Quando jogador, só guardou o lugar entre Paulo Henrique e a chegada de Junior, jogador mediano e sem muitos recursos. 

Como técnico do Flamengo, um verdadeiro desagregador.

Na primeira passagem, implicou com Marcelinho Carioca.

Na segunda com Romario.

E agora com Ronaldinho.

A sua vaidade é maior que seu ego.