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:: 13/abr/2013 . 17:00

EM ITABUNA, UMA LICITAÇÃO PODE APRESENTAR PROBLEMAS!

VEREADOR DENUNCIA CRISE NO HOSPITAL REGIONAL.

Magal e Yulo.

Magal e Yulo.

VEREADOR DENUNCIA CRISE DO HOSPITAL REGIONAL

AO VICE-PRESIDENTE DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA

 

Na última segunda–feira, 08, o Vereador Fabio Magal (PSC) foi recebido pelo vice–presidente da Assembléia Legislativa da Bahia, o Deputado Estadual Yulo Oiticica (PT).

No encontro realizado na Assembléia, em Salvador, o Vereador Ilheense denunciou a situação do Hospital Regional Luiz Viana Filho.

Magal relatou casos de pacientes que passaram muitos dias internados, e, mesmo assim, saíram sem diagnósticos. Explicou que a crise na rede de atenção básica do município (péssima herança deixada pelo ex-prefeito Newton Lima) é um dos fatores agravantes. Segundo o Vereador, o Regional tem excelentes funcionários, mas vive um problema de gestão.

O sofrimento do jovem sindicalista Wagner Bastos, falecido no dia 29 de março (Sexta-Feira da Paixão) também foi denunciado.

Bastos ficou 15 dias internado no Regional. Revestido de muita coragem e grandeza afirmou que estava “num campo de guerra”. Postou no facebook fotos de equipamentos sucateados, banheiros sujos, insetos, relatou a ausência de médicos durante os plantões e a superlotação.

Ao perceber que sofria represálias de diretores, Wagner Bastos deixou o hospital sem ter conhecimento do problema de saúde que lhe afligia. Infelizmente, faleceu 48 horas depois.

O deputado Yulo Oiticica (atualmente no quarto mandato), referência nacional na luta pelos direitos humanos, ficou impressionado com a gravidade do caso. O parlamentar garantiu que o relato do Vereador Fabio Magal será levado ao conhecimento do Secretário Estadual de Saúde, Jorge Solla, e discutido na Assembléia Legislativa.

O Vereador convidou Yulo para a sessão especial que será realizada pela Câmara de Vereadores, ocasião em que será discutida a situação da saúde pública em Ilhéus. A data não foi definida, mas o Deputado confirmou presença.

ENTREVISTA COM GEDDEL VIEIRA LIMA.

Cheguei de uma entrevista concedida pelo Ex-ministro Geddel, onde fui a convite do Deputado Estadual Pedro Tavares (PMDB).

Sou péssimo entrevistador, aliás nenhum cacoete, porém excelente observador.

Pude concluir que Geddel está com um discurso, alinhavado, forte e pontual para enfrentar o debate eleitoral, que se aproxima velozmente.

Os colegas blogueiros, e os radialistas presentes, tiraram fotos e fizeram gravações. Aí todos poderão confirmar o que foi dito acima.

 

ROLANDO NO FACEBOOK.

politicopeido

Forte, mas nem tanto…

Walmir RosárioWALMIR-ROSÁRIO-FOTO-WALDYR-GOMES1-150x150 (1)

A célebre frase dita pelo engenheiro militar, jornalista e escritor Euclides da Cunha, afirmando que “O sertanejo é, antes de tudo, um forte” não tem sido levada ao pé-da-letra pelas nossas maiores autoridades.

Para eles, o nordestino teria o dom da ressurreição ou da imortalidade. Certo que alguns nordestinos ostentaram e ostentam o título de imortal, concedido por algumas academias, inclusive a conceituada Academia Brasileira de Letras.

Talvez, quem sabe, vendo a longevidade do ex-tudo José Sarney, maranhense, e, portanto, nordestino, esse povo de Brasília confunda a assertiva de Euclides da Cunha lá em Canudos.

Essa confusão tem criado sérios problemas para os nordestinos que teimam em viver no polígono das secas (se é que ali se vive). De fome e de sede eles não morrerão, acreditam aquela gente que se instala na presidência da República.

Mas não é assim que a banda toca e a cada dia presenciamos o tratamento desigual proporcionado aos nordestinos. Mas se eles já ganham o Bolsa-família, que querem mais? Devem perguntar.

