos sabendo, hoje, que o movimento voltou a ser articulado em bases mais pragmáticas.

Sem muito alarde, porém quando do seu lançamento será com ações positivas realizadas.

Uma delas já encaminhadas e em execução, é a instalação de uma Agencia do Banco do Brasil, na rua Cel. Pessoa, onde funciona uma confeitaria ao lado do hotel.

CANNABIS TOUR, UM NOVO NICHO DE NEGÓCIOS!!!

A empresa de viagem que sair na frente, vai ter enorme sucesso.

Passagens Ilhéus-Washington em 12 vezes, vai ganhar muitos clientes, e dinheiro naturalmente.

Os ervoafetivos ilheenses estão em delírio com a liberação da maconha lá.

Já pensou, queimar um beck, finório ou morrete na maior legalidade?

E aí??? Só……

Ervoafetivo se empapuçando...

Ervoafetivo se empapuçando…

Incompetente de longa data, Dilma apela a Lula para solucionar a crise e montar o novo governo

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Porões do poder – Não por acaso o ucho.info afirma há anos que a petista Dilma Vana Rousseff, a presidente reeleita, é incompetente com todas as letras. O desempenho de Dilma no comando do País nos últimos quatro anos pode ser conferido nos números da economia e nos escândalos de corrupção que pululam em todos os escaninhos da máquina federal. A realidade está à mostra para ser checada por quem tiver interesse, independentemente da ideologia política de cada um. Contra fatos não há argumentos, prega a sabedoria popular. Portanto, Dilma só pode ser classificada como incompetente. Algo notório em sua fala desconexa e no seu raciocínio medíocre. Porém, nada mais poder-se-ia esperar de alguém que aceita ser o esbirro de um alarife que atende pelo nome de Luiz Inácio da Silva.

Quando disputou a Presidência da República em 2010, Dilma foi apresentada ao eleitorado como a garantia da continuidade, como se Lula tivesse feito algo tão majestoso a ponto de ser estendido por mais alguns anos. Lula conseguiu empurrar o povo na vala do consumismo, apenas porque precisava de um antídoto contra a crise global. Encerrado esse embate econômico, o ex-metalúrgico foi obrigado a reinventar a classe média, sob pena de não o fazendo ser atropelado por uma avalanche de endividados que caíram no chamado conto do vigário.

Agora, em 2014, Dilma voltou à cena político-eleitoral a bordo do mesmo discurso embusteiro, alegando que era preciso manter as conquistas e impedir o retrocesso. Nada poderia ser mais mentiroso do que uma afirmação desse naipe, esculpida na ponta cinzel mitômano do marqueteiro João Santana, que foi comparado pelo cineasta Fernando Meirelles e pelo editor do ucho.info a Joseph Goebbels, chefe da propaganda nazista, não pela teoria truculenta e criminosa de Adolf Hitler, mas pela afirmação histórica de que uma mentira repetida mil vezes acaba por se tornar verdade. Foi isso o que a campanha de Dilma Rousseff proporcionou aos brasileiros que necessitam de mudança: uma enxurrada de mentiras. 

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Últimos artigos do Blog do ambientalismo

 

ambientalismo

Governo quer agilizar licenciamento ambiental

Posted: 05 Nov 2014 08:10 AM PST

“Eu não consigo entender como um estudo de impacto ambiental pode ter 35 mil páginas, como acontece no caso de [a usina hidrelétrica] Belo Monte. Não dá para ser assim, há algo errado nisso, e que precisa mudar.”

As palavras acima não foram proferidas por um empresário exasperado com as dificuldades kafkianas impostas pela legislação ambiental brasileira a qualquer empreendimento de dimensão igual ou superior a um posto de gasolina, ou por algum crítico contumaz do uso político do processo de licenciamento ambiental. Sua autora foi a própria ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo (3/08/2014), na qual se referia a mais uma iniciativa do governo federal para agilizar o licenciamento, alvo de mais que justificadas reclamações dos setores produtivos, obrigados a aguardar prazos esticadíssimos para a análise dos seus empreendimentos pelos órgãos ambientais.

Segundo o jornal, a pauta das mudanças está sendo discutida entre o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), com o aval da Casa Civil da Presidência da República, e deverá ser publicada nos próximos dias, por meio de uma portaria.

