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:: 8/out/2014 . 21:01

GOZAÇÃO: QUAL A COLEÇÃO DE ÓCULOS MAIS FASHION?

A de João Santana, marqueteiro de Dilma?

Ou a de Marília Gabriela, entrevistadora da RedeTV?

Quem é o mais 'bunitin'?

Quem é o mais ‘bunitin’?

 

PARA DOMAR A INFLAÇÃO, VOLTAR O DESENVOLVIMENTO, E TIRAR O BRASIL DA RECESSÃO!

PRESIDENTE AÉCIO

MARCELINO GALO DO PT, PODE PERDER A VAGA NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA BAHIA.

Deputado Marcelino Galo do PT, que tentava a reeleição.

Deputado Marcelino Galo do PT, que tentava a reeleição.

Talvez por erro do TRE, ou mesmo uma manobra malandra, mas é preciso que o caso seja bem apurado.

Leiam na postagem abaixo.

Coligação do Democratas reivindica 24ª vaga de deputado estadual na Bahia


Em anexo os documentos que comprovam o erro da Justiça Eleitoral na distribuição das cadeiras na Assembleia Legislativa com base no resultado do pleito divulgado pelo TSE.

A Coligação Unidos para uma Bahia Melhor, encabeçada pelo Democratas, ingressou nesta quarta-feira (8) com uma petição junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) reivindicando a 24ª vaga de deputado estadual sob a alegação de que houve erro no cálculo na distribuição das cadeiras para a Assembleia Legislativa. Baseado nos números oficiais divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o partido realizou cálculos e constatou uma divergência entre o total de vagas da coligação apresentada pela Justiça Eleitoral e o número encontrado pelo partido.

De acordo com a Justiça Eleitoral, a coligação elegeu 23 parlamentares, enquanto o número correto seria 24. Neste caso, o candidato Antônio Elinaldo (DEM), líder da oposição em Camaçari, assumiria esta vaga. Em contrapartida, o deputado Marcelino Galo, do PT, passaria a ser o primeiro suplente da coligação adversária, deixando a mesma com 29 parlamentares, em vez dos 30 divulgados pela Justiça Eleitoral. Ao ser comunicado, o deputado estadual Paulo Azi acionou imediatamente o departamento jurídico para que todas as providências fossem adotadas no sentido de corrigir o erro que prejudica de forma direta o Democratas.

Assinada por Ademir Ismerin, advogado da coligação encabeçada pelo Democratas, a petição foi encaminhada ao juiz presidente da Comissão Apuradora do TRE baiano. O erro foi constatado na distribuição da última vaga. Na Bahia houve 6.830.468 votos válidos, segundo a Justiça Eleitoral, o que dá um coeficiente de 108.420. Esse cálculo é feito pela divisão dos votos válidos pelo número de vagas que, no caso da Bahia, são 63.

Na primeira distribuição, 59 parlamentares automaticamente se elegeram por diversas partidos. Restaram, portanto, quatro vagas para serem preenchidas pelo cálculo das sobras. A primeira coube ao Democratas, coligação que teve a maior média (107.494,3). A segunda ficou com o PT (média de 106.211,9), a terceira, ao PSB (com média de 103.641,7) e a última caberia ao Democratas (média de 103.015,3), mas ficou com o PT, que apresentou uma média inferior (102.671,5).

“Trata-se de um erro grave e que somente foi constatado porque decidimos fazer contas. Se o sistema é único, é bem provável que esteja acontecendo em todo o país, prejudicando candidatos de todos os partidos. A Justiça Eleitoral precisa explicar por que cometeu um erro tão grave”, disse o presidente do Democratas de Camaçari, Helder Almeida. Ele acrescentou, ainda, que o Ministério Público Eleitoral tem a obrigação de apurar as eventuais irregularidades e punir os responsáveis. “Quero saber se foi erro do programa de cálculo ou ação deliberada de alguém”.

Helder Almeida disse, ainda, esperar que o TRE reconheça o erro e corrija imediatamente o grave erro. “Nós estamos baseados em números oficiais. A matemática é uma ciência exata e nossos cálculos estão certos. Cabe à Justiça Eleitoral apenas conferir, reconhecer o erro e alterar a relação de eleitos na Bahia. Já o Ministério Público Eleitoral precisa se pronunciar sobre o caso”.

 

O VENENO DA NOITE !

Guy Valério Barros

FHC quando disputou a presidência diretamente contra Lula.

