SÃO PAULO ALIVIADA.
Professores de São Paulo fazem “bota-fora” de Serra
Professores e servidores do governo de São Paulo fecharam há pouco as duas pistas da Avenida Paulista, em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp). Além de professores, também estão na avenida funcionários da saúde, da educação e da Justiça, entre outros. O protesto marca também o “bota-fora” do governador José Serra (PSDB). No momento os manifestantes seguem para a Praça da República
A policia militar está no local a mando do governador José Serra, enfrentando manifestantes que já ocuparam uma faixa da avenida paulista (SP). Comerciantes da região, receberam ordens para de não deixar os manifestantes entrarem em seus estabelecimentos para comprar água.Segundo informações aproximadamente 20 mil pessoas participam da manifestação. Depois do confronto entre Polícia Militar e os professores na semana passada, durante protesto em frente ao Palácio dos Bandeirantes, a PM resolveu adotar postura diferente nesta passeata. Os policiais, desta vez, não bateu nos professores, mas três helicópteros da polícia militar sobrevoam a local.
O secretário da Educação do Estado de São Paulo, Paulo Renato de Souza disse que a greve dos docentes da rede será tratada de forma política. “É uma greve que tem claramente cunho político, eleitoreiro”.
Professores e servidores da saúde da rede estadual realizam um protesto para reivindicar reajuste salarial na tarde desta quarta-feira (31) na Avenida Paulista, região central de São Paulo. Eles conseguiram furar o cordão de isolamento com motos armado por policiais militares e bloquearam a pista sentido Consolação e ao menos duas faixas da pista sentido Paraíso da via por volta das 15h25.
Imprimir
|
Enviar
Dê seu voto:









Isso reflete o que pode vir por ai emcaso de derrota de Dilma.Felizmente estamos subindo e logo tomaremos a dianteira para vencer ainda no primeiro turno
Deus salve o Brasil!
Os eleitores precisarão estar iluminados no dia das eleições.
Não se pode ceder a esse sistema político ultrapassado que praticamente elimina o Estado e coloca todo o poder nas mãos do mercado.