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:: 8/fev/2011 . 22:58

LIBERAÇÕES DE CONVÊNIOS.

Os convênios do município de  ILHÉUS/BA que receberam seu último repasse no período de  01/02/2011 a 07/02/2011 estão relacionados abaixo:

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Número Convênio: 485337
Objeto: HABITAR/BID – URBANIZAGCO DE ASSENT. SUBNORMAIS UAS
Órgão Superior: MINISTERIO DAS CIDADES
Convenente: ILHEUS PREFEITURA
Valor Total: R$6.637.858,34
Data da Última Liberação: 02/02/2011
Valor da Última Liberação: R$53.583,58
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Número Convênio: 621897
Objeto: AS INTERVENCOES PROPOSTAS NO PROJETO DE SANEAMENTO INTEGRADO PSI ABRANGEM I ABERTURA DO SISTEMA VIARIO E DE CIRCULA
Órgão Superior: MINISTERIO DAS CIDADES
Convenente: ILHEUS PREFEITURA
Valor Total: R$15.780.491,14
Data da Última Liberação: 01/02/2011
Valor da Última Liberação: R$400.044,09
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Consulte periodicamente o Portal da Transparência (www.portaldatransparencia.gov.br) para acompanhar outros repasses de recursos federais a seu município.

COMO O CRACK DESTROE UMA VIDA.

JOSIAS GOMES DEFENDE SEGURANÇA PÚBLICA.

Josias Gomes defende segurança pública baiana, e clama unidade da sociedade civil na luta contra o crack

“Diferentemente de denúncias veiculadas por órgãos da Grande Imprensa, a taxa de homicídios em Salvador e Região Metropolitana de Salvador vem diminuindo, conforme dados apresentados pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia, o que revela um governo preocupado com o combate à criminalidade, e, em função disso, bastante atuante no sentido de modificar as estatísticas da violência”.

A contestação foi feita nesta terça-feira, 08, pelo deputado federal Josias Gomes, do PT da Bahia, na defesa do trabalho que vem sendo realizado pelo governo baiano, na área da Segurança. Segundo dados divulgados pelo setor de imprensa da SSP-BA, a taxa de homicídios em Salvador apresentou redução de 14,6% no mês de janeiro deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, e 13,2 % na Região Metropolitana.

Ainda de acordo com dados da SSP, divulgados em seu site, a modificação da tendência do quadro estatístico já se evidenciava em 2010, quando os números se mantiveram estáveis em relação aos do ano anterior, com uma pequena variação para mais de 0,6%. “A implantação do Programa de Proteção ao Cidadão, com a intensificação das abordagens policiais em pontos estratégicos das principais cidades do estado, bem como a incorporação de 2.135 novos PMs, em setembro de 2010, contribuíram para a diminuição dos índices de assassinatos”, diz a matéria da SSP-BA.

Neste ano, conforme anunciado pelo secretário da Segurança Pública, Maurício Teles Barbosa, a implantação do programa Pacto Pela Vida será a iniciativa mais importante, com destaque para a construção de bases comunitárias em áreas com altos índices de criminalidade. O programa tem também como foco a participação de outras secretarias estaduais, ongs, associações de bairro e, especialmente, a sociedade organizada.

Na opinião de Josias Gomes, “há uma intensificação da criminalidade, nas diversas regiões do Brasil, por conta da disseminação do consumo de drogas, especialmente do crack, uma das piores versões das drogas, em todos os tempos, e que exige, para o seu combate, uma unidade de ação envolvendo todos os setores da sociedade, inclusive da imprensa, passando pelos governos federal, estaduais e municipais, partidos políticos, sindicatos, entidades religiosas, de todos, senão o país vai perder a briga contra o crack”.

PEQUENO DICIONÁRIO DAS MALANDRAGENS NO FUNCIONALISMO PÚBLICO.

FUNCIONÁRIO FANTASMA = É aquele que tem um vínculo de trabalho, mas nem aparece no local do emprego.

FANTASMINHA CAMARADA = Igual ao acima, só que é parente de funcionário.

ACUMULO DE VÍNCULOS = É o funcionário que tem vários vínculos de emprego, mas só trabalha por um.

DESVIO DE FUNÇÃO = É aquele que tem uma profissão, mas tem vínculo para exercer outra que não a dele.

