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:: 21/jan/2014 . 20:00

É HORA DE ACABAR COM O INDIGENISMO — ANTES QUE ELE INCENDEIE O BRASIL.

Postado por  em 21 janeiro, 2014 · 

Os episódios conflituosos envolvendo indígenas em vários estados, neste início de 2014, não deixam margem a dúvidas: ou a sociedade brasileira decide interromper o avanço do “indigenismo” como ideologia motivadora das políticas do Estado para os povos indígenas, ou o País corre o risco de ver multiplicarem-se de forma explosiva os conflitos entre estes últimos e os não-indígenas, com sérias ameaças para a ordem social e, no extremo, até mesmo para a sua integridade territorial.

O fato mais grave ocorreu em Humaitá (AM), onde a população local está rebelada contra os índios tenharins, devido ao pedágio cobrado por eles na rodovia Transamazônica, que corta as suas terras, e pelo desaparecimento de três homens, em circunstâncias que sugerem uma represália dos indígenas pela morte de um de seus caciques. Após o desaparecimento, ocorrido em 16 de dezembro, diante da inação das autoridades, centenas de moradores da cidade se revoltaram contra a Fundação Nacional do Índio (Funai), incendiando imóveis e veículos da agência, destruíram os postos de pedágio e invadiram a Terra Indígena Tenharim. Até o momento, o caso ainda não foi esclarecido, embora a Polícia Federal (PF) tenha encontrado um veículo semelhante ao dos desaparecidos, incendiado, dentro da reserva indígena.

O caso é emblemático em todos os sentidos e demonstra de forma insofismável que a “proteção” os indígenas não passa de um pretexto para a implementação de uma política ideológica.

A explosão em Humaitá é o resultado de tensões latentes desde que os tenharins começaram a cobrar o pedágio na rodovia, em 2006, sem que qualquer medida legal tenha sido tomada contra eles. Além dos postos próximos a Humaitá, moradores de Santo Antônio do Matupi, a 180 km de distância, também destruíram outros dez postos de cobrança que ficavam mais próximos do vilarejo. Os índios alegam que a “cobrança de compensação”, como a chamam (com valores variáveis entre R$ 15,00 e R$ 120,00), representa uma das poucas fontes de renda para a comunidade, estimada em cerca de 900 pessoas divididas em oito aldeias. Em um surpreendente diálogo com o general Eduardo Villas Bôas, comandante militar da Amazônia, que viajou à região para participar das negociações com os índios, o cacique Aurélio Tenharim afirmou: :: LEIA MAIS »

CANAVIEIRAS QUER TURISMO EM TODAS AS ESTAÇÕES.

EXISTE UMA LEI QUE AUTORIZA A POLUIÇÃO SONORA NO CENTRO DE ILHÉUS. (21-12-2013)

Os mini trios tem 6 rodas, estão fora da LEI.

Criação de empregos formais em 2013 tem pior resultado em 10 anos.

21/01/2014 16h06 – Atualizado em 21/01/2014 17h44

No ano passado, foram criadas 1,11 milhão de vagas formais.

Na comparação com 2012, houve queda de 14,1%, diz governo.

Alexandro MartelloDo G1, em Brasília
Empregos formais criados (Foto: Arte/G1)

A criação de empregos com carteira assinada em 2013 teve o pior resultado em dez anos, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta terça-feira (21) peloMinistério do Trabalho.

O ano passado somou 1,11 milhão de vagas formais criadas. Na comparação com 2012, quando foram gerados 1,3 milhão de postos, houve uma queda de 14,1%, informou o governo federal.

Os empregos em 2013 também ficaram distantes do recorde histórico de 2,54 milhões apurado em 2010. Em relação aos últimos 10 anos, o resultado superou apenas os de 2003, quando foram criadas 821 mil vagas de emprego com carteira assinada.

Apesar de os números serem ruins, o ministro do Trabalho, Manoel Dias, destacou a geração de mais de um milhão de empregos formais na economia brasileira no ano passado, ao mesmo tempo em que, segundo ele, milhões de trabalhadores estão sendo demitidos por conta da crise financeira internacional em outros países.

A expectativa do ministro do Trabalho é de aceleração na criação de empregos formais em 2014. Em sua visão, serão criados de 1,4 milhão a 1,5 milhão de vagas com carteira assinada neste ano.

Crise financeira
A queda acontece apesar de o governo ter tomado, nos últimos anos, medidas para estimular a economia brasileira e, também, a criação de vagas formais. Entre estas medidas estão as desonerações da folha de pagamentos, a redução do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para empréstimos de pessoas físicas e as desonerações da linha branca e dos automóveis.

