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ÍNDIOS VERDADEIROS E FALSOS ÍNDIOS

Índios são aqueles que ainda têm seus antecedentes tribais, vivem em aldeias, tem costumes indígenas, vivem do extrativismo, caça, pesca artesanatos. E não falsos índios que moram nas cidades, usam celulares, câmaras digitais, tem costumes civilizados. Esses não são índios, são falsos índios. Índios verdadeiros não invadem e destroem propriedades altamente produtivas, não saquei, não roubam, não mata, não sequestra funcionários públicos federais, e não mantém reféns. Não usa armas de grosso calibre privativa das Forças Armadas. Esses não são índios! São bandidos transvestidos de índios e seu lugar é na cadeia.
Estamos vivenciando nos últimos anos, em nosso Estado, sul da Bahia, índios de etnias desconhecidas até mesmo pela própria FUNAI, falso índios tupinambás reivindicando demarcação de terras em Ilhéus, Una e Buerarema. São terras escrituradas, tituladas, registradas em cartórios de imóveis, que pagam impostos ITR, tem empregados fixos, registrados com carteira de trabalho assinada, gerando renda e alimentação do campo, que são vendidos em feiras em supermercados que abastece a região.
Pequenos agricultores muitos nascidos e criados nas propriedades de onde tiram seu sustento e de suas famílias, que ocupam as terras a mais de 80 anos. Estão sendo ameaçados por falsos índios. Esses agricultores vivem sobre extrema tensão, que a qualquer momento suas propriedades podem ser alvos de invasões pelos índios tupinambás e terem suas pequenas economias acumuladas aos longos dos anos de labuta nas terras, serem destruídas e até mesmo serem mortos, e os crimes ficarem impunes. Que os índios que dizem serem remanescentes dos tupinambás são tutelados pela FUNAI, estando acima da Lei e da Ordem.
Nessa crise de incerteza, que os pequenos agricultores rurais de Ilhéus, Uma e Buerarema, vem enfrentando pouco pode produzir para vender, o que consegue produzir é para consumo próprio de suas famílias.
No momento em que os ânimos estão serenados, entendo que seria de todo saudável que assim continuasse. Por falta de regras claras na legislação, as partes envolvidas terminam por prolongar um processo que sempre termina de maneira litigiosa. Pensando dessa forma o Min. da Justiça Jose Eduardo Cardoso, em audiência na Comissão de Agricultura e Pecuária, anunciou que irá propor alterações no texto constitucional que trata do assunto. Para isso convidou a Sociedade Organizada, a participar da elaboração desse novo texto onde as regras fossem claras e objetivas de forma de evitar PENDENGAS JUDICIAIS duradouras.
No momento em que o MPF resolve atuar a FUNAI em R$ 1. (Um Milhão de Reais) pela demora da demarcação, gostaria de saber quais foram às providências que vão serem tomadas quanto ao destino de 22.000 mil pessoas que serão expulsas de sua propriedade? As propriedades invadidas conforme notícia veiculada pela imprensa local tem suas instalações depreciadas.
Semana passada o senhor prefeito Newton Lima, declarou o seu apoio incondicional aos tupinambás, capineado pela vereadora Carmelita e Reinaldo Oliveira (Zé Neguinho). Numa clara demonstração que a perda de ¼ do Município de Ilhéus não lhe preocupa. Dai eu pergunto! Por que não propor a FUNAI, uma permuta com área já reconhecida como terras indígenas!
Kalif Rabelo

8 respostas para “ÍNDIOS VERDADEIROS E FALSOS ÍNDIOS”

  • Edgard says:

    Gostaria primeiro de parabenizar o autor da matéria, pela preocupação objetivamente postada e pelo que parece ser um forasteiro nesta paragem, posição não assumida pelos atuais dirigentes da nossa Cidade e que fazem vista grossa ou se deixam levar por ideologias partidárias.
    Neste sentido gostaria de destacar que da mesma maneira que existe uma euforia quanto a instalação do Complexo Intermodal, a população de Ilhéus deveria se preocupar com esta atitude da FUNAI em retirar 1/4 do nosso Municipio, colocando 22.000 pessoas na rua da amargura, onde na sua grande maioria, os Peq. Agricultores só aprenderam a labutar com a terra. Isto ocasionará um enchaxo na periferia da Cidade, aumentará o numero de moradores de rua e os filhos deste Peq. Agricultores, seram presas faceis dos narcotraficantes.
    Cidadãos de Ilhéus, SIM ao Porto Sul, NÃO a esta injusta reserva de Indios Miscigenados.