ACABOU-SE O DESENCANTO DA MENTIRA. (tem atualizações)

Momento em que Clovis Torres da BAMIN, desmente a noticia plantada na mídia sobre o Licenciamento do IBAMA, citando como fonte comunicado do Superintende do órgão na Bahia, publicado no jornal A TARDE.

Vibração e agradecimento da população que vai ser beneficiada pela formação de mão de obra no novo Projeto da Bamin, projeto este chamado MINA DE TALENTOS. Mão de obra especializada para a Construção e Operação do Porto Sul e com repique para a Ferrovia e Aeroporto.

Da coluna Tempo Presente (A Tarde):

O superintendente do Ibama na Bahia, Célio Costa Pinto, negou ontem que o órgão tenha negado licença para a instalação do Porto Sul na Ponta da Tulha, em Ilhéus.

Segundo ele, o processo segue o seu curso normal, em Brasília, e, numa análise técnica preliminar, foram solicitadas algumas readequações à Bahia Mineração (Bamin): – O Ibama aguarda a resposta para ter novo posicionamento. Mas tudo corre normal.

CLIQUE AQUI, E LEIA MAIS.

BAHIA, CIDADE E INTEGRAÇÃO

Antonio Risério

A Tarde:
Antonio Risérioariserio@terra.com.br

Para dar um exemplo, o eixo Ilhéus-Itabuna tem de ser reativado. Precisa do porto, de equipamentos culturais, de novos estímulos, de novas direções.

É coisa relativamente rara, mas parece que estamos mesmo caminhando para um consenso. Nossa questão maior, hoje, é intensificar a integração espacial, econômica, social e cultural da Bahia. Outro dia, aqui neste jornal, Armando Avena escreveu sobre integração espacial, do ponto de vista econômico. É por aí. Para a Bahia se projetar em direção ao futuro, será necessário articular, no território estadual, uma nova rede infraestrutural e uma rede de cidades estratégicas, capazes de mobilizar e dinamizar a vida baiana, a partir de suas regiões.
No plano da logística, os projetos centrais do governo já estão devidamente definidos.
Quanto ao plano das cidades, o que se impõe é a qualificação de núcleos urbanos vitais para o sucesso no enfrentamento das novas realidades e de seus desafios. Ou seja: as realizações no campo da logística exigem a realização simultânea de uma ampla e criativa ação urbanística, operando sobre polos urbanos previamente definidos, dentro de critérios claros de desenvolvimento.
É na convergência de uma nova infraestrutura e de uma rede urbana renovada (em termos físicos e culturais) que está a chave para o êxito baiano.
A Ferrovia Oeste-Leste tem de acontecer já.
Assim como é indispensável dar outra vida ao Porto de Aratu (o Porto de Salvador – deixando de parte a ficção burocrática de que as unidades de Aratu e da capital formam um só complexo portuário – deve se voltar para cruzeiros e passageiros, em tempos de democratização do turismo e com vistas à Copa do Mundo). Construir o Porto Sul. Impulsionar o estaleiro do Paraguaçu, retomando, em outro patamar tecnológico, a tradição baiana de construção naval. Etc.
Mas os entraves ao desenvolvimento não estão somente aí. Estão, em grande parte, nos núcleos sociais dinamizadores, que são as cidades. A começar por Salvador. Mas se estendendo a todas as regiões baianas. Daí que o governo estadual esteja na obrigação de formular e executar uma política de intervenções urbanístico-culturais estratégicas, definindo polos articuladores regionais, a partir de suas condições atuais de existência.
Para dar um exemplo, o eixo Ilhéus-Itabuna tem de ser reativado. Precisa do porto, de equipamentos culturais, de novos estímulos, de novas direções. Tanto Ilhéus quanto Itabuna precisam ser repaginadas, em termos urbanísticos e culturais.
Não só Ilhéus e Itabuna, é claro. Precisamos definir aí por volta de umas nove cidades estratégicas (uma no semiárido, obviamente) e fazer com que elas funcionem bem e de forma articulada, na sua região e entre regiões. Estas cidades necessitam de realizações na educação, na saúde, na segurança, etc. Mas é necessário ir além disso.
Elas precisam de uma ação reconfiguradora para sacudir a poeira e ativar energias criadoras.
De uma investida assentada, sempre que possível, num tripé: urbanismo, cultura e turismo.
Com isso, teremos uma intervenção que se vai dar, de forma simultânea e complementar, tanto no corpo físico quanto na dimensão simbólica da cidade. Ela será repensada, em seus aspectos mais fundamentais, de uma perspectiva urbanística. Mas será encarada, acima de tudo, pelo que é: um fato de cultura, no sentido antropológico da expressão. Terá ampliado o seu acesso aos bens culturais e viabilizada sua própria produção nesse campo. Coma perspectiva turística se abrindo para a tornar mais visível, no espectro de suas realidades e manifestações.
Mas vamos, enfim, atar os fios dessa meada.
Falei que é necessário articular a implantação de uma nova malha infraestrutural e a energização urbanístico-cultural de um elenco de cidades estratégicas, cuja definição se impõe de modo lógico (Salvador, Feira, Conquista, Ilhéus-Itabuna, Juazeiro, etc.). Por esse caminho, poderemos ter novidade logística, novidade citadina e novidade cultural, convergindo, em ações exemplares, para situar a Bahia na linha de frente do avanço brasileiro. Mas, para isso, é preciso romper com a rotina, a timidez e o provincianismo. É preciso não ter medo de fazer. É preciso ousar.
Antônio Risério é escritor.