A reportagem afirma que o governo pretende reduzir a influência de outros órgãos que participam do processo de licenciamento, especificamente, a Fundação Nacional do Índio (Funai), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Fundação Palmares. Para tanto, a portaria deverá definir com clareza as ocasiões em que deverão ser consultados e quais serão os critérios das consultas.

Como se sabe, todos eles são fontes recorrentes de dificuldades para a concessão das licenças ambientais, devido à forte inclinação ideológica dos seus corpos técnicos – problema do qual o próprio ministério não está isento.

Além dos prazos excessivamente esticados para a análise dos processos de licenciamento, geralmente incompatíveis com a dinâmica requerida pelos empreendimentos, com frequência, os empreendedores ainda são obrigados a arcar com os altos custos das chamadas compensações ambientais, que, não raro, envolvem requisitos que deveriam caber às administrações públicas. Em casos de projetos de grande porte, como usinas hidrelétricas, as exigências podem incluir itens como a construção de redes de saneamento, escolas, hospitais e outras instalações. Os custos são ainda maiores se os empreendimentos interagirem com comunidades indígenas, como é o caso da usina de Belo Monte, no rio Xingu, cujo cronograma poderá atrasar-se em mais de um ano, em grande medida, devido às repetidas invasões do canteiro de obras por indígenas da região, mobilizados pelo aparato ambientalista-indigenista, em sua campanha contra o projeto.

Embora cautelosa com as palavras, a ministra admite o que chama a “socialização” do problema e afirma que ele deverá ser reduzido. “O licenciamento não é a Geni das obras públicas, mas também não pode ser a cereja do bolo. Ele é apenas um instrumento de caráter preventivo e desta forma deve ser tratado”, disse ela ao jornal.

A iniciativa federal é das mais oportunas e ocorre em paralelo com outras semelhantes que têm sido implementadas em alguns estados, como São Paulo, que anunciou, no ano passado, uma ampla simplificação da legislação estadual específica (Alerta Científico e Ambiental, 1/08/2013). Nas últimas duas décadas, os sobrecustos e os atrasos impostos pelos exageros do licenciamento ambiental têm sido um dos principais fatores limitantes da expansão da infraestrutura energética e viária do País.

Resta aguardar e acompanhar os seus desdobramentos – e, se preciso, pressionar – para que não seja apenas mais uma boa intenção neutralizada pela inércia burocrática ou pelas pressões do aparato ambientalista-indigenista.

Em tempo: não sabemos se o Guiness tem algum registro a respeito, mas 35 mil páginas em um licenciamento ambiental deve ser um recorde mundial.

 

 

Novo Código Tributário propõe adequação de Ilhéus à Lei de Responsabilidade Fiscal

Conforme informou o prefeito Jabes Ribeiro, o Projeto de Lei que institui o novo Código Tributário do município será enviado à Câmara de Vereadores nos próximos dias.

Prefeito de Ilhéus Jabes Ribeiro - Foto Gidelzo Silva (Secom - Ilhéus)

O projeto do novo Código Tributário de Ilhéus, que será encaminhado pelo prefeito Jabes Ribeiro, nos próximos dias, à Câmara de Vereadores, tem entre suas finalidades contribuir para a adequação do Município à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O gestor ilheense apresentou suas considerações à população, sobre o projeto, na manhã desta quarta-feira, dia 5, durante o programa Linha Direta com o Prefeito, veiculado em emissoras de rádio locais. Ele explicou a importância da revisão da norma e ressaltou as implicações dessa medida na ampliação da arrecadação própria, para a melhoria da prestação de serviços públicos e até mesmo possibilitar o aumento de salários dos servidores.

Conforme destacou Jabes Ribeiro, o código precisa ser atualizado em função da nova legislação e considerando a necessidade do município equilibrar as receitas. “Nós sabemos que há dois caminhos para organizarmos o município: cortando despesas e aumentando as receitas”, disse. “Entendemos que é uma obrigação do governo trabalhar para aumentar a arrecadação e cobrar daqueles que devem ao município. Por isso mesmo, contratamos uma empresa, a Juris Data, que elaborou e nos apresentou uma proposta de atualização do nosso Código Tributário, acompanhado da planta genérica de valores dos imóveis”, explicou. O prefeito ressaltou que a proposta do novo código não é aumentar alíquotas, e sim atualizar os valores venais como forma de tornar justo o pagamento dos tributos.

