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PERGUNTA AOS HISTORIADORES DE ILHÉUS.

Quantos e onde ficavam os cemitérios no Outeiro de São Sebastião em Ilhéus?

Tenho recebido informações que em qualquer lugar que se cave, acham-se ossadas.

5 respostas para “PERGUNTA AOS HISTORIADORES DE ILHÉUS.”

  • guimaraes says:

    E QUAIS AS VERDADEIRAS TRIBOS QUE EXISTIAM EM ILHEUS, ITABUNA, CANAVIEIRAS NAO TINHAM INDIOS?
    PEGUEM QUEM TEM REALMENTE TRAÇOS DE INDIOS E FAÇAM DNA,

  • Pri says:

    É verdade seu sarrafo, sábado último acharam ossadas humanas numa escavação na Rua Tereza Cristina conhecida popularmente como rua do fogo. Danou-se; tem gente aqui com receio de fazer fundação para subir mais um andar em suas residências. Será que dá para fazer um remake de thriller?
    Cause this is thriller
    Thriller night
    And no one’s gonna save you
    From the beast about to strike
    You know it’s thriller
    Thriller night
    You’re fighting for your life
    Inside a killer
    Thriller tonight, yeah hahahahah. Saúde sarrafo.

  • Kalif Rabelo:CONVOCADO O HISTORIADOR ALFREDO AMORIM COM A PERMISSÃO DO BRIMO RABAT says:

    Vamos solicitar a intervenção do historiador Alfredo Amorim 10 Toques, com a permissão do brimo Rabat que Alfredo tem contrato de exclusividade com R2Cpress.Mata dois coelhos com uma paulada só.Esclarece se no Oiteiro tinha cemitério onde ficava, e se Olivença também tem algum cemitério de índios tupinambás.Que estudos antropológicos não localizaram cemitérios indígenas, nem vestígio que no local habitou os índios tupinambás.
    Kalif Rabelo

  • Eduardo Oliveira says:

    Na parte superior proximo à residencia de Ernani Adami, na travessa da Liberdade quando foram construir as casas também foram encontradas ossadas. Justifica-se porque sempre nos terrenos proximos às igrejas, estavam conjugados os cemiterios. A vida e a morte pertenciam a Igreja Catolica. Na extremidade da Rua Teresa Cristina, provavelmente habitaram os jesuitas, que posteriormente construiram um colegio onde hoje é o Palácio Paranaguá. O primeiro complexo politico administrativo e religioso, foi fixado na parte central nas atuais Travessa D.Uvinha antiga Travessa da Liberdade indo até a Rua Epitacio Pessoa. Estas localidades possuiam os cemiterios dos colonos, eles não preservaram os cemiterios indigenas, pois o sentido era ocupar, povoar e extrair o que lhes rendessem lucros. Uma coisa vale ressaltar, o canhão que hoje está afixado na Pça do Cadete, foi encontrado na parte superior e alguns pensam que o lugar inicial foi ali. É obvio que sendo o complexo todo instalado na parte superior, o(s) canhão(oes) estavam a dar a proteção. O que hoje costuma-se chamar Praça do Canhão, na verdade é o marco de inicio da povoação como bairro, quando a localidade foi abandonada e partiu-se para a parte baixa que hoje é o centro da cidade, ficou sendo conhecido como o Morro da Vila Velha e posteriormente denominou-se Alto de São Sebastião. Silva Campos em suas Crônicas da Capitania de São Jorge dos Ilhéos retrata muitas coisas, existem também trabalhos universitarios de monografia é
    e que não se dá o valor às informações. Não procura-se valorizar a historia local, bem comos os seus historiadores, digo isto num sentido geral. Nesta oportunidade foi pedida a ajuda aos historiadores, por isso procurei socializar aquilo que captei tanto na graduação com na pós em historia regional, bem como em minhas andanças nas bibliotecas e arquivo público.

  • Pri says:

    Oia moço bonito e estudado que sabe das coisas a única coisa que to abestada é que em um crânio tinha cabelo ainda. Eitha nós os cara era cabelo ruim mesmo nem a terra quis afe.

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