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:: 14/fev/2010 . 21:24

NOVA LEITURA POLÍTICA. NOVA MANEIRA DE FAZER POLÍTICA.

Fonte: Política Livre.

EXCLUSIVO: Wagner compara adesão de Borges à de Collor a Lula

Em uma entrevista exclusiva ao Política Livre, o governador Jaques Wagner (PT) comentou sobre o impacto político e eleitoral da possível aliança com o senador César Borges (PR). O petista reconhece que a configuração da chapa, se ela se confirmar, encontrará resistências no eleitorado. “Todo mundo vai absorver tranqüilo? Lógico que não, todo mundo vai achar estranho. As pessoas raciocinam política com a memória que elas têm, mas ele não é o primeiro. José Carlos Araújo e Otto Alencar estão trabalhando comigo”, disse.

Para ele, a questão da identidade política fica mais evidente com uma adesão de César, por ele ser ex-governador e senador: “É referencial, óbvio que o nome dele pesa mais. Joga mais luz sobre essa questão, que é natural, assim como o Collor estar na base de sustentação do presidente da república não é simples. Mas o problema é que as coisas vão se modificando”, compara, acentuando o processo de reagrupamento na política baiana. “Ninguém faz a política perguntando o currículo de ninguém. A gente faz política perguntando o projeto político para frente. Conta a história de cada um, evidentemente, mas se eu ficar ancorado o tempo todo no passado eu não ando”, afirmou.

O governador comemora o fim da polarização na política baiana. “Nós, com nossa vitória, encerramos um período em que a política baiana era muito sem graça. Era vermelho ou branco, não tinha o degradê que eu acho que a graça da política, e havia um comando muito centralizado, que não dava liberdade a ninguém. Depois da derrota e ausência física do senador Antônio Carlos, não tem mais sucessor. Hoje, pessoas que eram de lá começam a se movimentar e a olhar a política com outros olhos e querem conversar”, analisou.

Wagner destaca ainda que estas alianças com ex-calistas não influenciam o projeto político de seu governo: “Se alguém  vem para cá, está vindo para cá, não sou eu que estou indo para lá. Até porque não tem mais para lá”. O governador aproveitou para alfinetar o PMDB, do ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), que saiu de seu governo para sair candidato ao governo estadual. “Eu acho muito mais chocante do ponto de vista de futuro o PMDB, que ajudou a fazer essa vitória, tava no projeto, romper para tentar fazer uma coisa própria do que outros quererem se incorporar”, comparou. (Rafael Rodrigues)

AMIGOS DO PRESIDENTE LULA ESTÁ DEMAIS.

Agora Fernando Henrique se mata: Jerusalém vai dar a Lula o prêmio de Doutor

A Universidade Hebraica de Jerusalém vai dar a Lula, dia 16 de março, em Israel, o título de doutor honoris causa. Quem publicou as duas linhas foi o  Ancelmo  colunista do jornal O Globo (Dica do querido  leitor José Lopes)


SARRAFO SABE DAS COISAS.

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FHC atira em Dilma, e abate 2 tucanos com um tiro só: Serra e Aécio

A declaração do ex-presidente demo-tucano Fernando Henrique Cardoso (FHC) dizendo que topa concorrer contra Dilma Rousseff, se José Serra desistir, foi um verdadeiro tiro nas candidaturas de Serra, e no plano “B” dos tucanos: Aécio.

FHC acabou confirmando o que nenhum outro tucano de alta plumagem confirma. Pelo contrário, faz tudo para esconder e desmentir: que José Serra (PSDB/SP) cogita desistir da candidatura presidencial.

A confirmação da possibilidade de desistência, enfraquece a tentativa demo-tucana de atrair lideranças estaduais para os palanques de Serra. Afinal que candidato a governador ou senador vai amarrar seu futuro eleitoral a um candidato de futuro incerto, que não sabe ainda o que quer?

E FHC foi além: também detonou Aécio. O demo-tucano de Minas, faz tudo para desviar o foco do passado, e concentrar seu discurso num “pós-Lula”. Mas o falastrão FHC estraga toda a estratégia e descontrói esse discurso, quando prega seu péssimo governo como se fosse uma “boa credencial” para a volta dos tucanos ao poder.

Por mais que se esforçassem, o PT inteiro não conseguiria fazer tanto estrago em tão pouco tempo nas candidaturas de Serra e Aécio, como fez FHC.

Para ter uma idéia do estrago, olha só o teor das notícias que começam a correr o Brasil:

CONTINUANDO.

