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:: 21/fev/2010 . 22:26

A ‘ZONA AZUL’ E A ‘ZONA VERMELHA’.

Antes da implantação da Zona Azul, quem vai disciplinar a Zona Vermelha?

Para quem não sabe, a Zona Vermelha é aquela ocupada por motoboys, moto-taxis, vendedores de água mineral suspeita, açougues e o iscambau.

Com sua motos, tabuletas, clones, cavaletes,  vasos de água, que ocupam tanto o espaço de estacionamento de veículos como as calçadas, obrigando aos pedestres andarem pelo meio da rua.

POR QUE PAULO SOUTO ESTÁ ASSIM?

Revoltado e desesperado.

Sempre detrás dessa mesa, vociferando contra o governo.

Engraçado, quando tinha todo aparato econômico e político ao seu dispor, tanto estadual como federal, não fez. Agora não sai as ruas, por falta de público, e fica cobrando pelo que não fez.

COM 8% O QUE É QUE ELE QUERIA?

PMDB interpreta fala de Lula sobre palanque duplo como recado a Geddel, diz Folha

Deu na coluna Painel do jornal Folha de S. Paulo: “Embora a fala de Lula sobre os perigos dos palanques duplos tenha incluído bronca leve no PT de Minas, dividido entre dois pré-candidatos enquanto um peemedebista lidera as pesquisas, o PMDB interpretou as palavras do presidente como um recado aos seus postulantes e sobretudo ao ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), que pretende enfrentar na Bahia Jaques Wagner, um governador não apenas petista como próximo do presidente. Escaldado, o PMDB enxergou mensagem subliminar também na ameaça de Lula de não ir aonde houver encrenca. Aí, o destinatário seria o queixoso Sérgio Cabral. Mas o governador do Rio não quer exclusividade? Sim, mas neste caso é o Planalto que investe no segundo palanque, de Anthony Garotinho (PR)”.

PONDERAÇÕES QUE PRECISAM SER ANALISADAS.

Vejam no Blog do Luis Nassif.

BRASILEIRO TAMBÉM DÁ SHOW.

Vejam a performance do Zimbo Trio, nas terras de Tio Sam.

A incorporação do código foi desativada, mas o link não.

Clique aqui.

DILMA, O QUE PENSA E O QUE FALA.

Lula pode retornar em 2014? ‘Sem dúvida’, diz Dilma

‘Lula chegou a um ponto que futuro dele é o que ele quiser’

‘Não fui condenada por ação armada, porque não pratiquei’

‘Dizem:  ‘Fiz  o Bolsa Família  antes’. Ah é?  Para  quantos?’

‘Você acha que,  como  ministra da Casa Civil, sou  poste?’

‘Não  queremos cercear ou controlar conteúdo dos jornais’

José Cruz/ABr

Blog do Josias de Souza

Convertida em presidenciável oficial do PT, Dilma Rousseff tornou-se a personagem da semana. Caminhara à sombra de Lula. Agora, no dizer do próprio presidente, terá de descer ao gramado da sucessão “com as próprias pernas”.

Para onde caminharia o Brasil caso Dilma fosse eleita em outubro?, eis a pergunta que o eleitor começa a fazer aos seus botões. Em busca da resposta, os repórteres Eumano Silva, Guilherme Evelin e Helio Gurovitz foram à presença de Dilma.

Entrevistaram-na por quase duas horas na última quinta (18). O resultado foi às páginas da revista Época. Pressionando aqui, você chega à íntegra.

Neste sábado (20), ao discursar no Congresso petista que consagrou a candidatura de Dilma, Lula disse que, eleita, sua pupila não exercerá um “mandato tampão”. Deseja para ela dois mandatos.

No curso de sua entrevista, a candidata foi instada a comentar o papel que teria Lula num hipotético governo Dilma. “Acho que o Lula seria um dos melhores conselheiros que alguém poderia ter”.

Trabalha com a hipótese de que Lula possa disputar a presidência em 2014? “Sem sombra de dúvida, ele pode”. Para ela, “Lula chegou a um ponto de liderança pessoal, política, nacional e internacional, que o futuro dele é o que ele quiser”.

Vão abaixo outros trechos da entrevista:

1. Dotes pessoais: “Uma das coisas que me credenciam para ser presidente é que conheço hoje o governo brasileiro de forma bastante circunstanciada, precisa”.