Ganhou as duas, no primeiro turno…

Bebeto Galvão concede entrevista coletiva para imprensa do Sul da Bahia

O deputado federal eleito Bebeto Galvão (PSB) concederá uma entrevista coletiva nesta quinta-feira (09), às 9h, no Hotel Barravento, no bairro do Malhado, em Ilhéus, para agradecer publicamente a cada um dos 96.134 votos que obteve, sendo quase a metade desta marca conquistada na Região Sul. Bebeto também fará uma avaliação do pleito eleitoral de 2014 e reafirmar seus compromissos de campanha.

Como deputado federal, Bebeto pretende ser uma voz atuante para garantir políticas públicas que devolvam ao Sul da Bahia o protagonismo econômico que a região já teve um dia.

Conheça algumas das bandeiras que Bebeto defenderá para o Sul da Bahia

  • Anistia da dívida da cacauicultura, associando a prática do cacau cabruca com pequenas indústrias de chocolate

  • Escolas técnicas e cursos profissionalizantes

  • Instituir a UESC como multi-campi para atender estudantes de cidades fora do eixo Ilhéus-Itabuna

  • Dotar a CEPLAC com personalidade jurídica e orçamento próprio para atuar na pesquisa, extensão rural e comunicação

  • Integração das costas do Cacau e do Descobrimento para intensificar o fluxo do turismo e escoamento de produtos agrícolas entre as regiões

  • Priorizar políticas de crédito e assistência técnica para a agricultura familiar

  • Investimento em infraestrutura: estradas, energia e mobilidade urbana

  • Investimentos mais expressivos para instituições públicas e filantrópicas de Saúde

  • Ampliação de escolas públicas com educação em tempo integral

  • Fortalecimento do Turismo rural, religioso, cultural e lazer

  • Luta pela diminuição da carga tributária para fortalecer os setores do comércio e indústria

  • Instalação plena da Ferrovia Oeste-Leste e Porto Sul

ACORDA DILMA – A INFLAÇÃO É O MONSTRO DO PRESENTE!

INFLAÇÃO

COELBA – AVISO DESLIGAMENTO ITACARÉ.

ESPAÇO DO LEITOR – MORADAS DO PORTO.

Bom dia. 

Acompanho já algum tempo o sarrafo por entender que se trata, de um blog sério, anti petralha. 

Moro de maneira legal no Morada do Porto, fui contemplado de maneira honesta e logo que os apartamentos foram entregues tomei posse e ocupei.

Estou lá a mais de um ano e meio.

Amigo, mais de 50% dos imóveis já foram vendidos, o que é irregular, outros nunca foram ocupados. A farra das vendas é de conhecimento da secretaria de assistência social, da caixa econômica e do prefeito Jabes. Inclusive numa entrevista na radio conquista fm 105, o prefeito disse que sabia dessa situação. Por que todo mundo sabe e ninguém faz nada? Por que é do interesse dos petralhas que as coisas continuem assim, para ganhar as eleições os petralhas deixam roubar e outras coisitas mais.

Informações do SARRAFO: O assunto já se encontra na esfera judicial.

PREFEITURA DE ILHÉUS FRAUDOU DOCUMENTOS DO MINHA CASA MINHA VIDA.(30/01/2013)

NA TELINHA, OS BASTIDORES DA JUSTIÇA!

Julgamento sobre revisão anual em vencimentos de servidores é suspenso

BSPF     –     02/10/20141ceplac1

Pedido de vista do ministro Dias Toffoli suspendeu, na sessão desta quinta-feira (2), o julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 565089, no qual o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) discute o direito de servidores públicos do Estado de São Paulo a indenização por não terem sido beneficiados por revisões gerais anuais em seus vencimentos. O caso teve repercussão geral reconhecida. Até o momento se posicionaram pelo direito à indenização os ministros Marco Aurélio (relator), Cármen Lúcia e Luiz Fux. Contra esse entendimento se manifestaram os ministros Roberto Barroso, Teori Zavascki, Rosa Weber e Gilmar Mendes.

Relator

No início do julgamento, em junho de 2011, o ministro Marco Aurélio reconheceu o direito dos servidores à indenização. Para ele, a revisão não é vantagem, mas um componente essencial do contrato do servidor com a administração pública e uma forma de resguardar os vencimentos dos efeitos da inflação. Concluindo pelo provimento do recurso, o ministro lembrou que a revisão geral anual está assegurada no artigo 37, inciso X, da Constituição. Na ocasião, a ministra Cármen Lúcia pediu vista dos autos.