SABIA QUE TINHA ALGO DE PODRE NO AR.

Caro Guy,

Veja que coisa interessante a organizado do “movimento cansei” contra o Porto Sul,a produtora Paula Lavinig (ex-esposa de Caetano Veloso)já trabalhou para o DEM de ACM Neto e Paulo Souto.

Dirigido por Paula Lavigne, DEM leva programa ‘otimista’ à TV

Adriana Vasconcelos – O Globo

BRASÍLIA – Dirigido pela produtora de cinema e atriz Paula Lavigne, o novo programa partidário do Democratas que irá ao ar nesta quinta-feira à noite ganhou um ritmo novo. Embora mantenha o tom crítico em relação ao governo Lula, o programa procura passar uma visão otimista do país para o eleitor. Entre as estrelas do partido que ganharam espaço estão o presidente nacional do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), o governador José Roberto Arruda (DF), os prefeitos César Maia (RJ) e Gilberto Kassab (SP), os dois líderes no Congresso Nacional, o deputado OnyxLorenzoni (RS) e o senador José Agripino (RN), e a senadora Kátia Abreu (TO), relatora da proposta de emenda constitucional que prorroga a cobrança da CPMF.

– Não sou publicitária e nem marqueteira, mas uma produtora de cinema. Antes de fazer o roteiro, vi uma pesquisa do GPP que indica que o brasileiro é acima de tudo um otimista. Essa foi uma preocupação minha, de garantir um programa leve que conseguisse prender a atenção do telespectador, ainda mais depois que todo mundo começou a me dizer que ninguém assiste a programa eleitoral na TV – revelou Paula Lavigne ao exibir o filme de dez minutos à imprensa.

Cansei 'baiano'.

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Paula Lavigne, empresária do cantor e compositor Caetano Veloso, reuniu em sua casa, em Salvador, alguns artistas de expressão nacional dispostos a lutar contra a implantação do Porto Sul, no litoral norte de Ilhéus. O encontro aconteceu terça-feira (02) e contou com a presença da cantora Vanessa da Mata, dos atores Lázaro Ramos e Luís Miranda, e das atrizes Taís Araújo, Mariana Ximenes, Fernanda Torres, Emanuele Araújo, Vera Zimerman, Edvana Carvalho e Paula Bulamarqui. Será elaborada uma campanha com objetivo de exigir a anulação do projeto do complexo intermodal, que prevê a construção de uma ferrovia e de um porto de exportação de minério de ferro entre Ilhéus e Itacaré. Na opinião dos artistas, a implantação do empreendimento destruirá a Mata Atlântica no Sul da Bahia.

PORTO SUL. PORTO SIM: UMA REALIDADE QUE NÃO PRECISA DE IMITAÇÃO.

Do Blog Guarda Embaixo.

O ator encarna personagens vestindo-os em uma roupagem bem próxima de uma realidade, para qual deve encarná-la.