  • Edgard says:

    Quanto a matéria, a Etnia Tupinambá de Olivença, já poderia ser indicada ao Guiness Book por dois motivos. O primeiro por ser a Etnia que mais foi citada nas paginas policiais por ilicitos cometidos, fugindo a real natureza do povo indigena. O segundo motivo seria por ser a Etnia mais miscigenada do Mundo, composta por elementos de todas as matizes raciais.
    Isto só é possivel porque o Ex Presidente Lula assinou uma Medida Provisória passando a ter efeito de Lei a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho que diz “O homen é o que se autodenomina”, trocando em miudos, se um argentino naturalizado brasileiro, querer se tornar um indio Tupinambá, basta uma liderança indigena endossar a sua ficha de cadastramento, pronto, mais pseudo indio. Nada de genética, nada de tronco familiar, qualquer pessoa pode se autodenominar indio Tupinambá, Guy Valério, Kalif Rabelo, não importa a cor.
    Li na revista Super Interessante, que nos Estados Unidos, um País em que as Leis foram feitas para serem cumpridas, doa em quem doer, quando resolveram proteger o que sobrou dos indios americanos, foi exigido um simples exame, aquele que tivesse um fio de cabelo no anus, não seria considerado um indio legitimo. Há, se este exame fosse adotado aqui, faltaria prestobarba no mercado.
    O que nós vimos na realidade é uma politica que cria conflitos entre pessoas que antes viviam em paz. O que menos interessa é proteger o legitimo indio brasileiro, que regularmente vimos no Jornal na Nacional são nosso indios morrendo de inanição, abandonados à propria sorte.

  • Edgard says:

    Quanto ao ultimo paragrafo da matéria uma frase é uma advertencia aos Peq. Agricultores “No momento em que os animos estão serenados, entendo que de todo saudavel que assim continuasse”, uma frase vinda de uma pessoa que não esta afetada pela demarcação, mas que entende que devemos manter o nosso processo parado até que as atuais normas juridicas sejam mais claras e objetivas, como defende o atual Ministro de Justiça, que anunciou mudanças no atual texto da lei que trata do assunto.
    Aqueles que teimam em não seguir este conselho, contrariando a opinião de especialista Brasil afora, serão responsabilizados pelos prejuidos advindos de uma condução temerária do nosso processo.
    Mas uma vez parabenizo e agradeço o autor da matéria.

  • joselito says:

    quero me referir ao senhor Edgar,sobre qual é a base de estudo que ele tem a respeito dos Índios Tupinambá de Olivença? onde estudou para ter essas informações? por em seus três posts, ele não mostrou nada sobre esses estudo onde destila um preconceito criminoso e raivoso. acho que o senhor deveria ou melhor deve rever seus conceito.

  • Edgard says:

    Ao Srº Joselito, “não é preconceito criminoso e raivoso”, falo como uma vitima desta invenção chamada Tupynambá de Olivença. Falo com cidadão que quando foi adquirir legalmente as propriedades que possui na area reconhecida como indigena, recebeu do Estado uma Certidão Negativa de Onus, que me autorizava a adquirir estas propiedades e agora 30 anos depois me vejo ameaçado de perder tudo para indios afro descendentes, dos olhos azuis e de todas as matizes, isto é fato.
    Quanto aonde estudei para ter essas informações, não vale apena lhes responder. Gostaria que o Srº que deve ser Professor em História, cite informações fundamentadas que conteste as nossas considerações. Serão bem vindas.
    Em Tempo
    PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO.

  • Wallisson Xavier says:

    O que me deixa triste em toda essa “pendenga”,é a maneira passiva com que o ilheense aceita a perda de 1/4 de seu município.
    O que é pior ainda é que espaços democráticos como a internet,seja de acesso apenas de pequena parcela da sociedade e mesmo assim essa pequena parcela se cala frente ao fato em questão.
    Sei que o Sr.Joselito se dirigiu ao Sr.Edgard,mas como não sou de ficar calado perante a assuntos que me dizem respeito,vou opinar .
    Eu WALLISSON XAVIER,me nego a ver legitimidade em índios que há menos de 10 anos recebiam assistência médica da FUNASA que o tratavam ( e os cadastravam) como PATAXÓS,e hoje são tratados (e recadastrados)de TUPINAMBAS DE OLIVENÇA.
    Aquele que não honra nem o próprio nome pra mim é o mais falso do ser humano.
    Em tempo
    Seu nome é Joselito mesmo ,ou é apenas um codinome que você usa quando vai postar opniões de falso moralismo.

  • Gerson:GRINGO NÃO METE AS MÃOS EM BURACOS DE TATU says:

    Com toda essa Pendenga de terras não conheço gringo besta, Kalif não mete as mãos em buraco de tatu.Suas terras esta fora da área de demarcação da Funai.Não tem nada a perder.
    Gerson Nascimento

  • O ESPECIALISTA says:

    SE O EXAME EXIGIDO NOS ESTADOS UNIDOS PARA IDENTIFICAR INDIOS VERDADEIROS, FOSSE EXIGIDO AQUI, OS TUPINAMBÁS FICARIAM RICOS, SERIA TANTO CABELO QUE PODERIA MONTAR UMA FABRICA DE MEGA HAIR. E HAJA PRESTOBARBA PARA PARECER COM INDIO.

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