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CAMPEÃO MUNDIAL, SÓ ISSO.

Camisa 9, Nunes, Campeão Mundial.

Em reunião extraordinária realizada na noite desta segunda-feira, no salão nobre da Gávea, o Conselho Deliberativo do Flamengo aprovou, por unanimidade, os uniformes do time para a próxima temporada. Ao todo, 224 conselheiros compareceram.

A grande novidade está na camisa dois, que volta a ser toda branca com o rubro-negro indo para as mangas. Um modelo igual ao do Mundial de 1981, mas com um selo na camisa em homenagem aos 30 anos do título, que vai ter uma imagem em alusão à taça de campeão do mundo.

A camisa principal vai ter listras em vermelho e preto, com um contorno em preto levemente arredondado na altura do peito para destacar o logo do fornecedor e o contorno do CRF em branco. A camisa de manga comprida vai voltar a ter as mangas todas vermelhas, com a predominância do preto nas listras.

O uniforme será lançado no início do próximo ano. A estreia está prevista para fevereiro, no Campeonato Estadual.

6 respostas para “CAMPEÃO MUNDIAL, SÓ ISSO.”

  • Souza neto says:

    Meu caro, você só tem um defeito: ser baiano e torcer pra time de outro Estado.

    Essa camisa do Flamengo me faz lembrar um jogador grosso, que chutava com as canelas, mas que fazia gols de tudo que é jeito. O pernambucano Nunes.

    No final dos anos 70 e durante os anos 80, formávamos um grupo que ía ao Maraca todos os domingos à tarde. Independente do jogo. Nosso grupo tinha um lugar cativo no lado oposto às cabines de rádio, na chamada “torcida mista”.

    Nos dias em que o Fla jogava – às vezes com um Olaria, Bangu, Campo Grande, São Cristovão ou Bonsucesso – íamos ver jogadores como Raul, Leandro, Mozer, Rondinelli, Júnior, Andrade, Adílio, Tita, Capegiani e o Júlio César. Este último (Julio Cesar) gostava de entortar os zagueiros adversários. Por isso, recebeu o apelido de Uri Geller.

    Mas tínhamos mesmo era que ver os gols do “perna de pau” Nunes. De vez em quando também os gols do Fio Maravilha. No futebol de hoje, o Nunes seria um craque.

    Mesmo tendo morado 31 anos no Rio, nunca escolhi um time de lá pra torcer. Torcia era pro Bahia e Vitória quando jogavam lá.

    Às vezes torcia pelo América contra qualquer um dos grandes. O América tinha excelentes jogadores: o Ivo, o Mareco, o Badeco, o Antunes e o Edu. Esses dois últimos eram irmãos do Zico.

    O Edu foi o melhor centroavante que vi jogar. Dentro da área, não tinha igual. Era melhor que o próprio irmão (Zico). O outro irmão do Zico que jogava no América (o Antunes) era zaqueiro. Zagueiraço, do mesmo nível do Rondinelli (Fla), do Brito (Bota), do Moreira (Bota), do Zé Carlos (Bota) do Galhardo (Flu) e de muitos outros da época.

    Além disso, o américa tem o hino mais bonito entre todos os clubes brasileiros. O autor dos hinos do Bota, Flu, Fla e Vasco, é o mesmo do América. O cara se chamava Lamartine Babo. Era americano doente.

    E fez uma letra assim:

    “Hei de torcer, torcer, torcer… / Hei de torcer até morrer, morrer, morrer… / Pois a torcida americana é toda assim / A começar por mim (…)

    (…)
    Campeões com a pelota nos pés / Fabricamos aos montes, aos dez /
    Nós ainda queremos muito mais / América unido vencerás!”

    Apesar disso, não fui torcedor do América. Mas gostava quando o Mequinha ou Diabo, como era conhecido, estraçalhava um grande no Maraca.

    Velho, esqueça esse Fla, assuma sua baianidade!

  • O Sarrafo says:

    KKKKKKK Se quebrou nessa véio, sou carioca de Olaria, nasci na Rua Bariri, isso tudo que você escreveu eu vivenciei no Maraca.

  • Souza neto says:

    Faltou dizer que em 72 vi o Bota enfiar 6 a 0 no Mengão!

    Tinha ido ver jogar os craques do Mengo e os do Botafogo. Mas, o Mengo não suportou a superioridade de jogadores como Jairzinho, Fischer, Ferretti, Osmar, Marinho Chagas, Nei Conceição (cracaço), Carlos Roberto (outro cracaço), Zequinha… Acho que o goleiro era o Cao.

    O único “perna de pau” do Bota nessa época era o Valtencir. Mas, não fazia muita diferença, os outros compensavam as deficiências técnicas do Valtencir, na lateral esquerda.

    Apesar de admirar esse time do Bota, que não era mais a “Sele-Fogo” do fim dos anos 60, não torcia para o alvinegro.

    Minhas filhas se tornaram torcedoras do Flu por culpa da mãe, que era uma autêntica “papa-goiaba”. E quase todo “papa-goiaba”, especialmente o nascido em Niterói ou São Gonçalo, é tricolor.

    O Vasco era o time que menos gostávamos. Nunca soubemos muito bem por quê!

    Cara! Tá na hora de você rever sua opção futebolística! Quando vim morar em Ilhéus achava que era torcedor do Bahia, mas quando o Bahia veio jogar com o Colo-Colo, torci pelo time da casa. Não podia ser diferente! Se tivesse um time na minha rua, torceria por ele!

    Recentemente, no jogo Goiás x Independiente, não entendi nada quando vi brasileiros torcendo por argentinos, trocando um título sulamericano de um time brasileiro por uma vaga para seus clubes na competição do próximo ano.

  • O Sarrafo says:

    Parece que estávamos no Maracanã juntos, porém distantes, o que não era difícil naquela imensidão.

  • Souza neto says:

    Agora, precisa assumir suas “responsabilidades”.

    Torcer pelo Colo-Colo é uma delas… Mesmo jogando contra o “seu” Mengão!

    Nem que a gente tenha que trocar toda a diretoria.

    Você já baiano!

    Quero ver se você vai vacilar!

  • Souza neto says:

    Algum tempo depois dessa goleada no Mengo, se não me engano, o Bota perdeu de 7 a 2 para o Santos. Tempos depois, o Mengo devolveu a goleada ao Bota. Aliás, muito tempo depois. O Bota já era aquele timinho caidinho que só conseguiu uma breve recuperação com o bicheiro Emil Pinheiro (acho que era esse o nome).

    Depois o bicheiro desfez o time, vendeu todos os jogadores cujos passes lhe pertenciam e o Bota voltou pra sargeta. Havia perdido General Severiano e foi curtir uma fossa num campinho de várzea em Marechal Hermes.

    Quanto ao Maraca, acho que estivemos muitas vezes naquele espaço. Um de frente para o outro. Você sempre de um dos lados das cabines de rádio (torcendo pro Mengão) e eu sempre do lado oposto, na “torcida mista”.

    Por isso, sempre entrei pelos portões da Avenida Maracanã/Estátua de Belini. O tumulto era menor… Até pra sair.

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