O cantor canta a paz, canta o amor, canta a dor, o encanto, o desencanto, a flora, a fauna e por aí afora.

Quando o ator faz um papel de pobre ele passa fome de mentirinha, ele torna-se um desempregado de mentirinha, mora em uma favela de mentirinha, tudo é de mentirinha.

Quando o cantor canta qualquer um dos seus temas, através da maviosidade da sua voz, tenta passar sentimentos na maioria das vezes nunca por ele vividos, nem vivenciados.

A arte como arte deve ficar no mundo do inapalpável, porque é soberana e move inexplicável e indefinidamente os sentimentos que elevam e alimentam à alma e o espírito e nos servem de estímulo para continuarmos caminhando e enfrentando as dificuldades que a dura realidade do dia a dia nos oferece.

A arte nos vitamina as forças para superar e transpor obstáculos reais, vivos, duros que nos massacra, que nos faz cambalear, que nos embriaga de dor e desesperança.

Ah! se não fosse arte que nos empurra com o seu braço forte, como quem diz: vai covarde que a vida é luta e a gente respira, levanta, sacode à poeira e vai embora.

A arte nos fortalece quando aquele ator que passa fome de mentirinha, desempregado de mentirinha, residente em uma favela de mentirinha, tudo de mentirinha, consegue, no seu papel bem desempenhado, vencer todas as suas dificuldades e lá, no final da novela se torna vitorioso. Aí, a gente, cá no mundo real, passando fome de verdade, desempregado de verdade, morando em uma comunidade carente de verdade se mira no espelho daquele ator, adota a sua forma de luta como meio de sobrevivência e segue em frente, ou quando aquele cantor diz: “Vem vamos embora que esperar não é fazer”….. Isso é a arte imitando a realidade, nos impulsionando a nos proporcionar o direito de sonhar para ocupar o nosso espaço pretendido.

Quando entrevistados, a unanimidade dos artistas afirma que “ralaram” para vencer, ou seja, para sair do mundo real do sofrimento, para o mundo da imitação da realidade.

Uma coisa é imitar a realidade. A outra é viver a realidade.

Há trinta anos a mesorregião sul baiano, constituída por 70(setenta) municípios, de repente entrou em decadência. A sua população idosa à época estagnou, sofreu, morreu. A juventude desacostumada com a miséria se viu obrigada a deixar a família e buscar a sobrevivência em outros Estados e os que aqui ficaram, uns sobreviveram de biscates, outros se transformaram em alcoólatras, outros em drogados e outros endoideceram. E as crianças, sem perspectivas de futuro, hoje, jovens, em razão da ociosidade e da falta de trabalho, concluem o ensino médio e uns se vão, outros que ficam se transformam em biscateiros, em alcoólatras, em drogados. E a história se repete a cada ano.

Nesses trinta anos de decadência nunca ouvimos sequer uma palavra de conforto de Caetano Veloso, nem de Lázaro Ramos, nem de Paula Lavigne, nem de nenhum artista, em relação a miséria que assola a região do cacau. Desconhecemos um show beneficente realizado por qualquer um deles, que são Defensores das Causas Desconhecidas em favor de qualquer dos 70 municípios da mesorregião sul baiano.

Caetano, Paula, Lázaro Ramos, vocês são excelentes artistas fazendo a vida imitar a realidade. Portanto, não tentem inverter as coisas, porque vocês são péssimos tentando fazer da realidade uma mentirosa imitação da vida, pois, aqui, a nossa fome é de verdade, o desemprego é de verdade, a favelização é de verdade, a pobreza é de verdade, sim, uma verdade que contrasta com a nababesca realidade de vocês.

Aqui, a miséria não precisa ser imitada. Ela é real.

O Porto Sul é uma realidade trazida por estranhos, para acabar com os sonhos de especuladores insensíveis, que sobrevivem há trinta anos a custa da miséria de uma região, se escondendo por detrás de um falso manto e um débil argumento de defesa do Meio Ambiente.

Talvez, vocês estejam sendo bois de “expia”. Com certeza não sabem nem o que é Porto Sul.

Antes de propagandear o que não conhecem, por que vocês não vêm discutir o assunto com a população? O desafio está feito.

“Xô, xuá, cada macaco em seu galho…”


contador free

nao basta

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