PRECISAMOS TOMAR ATITUDES DRÁSTICAS CONTRA ESTE PESSOAL.
O presidente da Associação Comercial de Itabuna, Eduardo Fontes, compareceu ao comício de Dilma Rousseff na Praça Castro Alves, quinta-feira passada. Ficou no palanque, a poucos metros do presidente Lula, e aproveitou para ter uma breve conversa com o barbudo.
Fontes diz ter elogiado o discurso de Lula, mas fez um adendo: “faltou o senhor falar sobre a duplicação da rodovia Ilhéus – Itabuna”.
O presidente chamou na hora o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, que estava por ali, e perguntou sobre o projeto. Passos explicou que o grande entrave para a duplicação está sendo a resistência na área ambiental, inclusive junto ao Ibama.
A notícia é um balde de água fria na região sul do Estado, que sonha há décadas com a duplicação dessa rodovia e tem sofrido com a perda de tantas vidas humanas em acidentes que poderiam ser evitados se já houvesse as duas pistas.
Imprimir
|
Enviar
Dê seu voto:




Com meus botões, pensei… A duplicação será feita pelo outro lado. Naquele lado, em muitos trechos, há nichos de Mata Atlântica bem preservados. Passei a imaginar as dificuldades que o governo e a sociedade iria travar com aqueles que colocam um pequeno pedaço de mata à frente do interesse de milhares e até de milhões de pessoas.
Esta matéria indica que eu estava correto. O trabalho de conscientização da população precisa começar agora! Não podemos ficar por muito tempo no embate improdutivo com a “máfia verde”!
a) isso é mesmo necessário?
b) pode ser feito em outro lugar com menores impactos?
c) se for feito aqui o que acontecerá?
d) os beneficios serão superiores aos impactos?
e) quem desfrutará dos beneficios?
f) ha algo que possa ser feito para diminuir os impactos? quem deve faze-lo?
–
No caso da BR, o que se pede são estudos ambientais. ninguem está interessado em bater na rodovia, ou impedir sua construção, o que se busca é que tudo seja feito do melhor modo possivel, e com os menores impactos possiveis.
um grande abraço
sophos
Agora quando chega um projeto de desenvolvimento, obedecendo as leis ambientais brasileiras, as mais modernas do mundo, aparece esse modismo de ‘desenvolvimento sustentável’.
Sustentabilidade de quem?
Como diz um amigo: cidadania tardia.
Espero que você esteja nesta última definição.
Se realmente está, deve saber que todo e qualquer planejamento está a depender de estudos e avaliações. Que no planejamento mais singelo, três variantes devem estar sendo consideradas: ACEITABILIDADE, EXEQUIBILIDADE e ADEQUABILIDADE. Nas Forças Armadas, denominamos essas três simples variantes de AEA.
Sucintamente, podemos afirmar que a ACEITABILIDADE avalia o Custo x Benefício; a EXEQUIBILIDADE as possibilidade da execução satisfatória do plano traçado; e a ADEQUABILIDADE diz respeito aos resultados esperados. Havendo a nacessidade de maiores aprofundamentos, lança-se mão de avaliações mais complexas por meio do que convencionou chamar de CONDICIONANTES ESSENCIAIS.
Muito bem. No caso específico da rodovia não se pode levar em consideração o aspecto sustentabilidade a longo prazo, citado por você. Uma parte da mata terá que ser derrubada para a construção da estrada. Ponto! Nesse caso, o que precisa ser avaliada é a ACEITABILIDADE, ou seja, o “PREJUÍZO” (custo) da derrubada da mata e o custo financeiro da obra comparado com os BENEFÍCIOS que trará para o povo das cidades da região. Por outro lado, considera-se a EXEQUIBILIDADE, analisando os aspectos relacionados as possibilidades da construção, das ligações feitas por pontes/viadutos com a estrada já existente, o melhor traçado, etc. A ADEQUABILIDADE vai analisar se a estrada é a melhor solução para os problemas do tráfego entre as duas cidades, (exageros) se não seria melhor um metrô, um elevado sobre o Rio Cachoeira, um trem-bala, uma ferrovia, et. Ou seja, na ADEQUABILIDADE avalia-se o que melhor atende na solução do problema que se quer resolver.
Portanto, meu prezado “sophia”, não há aspectos relacionados à sustentabilidade que possam não recomendar a construção dessa estrada.
O que o EIA e seu relatório devem apontar são medidas mitigadoras dos impactos, nada mais que isso!
Numa postagem anterior referi-me a você como “sophia”. Fui um erro de digitação. Seu nome apenas deriva de “sophia”. Não houve qualquer segunda intenção nisso.
Quanto às perguntinhas básicas que você faz, posso dizer-lhe que elas já nasceram com as respectivas respostas. É como perguntar: “Aquele macaco está com fome, o que dou a ele?” Ou, “Aquele animal está morrendo de sede, devo dar-lhe água?”.
A não ser que você queira que a estrada que Itabuna e Ilhéus precisam seja construída em outras cidades!
O que acontecerá?
Quem serão os beneficiários?
Isso todos nós sabemos!
O que pode ser feito para minimizar os impactos?
Será feito!
A quem compete fazer?
Os executores da obra (governo e empreiteira, seguindo as orientações do EIA/RIMA!