Arquivado em 3/mar/2010
ATÉ QUE ENFIM, VAMOS OCUPAR ESTES 103 HECTARES.
Projeto irá avaliar e monitorar orla marítima- Jornal Bahia On Line
O prefeito Newton Lima nomeou através de decreto, os integrantes do Comitê Municipal Gestor do Projeto Orla Ilhéus, que terão a responsabilidade de avaliar, monitorar e acompanhar o conjunto de ações concernentes ao plano de gestão integrada de orla marítima do município. O plano de gestão de Ilhéus faz parte do Projeto Orla, dos ministérios do Meio Ambiente e do Planejamento, e conta com a participação da Superintendência do Patrimônio da União e da Secretaria de Meio Ambiente da Bahia, por meio da Coordenação Estadual do Programa de Gerenciamento Costeiro. A expectativa é que com a oficialização do comitê gestor se possa dar continuidade ao trabalho iniciado em 2005, com a elaboração e execução de projetos que qualifiquem e potencializem a orla do município. A arquiteta Marilene Lapa, da secretaria municipal de Planejamento, explica que com a implantação do Projeto Orla, Ilhéus estará credenciada para a gestão das áreas da união em orla marítima e fluvial. “O projeto é um instrumento construído com a participação dos governos federal, estadual, municipal e a sociedade civil que permitirá que estas áreas da união sejam planejadas, urbanizadas e até mesmo ocupadas de acordo com os anseios das comunidades locais. Com mais de 80 quilômetros de litoral já foram escolhidos três locais prioritários para as primeiras intervenções que são o bairro São Miguel (zona norte), avenida Soares Lopes (centro) e a área das cabanas na praia do sul”.
A composição do comitê possui a participação de representantes do poder público, como membros permanentes – ministérios públicos Federal e Estadual, Superintendência do Patrimônio da União da Bahia, coordenação estadual do Programa de Gerenciamento Costeiro e secretarias municipais de Planejamento, Infraestrutura, Meio Ambiente, Turismo e de Assistência Social e Trabalho. Também fazem parte a Câmara de Ilhéus, Universidade Estadual de Santa Cruz, Companhia de Docas da Bahia e Capitania dos Portos de Ilhéus, representantes do poder público, como membros suplentes – APA da Lagoa Encantada e Rio Almada, Procuradoria geral do município, Universidade Livre do Mar e da Mata, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, secretarias municipais de Transporte e Trânsito, Governo e Ações Estratégicas e Serviços Urbanos, Delegacia de Proteção Ambiental e Instituto do Meio Ambiente.
Representantes da sociedade civil, como membros titulares – Associação Regional de Engenharia e Arquitetura do Sul da Bahia, Associação Comercial, Associação dos Moradores do São Miguel, Associação de Turismo, Associação dos Cabaneiros da Praia do Sul, Colônia de Pescadores Z-34, Instituto de Estudos Sócio-ambientais, e Organização Pró-Defesa e Estudos dos Manguezais da Bahia. Representantes da Sociedade Civil, como membros suplentes – Associação dos Cabaneiros da Praia do Norte, Associação de Moradores da Avenida Soares Lopes, Associação dos Fotógrafos, Câmara de Diretores Lojistas, Colônia de Pescadores Z-19, Conselho de Turismo, Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia da Bahia e Comunidade Indígena. |
RELEASE DA CÂMARA DE VEREADORES DE ILHÉUS.
| Nº | 14 | Data: | 03.03.2010 | |
| Vereador Jailson Nascimento solicita melhorias para o Alto da Soledade | ||||
| Em visita ao Alto da Soledade no início da semana, o vereador Jailson Nascimento pode constatar várias dificuldades encontradas pelos moradores do bairro. Uma das únicas formas de lazer das famílias residentes no local, a Praça do Alto da Soledade encontra-se em estado de abandono, com muito mato e sem iluminação. Para que os moradores tenham uma opção de lazer em segurança, o vereador apresentou a indicação nº 043/2010, que pede ao prefeito Newton Lima, que seja feita roçagem e iluminação na Praça do Alto da Soledade.
Outro local bastante prejudicado no bairro é a encosta da Rua Nossa Senhora de Lourdes, atualmente ela corre risco de desabamento, podendo interditar a rua que fica a sua frente e a depender da quantidade de terra que desabar, pode afetar até as casas que ficam abaixo dessa encosta. Por esse motivo a necessidade de executar esta obra é de suma importância, a partir daí, o vereador Jailson Nascimento através da indicação nº 042/2010, solicita que seja construída uma encosta a fim de evitar uma tragédia. Conversando com os moradores do Alto da Soledade, o vereador Jailson Nascimento ouviu inúmeras queixas referentes à iluminação pública do local, para isso ele requereu a Mesa Diretora da Câmara que seja enviado ofício a COELBA para que seja realizada a extensão da rede de iluminação pública no Alto da Soledade. Ao fim da visita, o vereador Jailson Nascimento destacou a importância da realização das visitas aos bairros. “Sempre estou visitando os altos da cidade, bairros e distritos, continuarei visitando as localidades e dialogando com os moradores para saber dos problemas e buscar as devidas soluções”, finalizou o presidente do Poder Legislativo Jailson Nascimento. |
ESCULHAMBAÇÃO NO TRÂNSITO E A MÁFIA DO GUINCHO.
Cidadão revoltado, me confidenciou que mesmo com o protocolo esperando a renovação de sua carteira, seu carro foi guinchado, por falta de documentação do condutor.