No ano passado, porém, o governo teve de reverter parte dos estímulos para conter a inflação. Por isso, o Banco Central subiu os juros de 7,25% para 10% ao ano no decorrer de 2013, e autorizou nova elevação, para 10,5%, neste mês.

O resultado da criação de empregos formais no ano passado, segundo economistas, também é influenciado pela crise financeira internacional, que tem mostrado efeitos na Europa, ao mesmo tempo em que a China tem registrado expansão inferior aos últimos anos. Nos Estados Unidos, há sinais do início de uma aceleração da economia.

“Tudo hoje está globalizado. Estamos conseguindo ainda o milagre de não sermos afetados por esta onda de desemprego no mundo inteiro”, afirmou o ministro do Trabalho. “Apesar da desaceleração [na geração de vagas formais em 2013], o mercado formal vem apresentado maior dinamismo, por cinco meses consecutivos, frente ao mesmo mês do ano anterior. O que nos dá indicativos de que vamos continuar crescendo neste ano (…) O Brasil é a vedete. Outros países querem saber como estamos criando tantos empregos”, declarou.

Setores em queda
Segundo o Ministério do Trabalho, o setor de serviços liderou a criação de empregos formais no ano passado. No entanto, o total de 546.917 postos abertos foi menor que os 666.160 de 2012. Na indústria de transformação, houve alta: 126.359 trabalhadores foram contratados com carteira assinada em 2013 contra 86.406 no ano anterior.

Houve queda em outros setores. A construção civil contratou 107.024 trabalhadores com carteira assinada em 2013 contra 149.290 em 2012. O setor agrícola gerou 1.872 empregos no último ano; em 2012 foram 4.976. O comércio abriu 301.095 vagas formais em 2013 contra 372.368 no ano anterior.

Distribuição por região
Considerando a distribuição de vagas entre as regiões do país, o destaque foi o Sudeste, com 476.495 postos formais abertos no ano passado, número menor que as 655.282 vagas abertas em 2012. Em segundo lugar, aparece a Região Sul, com 257.275 empregos criados, mais do que os 234.355 no ano anterior.

A Região Centro-Oeste abriu 127.767 postos de trabalho no último ano, contra 150.539 em 2012. A Região Nordeste criou 193.316 vagas formais em 2013, contra 190.367 no ano anterior, enquanto o Norte abriu 62.318 empregos com carteira assinada em 2013, menos que os 71.299 empregos em 2012.

Veja carros que consomem menos e mais, segundo lista do Inmetro

21/01/2014 06h00 – Atualizado em 21/01/2014 10h49

Levantamento mostra média de quilômetros rodados por litro de combustível.

Testes foram feitos em laboratório, simulando condições de cidade e rodovia.

Do G1, em São Paulo
O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) divulgou na segunda-feira (20) uma lista com as médias de consumo de combustível de 495 modelos de carros de 36 marcas à venda no Brasil. Esses automóveis fazem parte do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBE Veicular), que busca indicar, por meio de um selo, quais são os mais eficientes.

O levantamento do Inmetro inclui carros com preços de mercado variados, partindo de R$ 25 mil até quase R$ 3 milhões. Os dados usados para a elaboração da lista foram cedidos pelas próprias montadoras, após testes em laboratório que simularam as condições do veículo na cidade e na estrada.

O resultado depende, entre outros quesitos, do tamanho do automóvel, do tipo e tamanho do motor – com vantagem para os que têm conjuntos com motor elétrico, os chamados híbridos –, e até da inclusão de ar-condicionado como item de série.

Veja abaixo as melhores e as piores médias de quilômetros rodados por litro de combustível:

As melhores médias

Carros que, em média, fazem pelo menos 8 km/l na cidade e 10 km/l na estrada com etanol, e acima de 10 km/l na cidade e 14 km/l na estrada com gasolina.

Toyota Prius (Foto: Divulgação)Toyota Prius (Foto: Divulgação)

Toyota Prius 
(com gasolina)
15,7 km/l na cidade
14,3 km/l na estrada

O Prius obteve a melhor média na lista de 2014 do Inmetro. O bom resultado é esperado pelo fato de se tratar de um modelo híbrido, que não depende só da combustão para rodar: ele tem também um motor elétrico. O conjunto soma 134 cv com 99 cv do motor 1.8 a gasolina e 82 cv do elétrico. Ao contrário dos carros comuns, os híbridos gastam mais na estrada, onde o motor à combustão é mais exigido. :: LEIA MAIS »

Maraú: Fatos inexplicados na morte da cantora Milky Mota.

