GEDDEL NO REGIME E NA DIETA.
Não é a Bahia que tem pressa, é Geddel que tem.
Faltando um mes para a eleição, ele só conseguiu subir 2 pontos na pesquisa. Foi de 9 pra 11%.
Tá fazendo das tripas coração para aparecer, mas só vai conseguir perder alguns quilinhos e torrar muita bufunfa, que tá sobrando.
Não vai a lugar nenhum, nem ele nem os que o acompanham, não têm CREDIBILIDADE.
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Dalila
Vejam os horários politicos e reflitam para ver se não estamos vivendo o mesmo momento de 2006, olha ai as duas faces da moeda.
Roberto COrsário/Zona Sul de Ilhéus
Todos os intelectuais, todas as inteligências do bem dessa Capitania chamada Pindorama estão a condenar e a querer varrer para bem longe os pensamentos neoliberais-conservadores. Essa idiologia da imbecilidade que privilegia uma elite egoísta e deixa de mãos abanando a grande maioria, que é o povo.
Nosso queridíssimo Geddel, apenas pegou carona no bonde alheio. Sua turma, verdadeiramente, é composta pelos carlistas/soutistas/borgistas. Este último, já caminha com ele nessas eleições.
Lula e o PT (enterprete PT como o Partido do Povo) vão continuar implantando a Política do Bem-Estar Social (leia John Maynard Keynes) no nosso País. O vice da Dilma é do PMDB, mas as pesquisas indicam que a candidatura do Geddel (também PMDB) na Bahia só atrapalha: um elevado percentual dos bahianos que dizem votar em Geddel votam em Serra, o representante do atraso, do ultrapassado neoliberalismo-conservador que teima em continuar querendo o Poder. Nessa situação, para o bem do Brasil e dos brasileiros, Lula entendeu que é preciso minguar os votos da candidatura de Geddel.
Precisamos, todos, estar unidos no combate ao que há de mais pernicioso na politica brasileira: o noeliberalismo-conservador. Evidentemente outros oposições irão surgir. Afinal, nem todo mundo gosta de povo; nem todo mundo quer o povo feliz e satisfeito.
Com a derrota de Serra, Sérgio Guerra, Tássio Jereissati, Arthur Virgílio, Paulo Souto, Aleluia, Cesar Borges, esse pensamento nefasto, se não finda, ao menos fica arrasado em Pindorama.
Jaques Wagner é o representante dos novos tempos para a Bahia. Muito do que deixou de fazer em benefício da Bahia e dos bahianos, foi por problemas de caixa. Os recursos foram poucos e Wagner teve muito trabalho para sanear o Estado pagando as dívidas que foram deixadas.
Só para te dar dois exemplos: a Cesta do Povo tinha uma dívida de mais de 300 milhões e a EBDA (órgão da Secretaria da Agricultura) também estava com grandes dívidas.
A partir desse segundo mandato, as coisas tendem a melhorar. Assim foi também com o Lula.
Os tempos são outros. Em 2006, quando um pesquisador abordava um eleitor humilde este tinha medo de declinar o voto contra a “tropa de choque” que governava a Bahia.
Acho que não preciso dizer as razões que levavam essa pessoa a omitir sua intenção de voto.