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:: 29/jun/2010 . 20:32

CÂMARA DE VEREADORES DE ILHÉUS DISCUTE SEGURANÇA.

Plenário da CMI.

Nesta quarta-feira (30) a Câmara de Vereadores de Ilhéus discutirá dois importantes temas com o intuito de adiantar os trabalhos em virtude do recesso. Logo pela manhã a partir das 9h será realizada uma Audiência Pública para discutir o novo sistema de segurança pública implantado na cidade. O requerimento partiu do presidente do legislativo, vereador Jailson Nascimento, que em sessão realizada na Câmara criticou a forma como o novo sistema está sendo gerido em todo município.

A mesma Audiência Pública havia sido marcada para debater a Segurança Pública na cidade no dia 15 de junho, mas os oficiais do Comando da Polícia Militar do Estado da Bahia não puderam comparecer a Ilhéus por estarem com compromissos agendados em Salvador. A partir dessas circunstâncias a data foi remarcada. Na ocasião estiveram presentes lideres comunitários, sindicalistas, profissionais de imprensa.

A tarde será realizada a votação da Lei de Diretrizes Orçamentais (LDO) a partir das 16h marcando o recesso do Poder Legislativo ilheense. Tanto a Audiência Pública quanto a votação acontecerão no Plenário da Câmara de Vereadores de Ilhéus e são abertas ao público. “A idéia da Audiência Pública é debater o que está acontecendo e a partir daí tomar as devidas providencias em relação à segurança pública em Ilhéus. Já a votação da LDO é importantíssima por definir as questões relacionadas ao exercício financeiro do município.”, lembrou o vereador Jailson Nascimento.

DIA DE SÃO PEDRO, DIA DO PESCADOR.

Hoje, dia 29 de julho, comemora-se o Dia do Pescador. O Ministério da Pesca e Aquicultura promoveu nesse período diversas ações em todo país, reforçando a importância da atividade e do trabalho dos pescadores (as) brasileiros (as).


Na ultima terça-feira (22) em Maraú (BA) o Ministro da Pesca e Aquicultura Altemir Gregolin assinou convênios e entregou empreendimentos para estimular a produção e desenvolver o setor. Ao todo, mais de R$ 1 milhão e 67 mil foram liberados, contemplando aproximadamente 1200 famílias de pescadores e marisqueiras da região do Baixo Sul baiano.

Nos últimos seis anos, o Governo Federal tem feito esforços para consolidar uma política pesqueira para o Brasil que combine responsabilidade ambiental, reconhecimento dos direitos, articulação sustentável, mapeamentos e investimentos sociais. O objetivo é contribuir para a superação da pobreza e das desigualdades sociais nas comunidades aquícolas e pesqueiras, pelo aprimoramento das capacidades locais de autogestão dos interesses coletivos qualificando a inserção do segmento nas cadeias produtivas do setor e uma gestão sustentável dos recursos.

E fato que existem muitas políticas públicas voltadas para o setor. É preciso, portanto, fortalecê-las e criar novos mecanismos que a tratem como uma questão de desenvolvimento, através da geração de trabalho e renda para um grande contingente de pessoas.

Vida longa aos trabalhadores e às trabalhadoras da pesca pelo seu dia e pela sua luta.

Luciana Mandelli

Superintendente Federal Ministério da Pesca e Aquicultura-BA.

ABRA O OLHO SECRETÁRIO.

Jorge Bahia

O Secretário de Finanças de Ilhéus, precisa circular mais perto do balcão de atendimento ao contribuinte.

Ele pode ser surpreendido com uma lambança de conseqüências imprevisíveis.

EMAIL QUE CIRCULA NA INTERNET.

 Eles fazem isso lá na Amazonia, e agora querem fazer no Sul da Bahia.

REPASSO com a certeza que devemos fazer isso.

Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata- se de um Brasil que a gente não conhece.

As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui.

Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.

Para começar, o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense. Pra falar a verdade, acho que a proporção de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto, falta uma identidade com a terra.

Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, (e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro) ou a pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo.

Não existe indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%, descontando- se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades.

Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a Manaus, cerca de 800 km ) existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva indígena (Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados.

Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.

Outro detalhe: americanos entram à hora que quiserem. Se você não tem uma autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem- se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo nerd com cara de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas, pasme, se você quiser montar um empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí, camu-camu etc., medicinais ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar ‘royalties’ para empresas japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia…

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PERGUNTA DIFÍCIL DE RESPONDER.

Dolares de Tio Sam

O Principe dono do mundo.

Se o Porto Sul e a exploração do minério, ao invés de serem explorados por paises em desenvolvimento, fossem explorados pelos paises do G7, paises desenvolvidos, haveria esta grita orquestrada contra o empreendimento?

A reportagem do Jornal O Liberal , lança luzes sobre este assunto, não mais como sonhos e devaneios de alguém, mas sim com investigação profunda de organismos oficiais de inteligência.

Precisamos discutir o assunto sob esta nova ótica.

contador free

nao basta

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