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:: 28/abr/2013 . 18:02

VENENO DA NOITE !

Perguntando:Guy-2-300x200

Quem era o vereador do PT, na legislatura passada, que telefonava para blogueiros, pedindo que maneirassem com o Secretário de Saúde?

MAIS INVASÕES E EXTORSÕES INDÍGENAS.

Mais invasões e extorsões indígenas

Posted: 28 Apr 2013 06:33 AM PDT

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As manifestações de indígenas brasileiros se tornam cada vez mais agressivas, deixando manifesto o fato de que, em muitos casos, elas nada têm a ver com reivindicações legítimas. No município de Una, no litoral sul da Bahia, cerca de 70 índios tupinambás invadiram as dependências do Hotel Fazenda da Lagoa, armados com facões, lanças e flechas. Segundo os indígenas, a invasão, ocorrida no domingo 7 de abril tinha como objetivo pressionar a Fundação Nacional do Índio (Funai) e a Justiça a acelerar a demarcação de 47 mil hectares, para compor uma futura reserva indígena. Enquanto isso, em diversas regiões do País, indígenas estão cobrando ilegalmente “pedágios” de condutores de veículos em estradas do interior, diante da omissão generalizada das autoridades públicas.

A propriedade invadida pelos tupinambás, a cerca de 40 quilômetros de Ilhéus, recebeu a visita de técnicos da Funai, para averiguar possíveis danos ou extravio de equipamentos causados pela invasão. Segundo Edinaldimar Barbosa da Silva, coordenador regional da Fundação, a ocupação seria de caráter permanente:

«Eles não têm pretensão de sair, pois alegam se tratar de terra indígena e aguardam a demarcação. A ocupação é pacífica, sem violência e sem obstrução de acesso dos proprietários ao local, caso queiram retirar algum bem.» (O Globo, 8/04/2013)

O grupo de invasores era encabeçado pelo cacique Valdenilson Oliveira dos Santos, conhecido na região como Val Índio, que é formado em Pedagogia e já havia tentado por duas vezes se eleger vereador em Una, sem sucesso. Em entrevista à TV Bahia, um dos quatro empregados que estavam no hotel no momento da invasão afirmou que os índios portavam “armas características indígenas”, e que não houve agressões físicas.

«Verbalmente, fizeram muitas ameaças. Disseram que tínhamos que sair dali agora, senão ia acontecer alguma coisa com a gente porque ali era deles» — relatou o funcionário.

Ele disse ainda que os índios invadiram as instalações do hotel, montaram redes e se serviram das bebidas que se encontravam no depósito da propriedade.  :: LEIA MAIS »

BRASIL: CONCESSÃO (OU RENDIÇÃO) AO RENTISMO?

Brasil: concessão (ou rendição) ao rentismo?

Posted: 28 Apr 2013 11:22 AM PDT

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Era quase inevitável. Incapaz de resistir às pressões avassaladoras do lobby do sistema financeiro, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) interrompeu um ciclo de quase dois anos de reduções e elevou a taxa básica de juros (Selic) em 0,25%, passando-a para 7,5%. Com a medida, o governo da presidente Dilma Rousseff, que vinha atuando em estreita sintonia com o BC para reduzir os juros, sinalizou uma perigosa concessão ao rentismo prevalecente, que, se repetida, poderá arruinar quaisquer perspectivas de uma melhora da situação econômica do País, no futuro imediato.

Na verdade, a medida já havia sido antecipada pelas autoridades diretamente envolvidas na formulação da política econômica e monetária. Na terça-feira 16, véspera da reunião do Copom, a própria Dilma já havia deixado claro que havia cedido às pressões, ao afirmar, em Belo Horizonte (MG), que, se houvesse a necessidade de se elevarem os juros para combater a alta inflacionária, isto seria feito em um “patamar bem menor”, já que, segundo ela, o Brasil tem hoje “uma taxa de juros real bem baixa” (G1, 16/04/2013).

Antes dela, na sexta-feira 8, o presidente do BC, Alexandre Tombini, já havia declarado que “não há nem haverá tolerância com a inflação”, sendo ecoado pelo ministro da Fazenda Guido Mantega, que, no mesmo dia, enfatizou que medidas impopulares, como a elevação dos juros, seriam tomadas para combater o flagelo (Agência Brasil, 8/04/2013).

O comunicado oficial do Copom justifica, afirmando que…

«o nível elevado da inflação e a dispersão de aumentos de preços, entre outros fatores, contribuem para que a inflação mostre resistência e ensejam uma resposta da política monetária. Por outro lado, o Copom pondera que incertezas internas e, principalmente, externas cercam o cenário prospectivo para a inflação e recomendam que a política monetária seja administrada com cautela.» (Banco Central, 17/04/2013).

Para sabermos a extensão da “cautela” com que os juros serão administrados, será preciso aguardar a próxima reunião do Copom, em maio.  :: LEIA MAIS »

OPINIÃO DE DOMINGO.

Sempre vi com bons olhos a campanha QUEM NÃO DEVE NÃOguyvalerio (1) TEME.

Todos os anos, os documentos inerentes ao que dispõe a Constituição Federal, ficam à disposição da Sociedade para que sejam analisadas toda a execução orçamentária do ano anterior.

Isto tem sido feito de uma maneira um pouco amadora, e os resultados como um todo não chegam ao conhecimento da população, pois muito pouca coisa é divulgada.

Agora no ano de 2013, onde vão ser analisadas as contas de 2012, sugiro uma participação mais intensa do INI – Instituto Nossa Ilhéus, através do seu Observatório Social, que conta com pessoas da Sociedade Civil organizada, e tem uma técnica conhecedora de contas públicas como Morgana Krieger.

Então que se dediquem com bastante afinco nessas analises e tragam seu inteiro teor para a luz da publicação e saber da população.

contador free

nao basta

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