Foto: contribuição do Sarrafo

Constantes reportagens, veiculadas em rede Nacional, vêm revelando que o oportunismo desenfreado de muitos, começa a tomar características profissionalizantes no meio conhecido como Movimento Indigenista, em nosso País; invadem órgãos Públicos, depredam, registram presença com seu vandalismo, porém, a intenção maior,  única e implacável: R$ 560.000,00 pela desocupação, fato ocorrido em Brasília; invadem hidrelétrica com 300 elementos fantasiados de índio e exigem mais de R$ 5.000.000,00 pela desocupação. E tantas outras ações parecidas se deflagram e se profissionalizam neste País, sem dono e sem governo. Aqui em nossa região, tudo se repete  dentro da mesma cartilha: extorsão de jazidas de areia, de aposentadorias e de  empréstimos bancários, invasões de fazendas produtivas de cacau, somando mais de 10.000 arrobas, invasão da prefeitura de Buerarema, e tantas outras ações que se resumem no interesse pecuniário.

Tudo isto nos apresenta a  “PROFISSÃO DE ÍNDIO”.

Os “Tupinambás de Olivença”, tribo que nunca existiu, chegaram a registrar, em menos de dois anos, 7.000 pessoas cadastradas como Índio, onde a própria Funasa  nunca viu nem 4.000 desses cadastrados; mais de 400 foram descadastrados, e  imaginem o que sobrou. Decerto, o número tem interesses escusos, e levará, possivelmente, aos Profissionais do ramo,  boas vantagens financeiras.

A Profissão exige curso de teatro, pintura  e  construção de fantasias com penas de galinha, e exige mais ainda, ter coragem; coragem de invadir, de seqüestrar, de atirar e até mesmo de matar,  algo que possa impressionar a mídia internacional e atrair a imprensa desinformada. Abusam da fragilidade da lei e do poder, para demarcação de terras alheias como se fossem indígenas, e o Governo Petista, hoje já abandonado pelos intelectuais e pela Igreja, que fundamentaram sua fundação, não pode contrariar a sua própria política, denominada de Minoria: abraça com panos quentes e empurra as decisões com a barriga.

A sociedade da nossa região precisa se manifestar e apoiar os Pequenos Agricultores de Ilhéus, Una e Buerarema, nesta luta contra esta nova Profissão, pois quem paga a conta somos todos nós, contribuintes.

Estas são as nossas convicções

Luiz Henrique Uaquim da Silva

Presidente da Associação de Pequenos Agricultores de Ilhéus, Una e Buerarema