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:: 8/fev/2014 . 19:44

RECLAMAÇÕES GENERALIZADAS NA INTERNET.

meira

Rolam nas redes sociais, várias reclamações contra a nova loja do supermercado Meira no Malhado.

Não é novidade nenhuma, a rede privilegia o preço baixo a qualquer custo, dizem eles, em  detrimento do respeito ao consumidor.

Hoje, reclamam da quase nenhuma ventilação, um calor infernal que fez várias pessoas passarem mal na nova loja.

Ilhéus continua sendo cidade do armengue, improviso e falta de respeito ao consumidor. 

O VENENO DA NOITE !

Guy Valério Barros

Tartarugas não sobem em árvores.

Assim como balão apagado não sobe aos céus…

A DIFERENÇA ENTRE CONTENT MARKETING E PUBLICIDADE.

Publicada em 

Joe Pulizzi - Columbus 2012

Joe Pulizzi

O princípio básico de content marketing é a geração de conteúdo com foco na geração de resultados — como aumento de vendas, retenção de clientes, força da marca etc.

É nesse ponto que content marketing pode ser confundido com campanha publicitária. Afinal, a lógica é a mesma.

O que nos confunde ainda mais é o fato de muitos cases de content marketing terem perfil mais próximo de publicidade do que de conteúdo propriamente dito.

Afinal, content marketing é compartilhamento de conhecimento, propaganda ou ambos? Fiz essa a pergunta a Joe Pulizzi, fundador e CEO do Content Marketing Institute, dos Estados Unidos, e autor de três dos principais livros sobre o tema.

Veja a seguir a resposta dele e, mais abaixo, o vídeo (legendado).

“Se você analisar algumas propagandas que existem, há muitas que contam histórias. Mas isso não significa que são content marketing.

Quando um vídeo ganha efeito viral ou um anúncio está na televisão e também online, acho fantástico. Como profissionais de content marketing, não somos contra o uso de propaganda de forma alguma.

Mas um dos pilares de content marketing diz respeito a consistência. Se nos vemos como publishers e como empresas de mídia, temos de ter certeza da consistência da mensagem que queremos criar.

Não queremos ver content marketing como uma campanha. Se você enxerga content marketing como uma campanha, significa que haverá uma data de encerramento.

E se há uma data de encerramento, não se trata de uma abordagem de content marketing para o seu negócio porque o que queremos no longo prazo é nos tornarmos os experts, líderes em informação, para nossos consumidores. Para fazer isso, é preciso gerar conteúdo todo dia, ou toda semana, ou todo mês, ou qualquer que seja a periodicidade.

Então, eu diria que, sim, há espaço para propaganda. E, quando a propaganda é inteligente, não é content marketing, mas funciona muito bem.

No entanto, para content marketing, temos de ter uma abordagem consistente de distribuição do conteúdo por qualquer que seja o canal, e não apenas encarar tudo isso como propaganda.

Eu diria, ainda, que você pode adotar content marketing e conseguir mais audiência por meio de propaganda. Esta é uma abordagem interessante. Mas eu não diria que propaganda é necessariamente content marketing.”

Acompanhe abaixo a conversa, gravada por Skype.?


Sobre o autorCassio Politi é diretor de content marketing da Tracto. É autor do livroContent Marketing – O Conteúdo que Gera Resultados. Já prestou consultoria e ministrou cursos em 25 estados. Twitter: @tractoBR.

NOTÍCIAS DE PORTO SEGURO – RADAR NOTÍCIAS.

DETALHE: Ai vai ser o corredor de acesso de duas seleções mundiais de futebol: Suíça e Alemanha. Essa é uma bomba que vai explodir sim.!

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VEJA A MATÉRIA COMPLETA CLICANDO AQUI

 

 

SAI A PRIMEIRA PESQUISA AINDA SEM O CAMPO FORMADO DEFINITIVAMENTE.

