COMENTÁRIO QUE VIROU POST.
Souza Neto.
Somos todos a favor da preservação do meio ambiente, entretanto, o mote, pela sua importância e pelo poder de sensibilização, passou a ser utilizado pelas grandes potências econômicas como uma “arma”, visando obstar o desenvolvimento de nações com grande potencial de recursos naturais, como o Brasil.
Nosso país está entre os poucos no mundo que podem superar em poucos anos a economia dos integrantes do chamado G7. Possui uma extensão territorial extraordinária dotada de uma impressionante diversidade de riquezas naturais. Pelo uso de imagens por satélite, os norte-americanos conhecem melhor do que nós brasileiros essa potencialidade.
Quando estive na ativa das Forças Armadas (por 30 anos), trabalhei por dez anos com Inteligência e tive acesso a informações privilegiadas a respeito do interesse de nações estrangeiras no Brasil. Entre estas nações destacam-se Reino Unido e EUA. Curiosamente as mais imperialistas.
As duas obras de Lorenzo Carrasco (et alli), trouxeram um pouco de luz sobre essa questão ao denunciarem interesses escusos de grupos internacionais e ONGs ambientalistas-indigenistas. Nos livros, essa organização espúria recebe o nome de “aparato”.
Longe de concordar ou de achar que tudo o que os livros contêm são verdades absolutas e irrefutáveis, considero a grande contribuição que foi dada pelos autores sobre os perigos porque passam nações em desenvolvimento como o Brasil, por conta da ganância e da voracidade econômica de grupos exógenos.
As ONGs são os “exércitos irregulares” que abrigam e “pagam” os “soldados-verdes” para promover o chamado “ativismo”. Faz parte da estratégia a “invasão” de consciência dos menos esclarecidos. A quantidade de dinheiro disponível para essas ações é incontável.
Vale a pena ler, especialmente o segundo livro: Ambientalismo, Novo Colonialismo.
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Faltou dizer que os integrantes da Casa de Windsor estão mergulhados nesse insidioso “projeto” de estabelecer uma “governança mundial” até com seus “príncipes” mais novatos. Inclusive aquele que gosta de se fantasiar de nazista – se não me engano, o Harry (que não é o Potter).
Aliás, a Casa Real inglesa retomou recentemente suas investidas imperialistas sobre a América Latina, mediante a tentativa de explorar as riquezas naturais das Ilhas Malvinas, historicamente, pentencentes à Argentina.