Ele pacientemente, aceitou a ponderação da ‘otoridade’ policial:
Não interessa, vai ser guinchado.
Agora advinha pra onde?
Para o pátio da Ciretran? Errou. Para o pátio do guincheiro, (que já comprou guinchos novos), depois de morrer em oitentinha, o carango foi liberado. É mole?
MARÃO NA ATIVIDADE.
Encontrei com Marão lépido e fagueiro. Me jurou que não sabia que o pato era de despacho.
Mas Pai Fabinho de Latingoxá, tirou o cabôco que estava nas costas dele, e agora está pronto pra outra.
Guloso, está doidinho para comer uma carne do sol com pirão de leite
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Máfia Verde 2: ambientalismo, novo colonialismo
Sob o disfarce de uma causa nobre, o movimento ambientalista-indigenista internacional e seu exército de organizações não-governamentais (ONGs) representa hoje um dos maiores entraves ao progresso da humanidade. Lançado em 2001, o livro Máfia Verde: o ambientalismo a serviço do Governo Mundial – em nona edição e com mais de 17.000 exemplares vendidos – se converteu em um importante fator de esclarecimento sobre a agenda real desse aparato de guerra irregular.
A presente seqüência atualiza os avanços da “máfia verde” no Brasil, visando aprofundar a conscientização da cidadania sobre a sua agenda anti-humana, antidesenvolvimentista e ditada do exterior, como uma nova forma de colonialismo.
Índice:
· APRESENTAÇÃO
. O ambientalismo como um novo colonialismo
· Uma ideologia anticivilizatória e antinatural
· A “carta indigenista” contra o Estado nacional
· Raposa/Serra do Sol, rebelião em Roraima
· A “ponte” Cerrado-Amazônia e a integração sul-americana
· A indústria madeireira na alça de mira
· Energia: do facão ao “apagão”
· O assalto obscurantista contra a biotecnologia
· A indústria de camarões na rede ambientalista
· As ONGs no governo
· A farsa do desarmamento civil
Organizador editorial: Lorenzo Carrasco
Autores: Geraldo Lino, Lorenzo Carrasco, Nilder Costa, Silvia Palacios
Título: Máfia Verde 2: Ambientalismo, novo colonialismo; Capax Dei Editora, 272 páginas, R$ 43,00 (com o correio incluído)
Capax Dei Editora Ltda (CNPJ 02778649/0001-63), Rua México 31 sala 202 – Rio de Janeiro – RJ – 20031-144
Pedidos: editor@alerta.inf.br ou pelos telefones 21-2551-9442, 21-2532-4086 ou 21-8665-0031
TRAIRAGEM EM CANAVIEIRAS.
Noticias chegadas de lá, dão conta que a petista Alda Sobral, já está comendo na mão do Prefeito Zairo Loureiro (DEM).
Valeu a força do sobrenome?
A expulsão não está descartada pelo PT.
NOVAS REGRAS PARA FUNCIONAMENTO DE UTIs.
Hospitais que contam com Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) terão que cumprir novas regras. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta quinta-feira (25), a Resolução RDC nº 7, que dispõe sobre os requisitos mínimos para o funcionamento das UTIs.
A resolução se aplica a todas as Unidades de Terapia Intensiva do país, sejam públicas, privadas ou filantrópicas; civis ou militares O objetivo é reduzir os riscos aos pacientes, visitantes, profissionais e meio ambiente.. Com a medida, a Anvisa também busca elevar a qualidade do atendimento, com a conseqüente redução do tempo de tratamento de pacientes graves nesses setores. Assim, mais pacientes poderão usufruir do tratamento especializado oferecido nas unidades.
A nova regra traz parâmetros tanto para estrutura, organização e processos de trabalho quanto para a obtenção e monitoramento de indicadores de saúde que retratem o perfil assistencial da unidade. Entre os indicadores a serem monitorados estão, por exemplo, os de densidade de incidência de Infecção Primária da Corrente Sanguínea Relacionada ao Acesso Vascular Central e os de Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica.
Os hospitais têm prazo de seis meses para adequação à nova resolução, sendo que para cumprimento de alguns itens relacionados a recursos materiais e humanos o prazo é de três anos. Segundo dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), o Brasil dispõe de 27.026 leitos de UTI (dez/09).
Confira os principais pontos da resolução:
- A preservação da identidade e da privacidade do paciente deve ser assegurada por todos os profissionais que atuam na UTI. O paciente que estiver consciente e o seu responsável legal devem ser informados quanto aos procedimentos que serão adotados.
- As equipes de UTI e a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) são co-responsáveis pelas ações de prevenção e controle de infecções relacionadas à assistência à saúde.
- O hospital deve realizar gerenciamento dos riscos inerentes às atividades realizadas na unidade, bem como aos produtos submetidos ao controle e fiscalização sanitária.
- As preparações alcoólicas para higienização das mãos devem estar na entrada da unidade, entre os leitos e em outros locais estratégicos definidos pela Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH).
- A CCIH deve divulgar os resultados das vigilâncias e o perfil de sensibilidade dos microrganismos à equipe multiprofissional da UTI, visando a avaliação periódica das medidas de prevenção e controle. A equipe da UTI deve proceder ao uso racional de antimicrobianos, estabelecendo normas e rotinas de forma interdisciplinar e em conjunto com CCIH, Farmácia Hospitalar e Laboratório de Microbiologia.
Daniele Carcute – Imprensa / Anvisa