No retorno do julgamento, em abril de 2014, a ministra seguiu o entendimento do relator. Para ela, a omissão quanto à edição de leis para garantir revisão geral anual configura frontal desrespeito à Constituição, causando danos aos servidores paulistas, o que permitiria invocar a responsabilidade do ente estatal.

Divergência

A divergência foi aberta pelo ministro Luís Roberto Barroso, na mesma sessão de abril. Para ele, o estado seria obrigado a avaliar anualmente a remuneração geral dos servidores, o que não significa necessariamente a concessão de aumento. O ministro votou pelo desprovimento do recurso, e contra o que ele chamou de “uma forma de indexação permanente”.

Novo pedido de vista, dessa vez do ministro Teori Zavascki, interrompeu o julgamento.

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A Polícia Federal é do Brasil

Segunda-Feira 22/09/14 17:25policia federal

Por Jorge Pontes*

Quando a presidente Dilma Rousseff diz com orgulho que são os órgãos de seu governo que estão investigando os escândalos de corrupção da Petrobrás ela está, em realidade, os 13.000 policiais federais que compõem o Departamento de Polícia Federal. Trata-se do mais puro uso político do trabalho de uma instituição que transcende a esse ou aquele governo.

Tal afirmação consubstancia-se em verdadeiro escárnio, um desrespeito aos integrantes de uma corporação que só vêm conseguindo algum resultado nesse governo, unicamente em razão da abnegação de seus agentes e delegados.

A sociedade melhor entenderia que, apesar desse governo, a Polícia Federal, órgão permanente do Estado brasileiro, e assim como tal previsto na Constituição da República, conseguiu um sucesso histórico na condução da Operação Lava a Jato, que desvendou a máquina de desviar dinheiro instalada na Petrobrás.

O que de fato vem sendo observado, principalmente por nós, policiais federais, é o empenho do atual governo para controlar politicamente as ações da polícia judiciária da União.

Poderíamos citar um grande número de dissabores aos quais fomos submetidos, todos devidamente disfarçados em medidas “de gestão”, e impostos pelo atual governo à Polícia Federal. Contudo, em se tratando do tema “autonomia”, é imperioso registrar que na administração do atual Ministro da Justiça foi estabelecido o “vazamento institucional” na Polícia Federal.

Explico: a aplicação do Decreto nº 7.689/2012, à Polícia Federal, impõe a prévia autorização ministerial para a concessão de diárias de servidores em missão. Com 123 unidades em todo o país, para atender 5.561 municípios, a Polícia Federal se vê refém do Governo Federal em ter as suas grandes operações repressivas sendo indiretamente monitoradas por meio deste Decreto.

O artigo 7º do aludido Decreto acaba sendo, de fato e de direito, um mecanismo que viabiliza o conhecimento prévio e o controle das operações da Polícia Federal, uma vez que o deslocamento de 3 a 10 servidores por período superior a 40 dias indica uma possível operação de inteligência, bem como o arregimentação de mais de 10 servidores para o mesmo evento por 2 a 5 dias indica a deflagração de uma grande operação.

Por exemplo, na solicitação para um contingente de 250 policiais federais, percebendo três dias e meio de diárias na cidade de João Pessoa/PB, fica claro que encontra-se em curso medidas visando deflagração de uma operação repressiva de grande porte na capital paraibana. Tal situação é uma afronta aos princípios da compartimentação e sigilo das operações policiais.

É importante que a sociedade brasileira saiba que o orçamento da Polícia Federal no Governo Dilma caiu drasticamente. E assim também está ocorrendo com os recursos das diárias e passagens e, igualmente, diminuíram substancialmente os recursos das operações sigilosas, de modo que as ações policiais contra políticos são realizadas com verba não sigilosa, exatamente esta que depende dessa autorização do Ministério da Justiça.

Obrigar a Polícia Federal a pedir autorização para pagar diárias de policiais, e, por conseguinte, dar conhecimento prévio a servidores do Ministério da Justiça, sobre as operações em andamento, é uma forma indireta de o Governo controlar as operações do DPF.

Em qualquer academia de polícia de qualquer país do planeta, ensina-se que as operações policiais têm seu sucesso garantido na medida em que o seu sigilo absoluto é preservado.

Talvez, aqui no Brasil, em razão de não termos quase ninguém do estamento político-governamental envolvido no cometimento de crimes graves, a coisa seja um pouco diferente.

* Jorge Barbosa Pontes é delegado federal e ex-diretor da Interpol

Obs.: Leia, de minha autoria, A Gestapo do PT e o pau de arara virtual –

http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/14910-a-gestapo-do-pt-e-o-pau-de-arara-virtual.html

contador free

nao basta

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