No balaio de bondade distribuído pela presidenta Dilma Rousseff para os nordestinos está a prorrogação das dívidas com os bancos, como se bastasse na próxima chuva “chover em abundância rios de leite e ribanceiras de cuscuz”.

Não é bem assim, dona Dilma, falta água para beber, tanto para as pessoas (gente, mesmo…) e os animais, que já foram considerados pelo ministro Magri (portanto de Brasília) seres humanos.

Falta comida, pois as plantações têm sido perdidas há anos, e agora nem mesmo semente existe para ser plantada. O nordestino pode ser um forte, mas, com fome é difícil lutar. O nordestino também sente muita piedade e dor profunda de ver seus animais morrendo de fome, de sede.

E sabe o motivo, presidenta: Porque desde que Dom Pedro (os dois) eram monarcas que prometem acabar com a seca no Nordeste. E essas promessas passaram a ser feitas pelos presidentes desde que o império ruiu.

Se grande parte da criação morreu (gado, animais de monta e serviço, aves, etc.) foi por falta de ração, do simples milho que a Conab não teve a competência de transportar.

Mas a culpa é creditada na simples licitação para o transporte. Como os nordestinos não encontram o amparo da Fifa para a copa do mundo de 2014, o jeito é esperar, mesmo no leito de morte, a ajuda chegar.

Tivesse o apadrinhamento da Fifa, não precisaria licitação, como para construir e reformar estádios, aeroportos, dentre outros equipamentos para mostrarmos aos gringos a partir da copa das confederações.

Mas não se avexe, não, presidenta Dilma, que os nordestinos que morrerem de fome alguns sequer farão parte das estatísticas oficiais, por falta, inclusive de documentação. Muitos, sequer, possuem certidão de nascimento, para serem considerados brasileiros, nossos conterrâneos.

E tem mais, a seca até que tem seu lado bom. Sim, nossa imprensa vai lá conversa com dois ou três, filma e fotografa a miséria. E o nordestino aparece no Jornal Nacional. Com dignidade, é bom que se diga.

Resignado, pede a Deus que mande chuva, mostra a criação morta ou desfalecendo, sua agonia que não acaba. Entra ano e sai ano, a necessidade é a mesma: água, só água para animais e vegetais.

E, em Brasília, as providências são adotadas com todas as pompas, sempre dois ou três anos após a necessidade, mas é assim mesmo. Os técnicos do governo têm de planejar com rigor, com base no banco de dados existente, para não fugir das técnicas rigorosas da economia e administração.

De repente, governos acompanham a presidenta e anunciam os programas que deverá ser disponibilizados e executados. Bonitos, bem feitos, com competência para solucionar todos os problemas do mundo.

Mas aí tem outro porém: como quem planeja não executa, surgem as dúvidas de como suprir a falta de documentação, a capacidade de contratação, a dificuldade do fiel cumprimento dos termos do contrato.

O governo (Brasília) diz que fez sua parte, destinando o dinheiro; o governo (bancos oficiais) diz que há recursos disponíveis, mas que não pode executar por falta das condições legais. “Como posso colocar dinheiro bom em coisa ruim”.

Ora, ruim é quem aufere lucro com a seca e não o nordestino que trabalha dia e noite para plantar e colher sua safra, criar seus bodes, carneiros e bois, produzir leite e carne, embora não tenha comida para oferecê-los no período da seca.

Como sempre o governo chega tarde na hora da ajuda. Para reparar esse erro, chega cedo antes da eleição, pede votos, garante que o Bolsa-família não vai acabar, desde que o nordestino vote neles.

Novas promessas são feitas. Como o nordestino, homem simples, acredita nos milagres de Deus e dos seus santos, porque não acreditar nos milagres prometidos pelos homens.

Ele empenha a palavra e honra votando neles. Eles, eleitos, nem sempre podem fazer o que prometeram. Problemas de governo, de burocracia que costuma emperrar os processos. “Nossa parte já foi feita”, mostram na televisão.

E o nordestino não tem a quem reclamar. Nem mesmo de Euclides da Cunha, que não se encontra mais entre nós para explicar o objetivo de sua frase, dita em outro contexto.

É assim que a banda toca!

Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

contador free

nao basta

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