Três ferrovias são centrais nesse plano.
Como diz a Presidenta, a Norte-Sul (que São Paulo boicotou no Governo Sarney) cortará o Brasil de “ponta a ponta”.
Ela se ligará, lá em cima, à Transnordestina, que sai de Eliseu Martins no Piaui, vai até Salgueiro em Pernambuco.
De Salgueiro, ela sobe em direção ao Norte, até Pecém, no Ceará.
E segue em frente em direção a Suape, em Pernambuco.
Estuda-se um ramal até Natal, ou melhor, até o grande aeroporto de São Gonçalo do Amarante, um gigantesco hub de carga, o ponto mais próximo do Brasil da África e de Miami.
Mais ao Sul, paralela à Transnordestina, correrá a Ferrovia Leste-Oeste, na Bahia.
Ela sai de Ilhéus, no litoral, vai para dentro a Luis Eduardo Magalhães e Caitité, no Oeste da Bahia.
Se o Ministerio dos Transportes tivesse um mínimo de imaginação, chamava essa Leste-Oeste de “Ferrovia da Gabriela”, com um ponto terminal no Bar Vesúvio, em Ilhéus …
A Presidenta prometeu concluir a Transnordestina em 2014.
Vai ficar de olho com o rigor que anunciou aos empreiteiros da transposição do rio São Francisco.
Quando os tucanos de São Paulo abrirem os olhos, o trem da Dilma já terá passado.
(Por falar em tucanos de São Paulo, os únicos que dão bola ao PiG (*), veja que os brasileiros nunca estiveram tão confiantes)
Paulo Henrique Amorim
 

conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
Jorge concorda: Ferrovia da Gabriela