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:: 4/jan/2014 . 17:41

O PT EM ILHÉUS É O CARRASCO DA EDUCAÇÃO.

Vejam o tipo de ‘planejamento’, e as professoras planejando a deseducação de Ilhéus.

Isto é uma vergonha!!!

Fechar escolas para participar de caminhadas, e o Ministério Público sabe disso, pois foi nas escolas fechadas.

Recebendo dinheiro público.

Recebendo dinheiro público.

Debochando de sua cara.

Debochando de sua cara.

 

 

LAZER NO FIM DE SEMANA EM ILHÉUS.

RESULTADO DO ENEM.

CONSULTE AQUI:

http://www.inep.gov.br/

QUANDO O FEITIÇO VIRA CONTRA O FEITICEIRO. – Exclusivo.

Acostumado a orquestrar manifestações e passeatas, semana que vem o PT de Ilhéus vai encarar uma direcionada para ele.

Alunos e pais de alunos das escolas públicas, os maiores interessados, estão organizando uma passeata com manifestações e o slogan:

– Queremos estudar, o PT não quer deixar.

A passeata/manifestação terá o roteiro assim estabelecido. Porta do Ministério Público, Fórum Epaminondas Berbert de Castro, terminando em frente a Prefeitura de Ilhéus.

Mãos alheias – por Ruy Castro.

 

RIO DE JANEIRO – Há meses, um megagrupo francês, Vivendi, depois de abocanhar a gigante americana Universal –esta, já resultado de 50 anos de fusões na área das gravadoras de música popular–, comprou a outra gigante, a inglesa EMI, também a soma de 50 anos de fusões na mesma área. Significa que, agora, o legado de Bing Crosby, Carlos Gardel, Edith Piaf, Frank Sinatra, Amália Rodrigues, os Beatles, os Rolling Stones e outros do mesmo calibre –até há pouco sob diferentes bandeiras– tem um só dono.

Nas economias marca barbante, como a brasileira, essas fusões levam a uma fria e implacável desnacionalização. Neste momento, por exemplo, 90% da música popular gravada no Brasil no século 20 pertencem a três grupos estrangeiros: a dita Vivendi, a japonesa Sony e a americana Warner.

A novidade não está no fato de a história da música brasileira não pertencer a brasileiros –porque só às vezes isso não aconteceu. Mas no de que, desde os anos 30, ela nunca esteve concentrada em tão poucas mãos, e alheias. Naquela década, por exemplo, era dominada pela inglesa Odeon (aliás, EMI) e pelas americanas Victor e Columbia.

Essas potências nunca perderam o domínio, mas, a partir de 1945, tiveram de ceder parte do território a pequenas e bravas gravadoras brasileiras que começaram a surgir, como a Continental, Sinter, Copacabana, Todamérica, Star, Musidisc, Mocambo, RGE, Chantecler, e, nos anos 60, os bravíssimos selos Festa, Elenco, Forma, Cid, Equipe, Som Maior, Farroupilha, Imagem. Com o tempo, no entanto, todos esses nanicos foram sendo absorvidos pelos grandes e estes, por outros novos no mercado e ainda maiores.

Os quais se comeram uns aos outros e, hoje, de novo em três, controlam o nosso passado musical — o que, como dizia George Orwell, é essencial para controlar também o presente e o futuro.

contador free

nao basta

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