  • Written by Itacaré Urgente
Carro onde a cantora estava no momento do acidente/ Foto: Ibirapitanga na Web.
Após a publicação da matéria sobre a morte da cantora Milky Mota neste blog, recebemos uma enxurrada de e-mails e comentários apontando algumas inconsistências na história relatada para o acidente fatal.
Um dos pontos questionados na história reside no fato de que, segundo e-mails de parentes e amigos próximos da cantora, Milky não saberia dirigir por possuir um trauma devido a um acidente de infância. Isso tornaria estranho o fato dela estar ao volante como relatado.
Outro ponto seria a ausência da identidade do acompanhante da cantora no veículo. Mensagens e comentários na postagem questionavam o porque de a segunda pessoa no carro ter escapado sem qualquer identificação.
Nossa reportagem conversou com algumas pessoas da localidade buscando informações sobre o desconhecido passageiro e descobriu sua possível identidade. Segundo relatos de pessoas que teriam presenciado o acidente, um homem que tem ligações com Café de La Musique estaria dentro do carro com a cantora e teria sido atendido no posto médico local após o ocorrido. Algumas das pessoas com quem conversamos não souberam identificá-lo, outros apontaram ser Roberto seu nome. Ele seria amigo dos donos do estabelecimento onde a cantora se apresentara na noite anterior.
Não se está acusando ninguém de ter praticado qualquer delito, aliás tudo não passa de um levantamento informal e sem qualquer valor legal. Mas as informações levantadas podem servir para montar o quebra-cabeças da história que aparentemente está mal explicada. Fonte: Maraú Notícias. :: LEIA MAIS »

VAI VENDO, TEM MUITO MAIS….

TEM MINISTRO QUE NUNCA OUVI FALAR NO NOME…..

21/01/2014 06h00 – Atualizado em 21/01/2014 06h00

Ao menos 9 ministros deverão deixar o governo para disputar eleições

Ministros devem sair do cargo até abril, seis meses antes do dia de votação.
Reforma ministerial deverá ser anunciada por Dilma nas próximas semanas.

Priscilla MendesDo G1, em Brasília

As eleições de outubro farão com que ao menos nove dos 39 ministros do governo Dilma Rousseff deixem os cargos para disputar uma vaga em seus estados. A presidente deverá oficializar a saída dos ministros nas próximas semanas, em meio à reforma ministerial que ela vem costurando junto aos partidos aliados.

Segundo determina a legislação eleitoral, ministros que queiram disputar uma vaga de governador, deputado ou senador precisam se desincompatibilizar do cargo até o início de abril, seis meses antes da data do pleito, que neste ano será em 5 de outubro.

O objetivo, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, é dar “maior lisura ao processo eleitoral, impedindo que o candidato se utilize da função em benefício de sua candidatura”. Apesar ainda terem um prazo de pouco mais de três meses, vários titulares devem antecipar a saída a fim de organizar suas campanhas eleitorais.

É o caso de um dos braços direitos da presidente no Palácio do Planalto, a ministra Gleisi Hoffmann. Ela deixará a chefia da Casa Civil, onde está desde junho de 2011, para disputar o governo do Paraná pelo PT.

Gleisi deverá começar a passar o comando da pasta para o seu substituto – o atual ministro da Educação, Aloizio Mercadante – já na próxima sexta-feira (24), segundo informou o Blog da Cristiana Lôbo.

Outros três ministros concorrem ao governo de seus estados. Alexandre Padilha (Saúde) vai deixar a pasta que comanda desde o início da gestão Dilma para disputar o Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo.

Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), que também é ministro há três anos, deverá se candidatar ao governo de Minas Gerais e Marcelo Crivella, ministro da Pesca e Aquicultura desde março de 2012, pode concorrer ao governo do Rio de Janeiro.

Dois ministros gaúchos devem concorrer a deputado federal: Pepe Vargas, que comanda o Desenvolvimento Agrário desde março de 2012, e Maria do Rosário, chefe da Secretaria de Direitos Humanos há três anos. Outra possibilidade é de que ambos concorram ao Senado.

Outros três ministros disputarão uma vaga na Câmara dos Deputados. Aguinaldo Ribeiro (Cidades), à frente da pasta desde fevereiro de 2011, pela Paraíba; Gastão Vieira (Turismo), empossado em setembro de 2011, pelo Maranhão. Antônio Andrade (Agricultura), no ministério desde março de 2013, pode concorrer a deputado ou vice-governador de Minas Gerais.

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