ESTE É O CAMINHO CERTO, POLÍCIA NEGOCIANDO COM O GOVERNO. NADA DE POLITICAGEM E SINDICALISMO NO MEIO.


INFORMATIVO FORÇA INVICTA Nº 003/12
As Associações da Polícia Militar da Bahia abaixo nominadas, buscando mediar uma solução pacífica e democrática, junto ao governo do estado, em função da paralisação de policiais militares, vêm informar à sociedade baiana que, em reunião ocorrida nesta manhã, com o Secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, o Comandante Geral da PMBA, Cel PM Alfredo Castro, além de outras autoridades representativas do governo, apresentou uma pauta de reivindicações contemplando os anseios da categoria relativos à reposição salarial, sendo que de imediato pleiteia a regulamentação da Gratificação de Atividade Policial, nível V e a anistia administrativa para todos policiais militares participantes deste movimento, como contrapartida para o imediato retorno das atividades normais da Polícia Militar restabelecendo assim a paz e a tranqüilidade pública no nosso Estado.
As outras reivindicações, das quais algumas delas fazem parte do processo de negociação que já vinha sendo desencadeado junto ao Comando Geral da PMBA, são:
-Aplicação do percentual de 14,13% referente ao reajuste do salário mínimo, a todo grau hierárquico da Polícia Militar;
-Regulamentação do adicional de titulação;
-Valorização do soldo através da transferência de pecúnia da GAP;
-Efetiva isonomia com a Polícia Civil, conforme preceitua o Art. 47 da Constituição do Estado da Bahia;
-Aumento do percentual do CET e implantação do RTI para Oficiais e Praças;
-Extensão do percentual de CET para os praças lotados nas Unidades Administrativas;
-Correção do cálculo de pagamento de hora-extra;
-Regulamentação e implantação do pagamento do adicional de periculosidade e insalubridade;
-Extensão da possibilidade de aquisição de casa própria pelo plano Conder para todos os policiais militares, inclusive os da reserva remunerada;
-Revisão do valor do auxilio alimentação para valores compatíveis com a realidade fática da necessidade;
-Pagamento da URV;
-Pagamento da diferença das GAPs;
-Ajuste do valor do anuênio;
-Regularização da legislação sobre o adicional noturno;
-Criação de um plano de carreira para os Praças;
-Revogação da cassação de proventos;
-Exigência de nível superior para acesso à Corporação e de Curso de Direito para a Oficialidade;
-Manutenção da Mesa Permanente de Negociações, envolvendo os representantes das Associações de Oficiais e Praças;
-Reajuste linear de 17,28% retroativo a abril de 2007;
-Atualização do valor do Honorário de Ensino;
-Reestruturação no Plano de Carreira;
-Regime Próprio de Previdência, na forma que dispõe a Constituição Federal;
-Implantação do Subsídio, conforme prevê o § 4º do art. 39 da Carta Magna do País;
Solicitamos aos companheiros que encaminhem com urgência às respectivas Associações as demandas que não foram contempladas neste informativo, a fim de serem incorporadas ao processo de negociação.
Salvador (BA), 03 de fevereiro de 2012.
Associação dos Oficiais da Polícia Militar da Bahia – Força Invicta
Associação dos Praças da Polícia Militar da Bahia – APPM
Associação dos Subtenentes, Sargentos e Oficiais da Polícia Militar da Bahia – ABSSO de Salvador, Itaberaba e Ilhéus
Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar da Bahia de Itaberaba
Imprimir
|
Enviar
Dê seu voto:




Utilizaram o pânico, motivações políticas, pois muitos aí são ligados a grupos políticos e têm pretensões políticas. Causaram prejuízos ao comércio, fez a população descrer na corporação, de vez. Agiram motivados por um dinheirinho, dado não pela greve, mas pela promessa de grupos políticos dos quais muitos fazem parte.
Espalharam o pânico no estado. Se eu fosse o governador exonerava todos estes elementos. Não são políciais os que mancharam toda uma corporação por conta de suas pretensões políticas e orientados por grupos dos quais se identificam ideologicamente.Foram arbitrários, bandidos, pois usaram capuzes com armas expostas; as cenas remontam os traficantes do RJ.
Espalharam o pânico e incendiaram o boato nas redes sociais, na tentativa de espalharem e criarem o caos, o pânico e querendo utilizar a velha prática do carlismo de ganhar as coisas na marra, na força bruta, na arma, no manda quem pode e obedece quem tem juízo. Passando por cima da sociedade, das instituições e do seu próprio regimento policial para satisfazer seus desejos insanos de poder.
Isto não foi greve para reinvidacação de salários, foi greve para espalhar o pânico, o terror, o estado sem lei, criado pela própria polícia, ou melhor, a banda podre da polícia baiana, tão somente pelas suas intenções políticas e conchavos de grupos de oposição.
O líder dos Policiais que estão em greve é o ex-soldado Marco Prisco, que foi exonerado da corporação em 2002 por causa da atuação abusiva na última greve da PM, em 2001. Sites da Bahia noticiam que ele é filiado ao PSDB e que foi candidato a deputado estadual nas últimas eleições pelo PTC. Enquanto a população está com medo, a oposição ao governo de Jaques Wagner tentar ganhar espaço político, mas é abafada com as decisões rápidas do governo Dilma.
Hoje, chega a Salvador o Ministro da Justiçam José Eduardo Cardozo, que vai falar das ações das Forças Armadas para tranqüilizar as pessoas. Qualquer reivindicação salário é válida, ainda mais quando se trata da Polícia Militar, instituição fundamental para o crescimento da sociedade. O que não dá para suportar é um motim contra o governo, feito por uma minoria, assustando a população, levantando armas, cenas que vão ao encontro do processo de democracia e respeito à legislação.
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2012/02/04/dilma-enfrentou-motim-na-bahia/
Durante meses, entre 2010 e 2011, os professores sequer eram recebidos para tratar da mordaça que o governo tentava impor.
Os policiais pleiteiam o cumprimento de um acordo sobre aumento salarial e da constituição estadual, que prevê equiparação dos salários das Polícias Civil e Militar. Foram meses sem serem ouvidos, sem negociação.
E quando surge a greve, ainda tentam por a pecha de criminosos nos trabalhadores.
Seria irônico se não fosse a triste verdade as flagrantes e cada vez mais frequentes semelhanças deste governo com os governos da época de ACM.
Desculpe-me, isto aí não são trabalhadores. Qualquer baiano sabe que isto é um jogo político pesado e que o vale tudo foi posto no Estado.
Um grupo liderado por PMs ligados a partidos políticos de oposição tentou criar o caos utilizando o vale tudo para retomar o poder. Neste jogo, criaram a barbárie, quebraram hierarquias e ameaçaram o estado de Direito.
Não são trabalhadore, trabalhadores fazem greve, mas não matam e nem espalham pânico. A corporação que deveria proteger, uma banda podre, como falado acima, ameaça o povo baiano se colocando acima da sociedade baiana, das instituições e da própria hierarquia que estão submetidos por razões políticas.
É assim que querem o poder de volta na Bahia? Todos conhecem o carlismo, afinal o chicote comeu no lombo de muita gente por 40 anos e nada acontecia. Agora querem fazer voltar, o mesmo grupo que está acuada, utilizando uma corporação de respeito para instalar o caos.
Cadeia para estes amotinados e nada de anistia.