FHC diz que está pronto para enfrentar nova disputa eleitoral contra Lula, concorrendo contra Dilma

Uma pesquisa ainda não divulgada, mas que chegou ao conhecimento da cúpula tucana, confirma o crescimento da ministra Dilma Rousseff (PT), e seu empate técnico com o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), nas intenções de voto para presidente da República. A informação provocou grande estresse no Palácio dos Bandeirantes e alimentou novas especulações de que Serra pode desistir da candidatura à Presidência e concorrer à reeleição.
Muito criticado nos bastidores tucanos por suas últimas declarações contra Lula e Dilma, o presidente Fernando Henrique Cardoso não se faz de rogado. Diz para quem quiser ouvir – meio na gozação, mas falando sério – que está pronto para enfrentar nova disputa eleitoral contra Lula, que considera seu freguês de carteirinha (derrotou-o em 1994 e 1998), concorrendo contra Dilma, a quem chama de reflexo do líder petista. Isto é, caso Serra jogue a toalha. O ex-ministro da Educação Paulo Renato (PSDB-SP) foi um dos que ouviu da boca de FHC essa disposição para o confronto eleitoral com Lula e o PT.
Erro
Há certa dose de irritação na atitude de Fernando Henrique Cardoso com a estratégia de José Serra para ganhar a eleição, que é se fingir de morto até a hora de deixar o cargo para ser candidato. E, mesmo depois, evitar um confronto aberto com o presidente Lula, optando por comparar sua capacidade política e administrativa com a de Dilma na propaganda eleitoral de rádio e tevê. FHC avalia que é um erro de conceito, que pode levar os tucanos à nova derrota eleitoral, sem falar que deixa no ar a possibilidade de desistir da candidatura.
Projetos
Por isso, FHC subiu o tom das críticas ao governo Lula e à candidata petista. E não pretende baixá-lo. Segundo o ex-presidente da República, é preciso enfrentar o debate político com Lula e o PT, pois o lulismo representaria uma ameaça ao avanço institucional do país, descambando para o velho populismo latino-americano. Além disso, Dilma representaria uma guinada do país para o capitalismo de Estado e a xenofobia nacionalista.
Alternativa
Enquanto os tucanos de São Paulo estão sem saber muito bem o que fazer, em Minas o governador tucano Aécio Neves  do PSDB, intensifica a campanha para viabilizar a eleição de seu vice, o também tucano Antônio Anastasia, e observa o quadro. Candidato ao Senado, entre aliados do governo Lula o nome de Aécio não foi descartado como alternativa à radicalização PSDB versus PT. Nesta semana, quem ligou para Aécio acenando com a possibilidade de apoiá-lo caso isso aconteça foi o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, presidente licenciado do PDT.Da coluna do Luiz Carlos Azedo no Correio Braziliense

EI, VOCÊ ME CONHECE ?

Eu sou Zé Serra. Oxente !

A VAIDADE DE FHC.

Pecado capital

É do conhecimento até do mundo mineral que Fernando Henrique é vaidoso. Mesmo os amigos mais chegados lhe apontam o pecado desde os tempos em que iam às calçadas paulistanas na noite da corrida de São Silvestre para torcer pelo tcheco Emil Zatopek, a “locomotiva humana”, por enxergar nele o perfeito representante do império soviético.

Pecado capital, a vaidade, segundo os católicos. Se esse aspecto da personalidade do ex-presidente não passa despercebido aos olhos do Pão de Açúcar e da Pedra do Baú, imaginem o que se dá com Lula, um expert em FHC. As mais recentes reações do príncipe dos sociólogos às comparações promovidas na área petista entre seu governo e o de Lula servem somente para demonstrar que FHC é pecador contumaz, de sorte a alegrar seus adversários e, assim me parece, inquietar José Serra.

Se a vaidade de FHC se estabelece, Lula vence, pois é exatamente a vitória que procura. O presidente montou o ardil, o ex-presidente caiu na esparrela. Adaptou-se ao esquema do plebiscito convocado peremptoriamente pelo atual titular sem perceber o erro pueril que estava a cometer. Vanitas vanitatum, diriam os antigos romanos. Dona Dilma esfrega as mãos de puro contentamento.

SÁBADO DE CARNAVAL EM ILHÉUS.

Mesmo fora do período estipulado pelas autoridades, o folião foi pra rua.

Passaram pelo observatório do Sarrafo, o bloco Os Malas com seu mini-trio e banda, brincando alegremente (o carnaval quem faz é o povo), e um bloco de arrasto vindo do Outeiro de São Sebastião.

POLICIA.

Mesmo com o contingente reduzido, e depois da tentativa frustrada de assalto ao Rondelli, o que foi impedido pela própria policia, a galera da farda ficou arisca e atenta aos malandrecos.

Ontem vi passar uma ‘trouxa’ amarrada com 8 desses vagais, que estavam aprontando fora do circuito, principalmente nos pontos de ônibus.

Um aviso para quem não quer brincar o carnaval e vem para a avenida para ‘aprontar’, a CAERC vai pra rua, e com a CAERC não se brinca.

contador free

nao basta

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