 Ele também observou que o governo está em fase de recadastramento imobiliário do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), tributo que compõe a receita própria do município. Conforme destacou, o objetivo é organizar o setor imobiliário, inclusive com medidas em relação aos terrenos. “Vamos ter uma política para que as pessoas façam os muros de seus terrenos, o passeio, e assim atribuir uma utilidade ao imóvel; tem gente que fica com o terreno só por especulação, e o local vira depósito de lixo”, comentou.

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Salão de beleza português onde ferries foram comprados também se negociam aviões

Duas empresas funcionam no mesmo endereço do salão de cabeleireiros da sogra de um dos sócios

Da Redação (redacao@correio24horas.com.br)
05/11/2014 06:47:00Atualizado em 05/11/2014 07:02:52

Fachada de prédio onde funciona empresa que vendeu ferries gregos (Foto: Paula Cosme Pinto/Arquivo Correio)

No mesmo endereço de onde saíram as negociações para a venda de dois ferries gregos ao governo do estado da Bahia — número 10 da Rua Dom Afonso de Noronha, na Grande Lisboa, em Portugal — também é possível negociar aviões. Isso entre um corte e outro de cabelo, já que no mesmo local funciona um salão de beleza. Dois sócios da empresa portuguesa Happyfrontier Importação e Exportação Lda.  (João Carlos Palmeirão de Melo e Helder José Veras Nunes Barata) criaram uma nova empresa no dia 22 de maio deste ano, a Red Frontier Lda.

A criação da sociedade ocorreu no mesmo dia em que a Happyfrontier recebeu de armadores gregos o segundo dos dois ferries que em seguida foram vendidos ao governo da Bahia (o primeiro foi comprado pela Happyfrontier no dia 2 de maio) e que aqui foram rebatizados de Dorival Caymmi e Zumbi dos Palmares, ambos já em operação na travessia Salvador-Itaparica.

O CORREIO localizou, ontem, a documentação do Ministério da Justiça de Portugal que formaliza a sociedade Red Frontier, que já nasceu tendo como atividade a comercialização, importação e exportação de navios, agenciamento de embarcações e  aeronaves, além de outros serviços relacionados a transportes — diferente da Happyfrontier, que inicialmente vendia eletrodomésticos e mobiliários e que teve o objeto alterado em abril, seis meses depois de vender os ferries para a Bahia. As duas empresas funcionam no mesmo endereço do salão de cabeleireiros da sogra de um dos sócios — João Carlos Palmeirão de Melo.

A transação, realizada após um processo licitatório, está sendo investigada pelo Ministério Público Estadual (MPE), que também recebeu denúncia de superfaturamento — os ferries foram comprados pela Happyfrontier por 12 milhões de euros e vendidos por 18 milhões, acrescidos o transporte e treinamento da tripulação. O capital social da Happyfrontier é de 15 mil euros.

A Procuradoria-Geral de Justiça solicitou ao Grupo de Atuação Especial de Defesa do Patrimônio Público e da Moralidade Administrativa (Gepam), que iniciou a apuração, uma cópia de toda a documentação que está sendo analisada. Por se tratar de denúncia de improbidade em secretaria estadual, pode ser de atribuição da Procuradoria de Justiça essa apuração.

O MPE, através de sua assessoria de comunicação, informou que a documentação solicitada chegou, na segunda-feira à noite, para análise e que só deve voltar a se pronunciar sobre o caso após essa análise. A Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra), procurada ontem, informou que não recebeu do Ministério Público nenhuma recomendação ou documentação relacionada à compra das embarcações.

O Gepam já solicitou a recomendação de que o restante do pagamento à empresa seja suspenso até o fim da apuração. De acordo com o Portal da Transparência já foram realizados três pagamentos, que somam R$ 49,966 milhões — 85% do valor devido. O acordo com a empresa é de que o último pagamento só será realizado após  120 dias de operação, que começou há  um mês.

A denúncia de irregularidades foi feita, inicialmente, pelo jornalista Fernando Conceição, professor da Ufba, em seu blog. O CORREIO foi à sede da Happyfrontier, na Grande Lisboa, quatro vezes e não localizou ninguém no local.

AVISO DE DESLIGAMENTO DE ENERGIA PELA COELBA.

ILHÉUS – PAROU POR QUÊ?

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