2. Teoria do poste: “Você acha que, como ministra-chefe da Casa Civil, eu sou um poste? Duvido que os grandes experientes em gestão tenham o nível de experiência que eu tenho. Duvido”.

3. Estado na economia: “Somos contra a privatização de patrimônio público ou de estatais como Petrobras, Furnas, Chesf, Eletrobrás, Banco do Brasil, a Caixa”.

4. Estado X iniciativa privada: “Nos anos 50, o Estado empresário tinha lá sua função. Não tinha todas as empresas estruturadas. Como alguém em sã consciência, em pleno século 21, em 2010, pode falar que o Estado brasileiro vai ser empresário? Isso é um equívoco monstruoso”.

5. Privatizações da era FHC: “Não chegou a ser tão danoso como foi para países vizinhos, porque não conseguiram fazer tudo. Mas pegaram a Petrobras e começaram a tentar reduzi-la a uma dimensão menor. […] Achamos estranha aquela história do nome Petrobrax. Era uma tentativa de abrir o capital mais do que devia. […] As intenções são muito claras!”

6. Venda da Vale e das teles: “Com as teles, acho que foi diferente. Em relação à Vale, vamos ter de fazer exigências a respeito do uso da riqueza natural. Isso não significa reestatizar. Ela pode ser privada, desde que submetida a controles”.

7. Bolsa Família: “[…] Quando chamam o Bolsa Família de ‘bolsa-esmola’, é porque veem a política social como uma coisa ultrapassada. […] Não dá para falar: ‘Eu fiz o Bolsa Família antes’. Ah é? Fez para quantos?”

8. Gostou de ser chamada de ‘companheira de armas’ por José Dirceu? “Ele estava fazendo para mim um cumprimento. […] Havia várias características nas diferentes organizações de esquerda. A minha fazia certa crítica às ações armadas, principalmente assaltos a banco. […] Não fui condenada por ação armada, porque não a pratiquei”.

9. Combate à ditadura: “Minha geração experimentou a pior cara da ditadura […]. Então, alguém que acreditava que seria possível a democracia naquele período era ingênuo. […] Esse processo vai levar à minha prisão, em 1970. […] Quando você está na cadeia e vê tortura, morte e o diabo, o valor da democracia e o direito de expressão e de discordar começam a ser cada vez mais um valor intrínseco”.

10. Revisão da Lei da Anistia: “Essa é uma questão que está no STF. O que o Supremo decidir tem de ser acatado por todos. Agora, uma coisa é uma atividade de violência de pequenos grupos […]. Outra coisa, muito diferente, é a violência do Estado, porque é desproporcional. […] Fui condenada e cumpri pena maior do que minha condenação. Ninguém me ressarciu de nada”.

11. Venezuela e imprensa: “[…] Não queremos cercear, controlar o conteúdo de jornais ou fazer nada similar. Mas não nos relacionamos com países exportando nosso modelo para ninguém […]. A Venezuela é uma realidade, nós somos outra. Temos uma relação com a Venezuela […]. Temos também uma relação com o presidente Álvaro Uribe [Clômbia], que está pedindo o terceiro mandato – e não tenho visto por aqui ninguém questionando o terceiro mandato dele”.

12. Irã e a bomba: “Depois da Guerra do Iraque, temo muito essa história de que o Irã está fazendo isso ou aquilo. Se você não der uma abertura para o diálogo com o Irã, você vai isolá-lo. […] Não deu muito certo a política de invadir o Iraque e do Afeganistão, deu?”

13. Aborto: “Sou a favor de que haja uma política que trate o aborto como uma questão de saúde pública”.

14. Drogas: “Não podemos tratar da questão da droga no Brasil só com descriminalização. Estou muito preocupada com o crack. […]A questão da droga no século 21 é muito diferente daquele tempo de Woodstock, que tinha um componente libertário. […] A não ser que a gente tenha um avanço muito grande no controle social da droga, fazer um processo de descriminalização é um tiro no pé”.

Escrito por Josias de Souza às 05h07

SESSÃO NOSTALGIA PARA UM DOMINGO.

Navegando pelo Pimenta, dou uma atenção especial a excelente coluna UNIVERSO PARALELO. Ousarme Citoaian aborda a vida e a obra de dois excelentes instrumentistas mundiais, sempre gostei do ‘diálogo’ travado entre eles e seus instrumentos de trabalho. Aqui vai também uma pequena homenagem a Charlie Parker ‘The Bird’ como era conhecido no mundo do jazz.

contador free

nao basta

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