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:: 19/fev/2010 . 23:30

ATRÁS DA PORTA, VENDO A BANDA PASSAR.

O DESTINO DO DEM BAIANO


É muito curioso como se encaixam perfeitamente as declarações do governador Jaques Wagner (ver nota) sobre o fim da “Panelinha”, e as declarações supostamente (ele pode dizer que nada disse sobre) do deputado ACM Neto feitas à “Veja”. Na verdade, existe um processo de dispersão das forças que outrora comandaram a Bahia da forma que bem desejaram. O que se observa depois de muito pouco tempo da morte do chefe, o senador ACM? O DEM perde consistência visivelmente e o que permanece é o nome de Paulo Souto, duas vezes governador. O grupo, que em outros tempo batia continência e exercitava a política do “sim senhor, sim senhor” está em processo agônico. O que restou do grupo, na medida em que Imbassahy rompeu em primeiro, Otto Alencar está na chapa de Wagner e César Borges pode integrá-la – e isso deve acontecer – é simplesmente um fenômeno normal, quando existe um grupo cuja força está no núcleo, sem compartilhá-la. Na medida em que o núcleo desaba, ou deixa a cena por qualquer motivo, estabelece-se a dispersão. Por que os prefeitos interioranos iriam permanecer agrupados, quando não há um líder, um comando, um projeto político definido? Simples questão de sobrevivência. O próprio ACM Neto sente o resultado do tempo. Caiu como candidato a prefeito de Salvador, ficando fora do segundo turno. Não se pretende aqui vaticinar, mas a queda continuará porque ele, Neto, para mostrar força eleitoral, obteve  para deputado federal 400 mil votos. Será que repetirá esta votação em outubro? Não creio. E se Paulo Souto não conseguir êxito, o que será do DEM baiano? Um partido menor, claro. O governador raciocinou de forma correta ao prever que dentro de quatro anos o carlismo será uma mera lembrança. Na verdade, já é uma página virada na história. Assim caminha o processo político. Aconteceu com o juracysismo, com o lomantismo, com o vianismo,  com o waldirismo (muito rápido) e agora com o carlismo. O grupo comandava com punho de ferro a esmagadora maioria dos prefeitos e vereadores baianos, os Tribunais de Contas do Estado e dos Municípios – o Tribunal de Justiça, a Assembleia Legislativa, a bancada federal da Bahia, os senadores, nomeava e demitia ministros, comandava empresários, dava-lhes ordens, dizia quem prestava e quem não prestava (na sua ótica), privilegiava amigos, combatia, destratava e procurava humilhar adversários ou quem não compartilhava com um pensamento marcadamente do atraso. Enfim, tudo isso acabou.  Há, verdadeiramente, uma debandada dos antigos integrantes. Outros negam que tenham sido seguidores. E os que permanecem?  Reciclam-se, simplesmente porque esse é o processo dialético. Wagner falou em quatro anos como tempo para ninguém lembrar do que passou. Menos. Já acabou. Vive-se o Baile da Ilha Fiscal. Cada um toma o seu caminho. Fica Paulo Souto, um homem sério, resistindo com a sua candidatura. Se tiver êxito, não muda nada porque o carlismo com ele ou sem ele não tem retorno. Assim como Trujillo não é sequer lembrado na República Dominicana, para citar um tirano que marcou as Américas. O que resta na Bahia é um força empresarial construída no período carlista. Mas, assim mesmo, distante do que já foi. Enfim, a página virou.

(Samuel Celestino)

SALVOU MUITAS VIDAS.

Kikita, a enfermeirinha das Moringuetes.

NUM TÔ INTENDENO MAI NADA.


A VERDADEIRA HISTÓRIA DE DANIEL DANTAS.

Cria de ACM, Dantas se projetou na era FHC

ANA FLOR

da Folha de S.Paulo

Daniel Valente Dantas, 53, um baiano que saiu do seu Estado como um empresário modesto, em pouco mais de 20 anos passou por todos os governos federais desde os anos 90 com a marca de arrecadar tanto aliados quanto inimigos de vários partidos.

Dantas chegou ao Planalto ainda no governo José Sarney (1985-1990), pelas mãos do conterrâneo Antonio Carlos Magalhães, do então PFL, morto no ano passado, a quem foi indicado pelo economista Mário Henrique Simonsen.

A proximidade com o poder e o desempenho no mercado de finanças à frente do banco Icatu lhe renderam espaço privilegiado de articulador da política de privatizações do governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). O que, mais tarde, lhe garantiu a continuidade dos seus negócios no governo Lula.