Pesquisa Séculus/Bahia Notícias: Souto lidera e bate Geddel; Rui Costa fica atrás de Lídice
A pesquisa para governador da Bahia, realizada pelo Instiuto Séculus em parceria com o Bahia Notícias, mostra uma corrida com a oposição na liderança com certa tranquilidade. Dois cenários pré-definidos foram colocados para o eleitor opinar,um com o ex-governador Paulo Souto (DEM) como candidato da oposição, e o outro com o presidente do PMDB na Bahia, Geddel Vieira Lima, no mesmo posto. Os outros nomes são aqueles já definidos: o chefe da Casa Civil e candidato da base governista, Rui Costa (PT) e a postulante do PSB, senadora Lídice da Mata. No primeiro universo, Paulo Souto aparece com larga vantagem, com a preferência de 40,8% dos entrevistados. Logo depois vem Lídice, com 12,2%. Em terceiro está o petista, com 10,1%. Os que ainda não sabem ou não opinaram somam 25,2% e aqueles que não votariam em nenhum dos três totalizam 11,4%. No segundo cenário aparece o motivo para a dor de cabeça do prefeito ACM Neto (DEM), que teria até dito a Geddel que o ex-ministro seria candidato, mas ouviu de Souto – melhor nas pesquisas internas – que a chama tinha reacendido. O peemedebista lidera a disputa no levantamento, com a preferência de 23,7% dos pesquisados. No entanto, a pontuação dele é quase metade da atingida pelo democrata, além do fato de que os adversários crescem. Lídice continua em segundo lugar, agora com 15,2%. Rui Costa passa para 13,7%. Sobe também o número de indecisos – que não sabem ou não opinaram – com soma total de quase 29%. Não votariam em nenhum dos três 18,2% dos pesquisados. 

Montagem: Bahia Notícias
O eleitorado baiano também participou da modalidade espontânea, quando não é dada nenhuma opção e o consultado escolhe o nome que preferir. O prefeito ACM Neto (DEM) aparece como o mais lembrado, com 13,5% das intenções de voto, apesar de já ter se colocado fora da disputa. Em segundo vem o governador Jaques Wagner (PT), com 11,4%, mesmo com o fato de não poder tentar nova reeleição. Logo depois vem Souto (4,5%). Geddel aparece mais atrás, com 2,8% da preferência. O peemedebista ainda garante que a oposição pontue mais que Rui Costa (2,5%). A partir daí, o cenário mostra novidades. O senador Walter Pinheiro (PT), que perdeu a indicação para o chefe da Casa Civil de Wagner, pontua melhor com 3,3%. O vice-governador e pré-candidato ao Senador, Otto Alencar (PSD), também sai na frente de Rui, com 2,7%. O presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT), que queria concorrer para governador e agora luta para ser vice, surge com a preferência de apenas 0,8% dos entrevistados, empatado com o nome especulado para vice na chapa da oposição, João Gualberto (PSDB). O inusitado é que ambos ficam atrás do apresentador Zé Eduardo (Bocão), escolhido por 0,9%, e também do prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (PSDB), com 1,3%. 

Clique na imagem para ampliar
Já no cenário nacional, a presidente Dilma Rousseff (PT) vence tranquilamente a eleição na Bahia, ainda no primeiro turno. Ela aparece com 54,2% das intenções de voto, contra 13,2% do pré-candidato tucano, o senador Aécio Neves (PSDB-MG). O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) soma apenas 6,5%. Não opinaram ou não souberam responder 13,4%. Já 12,3% disseram que não votariam em nenhum dos três. A pesquisa Séculus/Bahia Notícias foi realizada entre os dias 2 e 6 de fevereiro, com 2 mil 290 pessoas, de todas as classes sociais, sexos e áreas de atuação. Foram entrevistados eleitores de 72 cidades baianas, em 26 territórios de identidade. A margem de erro é de 3,9 pontos porcentuais. 

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