Leo Caobelli/Folha Imagem
Daniel Dantas foi investigado na Operação Satiagraha da Polícia Federal, que prendeu também Celso Pitta e Naji Nahas
Daniel Dantas foi investigado na Operação Satiagraha da Polícia Federal, que prendeu também Celso Pitta e Naji Nahas

Nascido numa família da oligarquia baiana, Dantas começou cedo nos negócios. Aos 17 anos, criou uma fábrica de sacolas com amigos. Passou pelas indústrias têxtil e de turismo, foi dono de posto de gasolina e ainda trabalhou na empreiteira Odebrecht como engenheiro, curso pelo qual se graduou na Universidade Federal da Bahia.

No Rio, onde fez mestrado em economia, conheceu Simonsen, por meio de quem se aproximou do PFL de ACM. Depois de fazer uma especialização no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), nos EUA, voltou ao Brasil e passou pelo Bradesco, indo logo em seguida para o banco Icatu. Já na direção do banco, seus contatos políticos rendiam acesso a dados que o levaram a vencer grandes especuladores do mercado de ações.

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ATENDENDO UMA SUGESTÃO.

Quem conhece o perfil do blog O Sarrafo, já deve saber que nada fica sem resposta.

Agradeço a provocativa sugestão do irmão blogueiro Gusmão, e aí vão algumas explicações.

Quando a Gestão da Saúde é municipalizada (Plena),  o Ministério da Saúde repassa os recursos para a Secretaria Municipal de Saúde, que então ‘compra’ os serviços da rede conveniada ao SUS e providencia o devido ressarcimento.

No caso do HGLVF (Regional), a Secretaria repassa uma parte dos recursos para a SESAB-Secretaria de Saúde da Bahia e a outra parte em pagamento de mão de obra,  disponibilizada ao hospital.

A parte em dinheiro que seria repassada à SESAB, esta sendo cobrada na Justiça, mais de 1 milhão. A parte que cabe ao Regional, que é repassada em mão de obra, é por onde entra a farra dos múltiplos vínculos.

Quando o dinheiro não sai na Prefeitura, os profissionais se acham no direito de furar o plantão no outro vínculo. Situação estapafúrdia que será resolvida, não com a divulgação dos nomes pelo blog, e sim pela auditoria que será feita pela SAEB-Secretaria de Administração da Bahia.

Leiam com atenção esta matéria, e vejam o que aconteceu com as cidades onde as informações foram cruzadas. Ilhéus também será.

Quanto aos comentários só posso dizer que as Clínicas que recebem da Prefeitura (SUS), devem ser fiscalizadas e denunciadas ao DENASUS-Departamento Nacional de Auditoria do SUS, pelo serviço não prestado.

Aos comentaristas contumazes, que teimam em colocar comentários, sem conteúdo e consistência, fugindo completamente ao tema, sugiro novamente que criem um blog, mesmo que seja maria vai com as outras ou aético mesmo, coloquem suas idéias, mesmo as mais tolas.

NÃO TEM MAIS O QUE INVENTAR.

Sim, é isso mesmo.

Agora dá para juntar 18 casais e sair pelo mundo a bordo do Hotelicopter – um gigantesco Mil V-12 soviético totalmente remodelado para oferecer o mesmo conforto de um hotel cinco estrelas.
São 18 suítes de casal equipadas com anti-ruído, mini-bar, wireless para acesso a internet, TV flatscreen e todas as amenities dignas de um ótimo serviço.
Se você acha que a mordomia pode ficar melhor, que tal saber que ainda é possível obter serviços de baby-sitting, instrutor de yoga, hidromassagem e tratamento termal?

O Hotelicopter também tem sala de jogos para distrair os passageiros-hóspedes.
Essa opção inusitada de hospedagem deve alçar seu primeiro vôo comercial no próximo verão .

O tour inaugural será de 14 dias saindo de Nova York, passando por Bahamas, Jamaica, Republica Dominicana, Miami e voltando a Nova York .

Ja tem no youtube o bichão voando.

Vejam as fotos clicando aqui.

CAÇA FANTASMAS.

Os Caça Fantasmas.

Talvez seja preciso a intervenção dos famosos Caça Fantasmas na Secretaria de Saúde de Ilhéus.

Talvez, eles possam auxiliar na busca das ‘celebridades’ que fazem participação especial, e são detentoras de diversos vínculos.

Só assim poderemos ter uma Saúde Pública de razoável qualidade.

Tem muita gente precisando trabalhar e as vagas ocupadas por gente gananciosa.

contador free

nao basta

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