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:: 7/fev/2010 . 21:12

CHARGES DO BESSINHA.

ESTRATAGEMA FURADA.

Jogada no Hospital Geral não deu certo por pouco, garante fonte do PT estadual

Apesar do vice-prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, do PSDB, negar que tenha reivindicado de Jaques Wagner a direção do Hospital Geral Luiz Vianna Filho para apoiar a reeleição do governador abrindo mão de fazer campanha para o candidato do seu partido, Paulo Souto, um influente dirigente do PT na Bahia garantiu hoje ao Jornal Bahia Online que “foi por pouco que o acordo não terminou concretizado”.

Uma inesperada reviravolta – e até uma opção do partido em manter Gil Leal na função do hospital – teria melado o jogo. “Com a permanência de Gil ficou difícil iniciar a operação”, garante a fonte. O acordo que garantiria o rompimento com o ex-governador Paulo Souto e o anúncio de apoio à reeleição de Jaques Wagner também selava uma aliança do médico e vice-prefeito com o secretário Ruy Costa, candidato a deputado federal. Em Ilhéus, ele faria dobradinha com Ângela Sousa, que se apresenta como da base aliada do governador.

Por este motivo, ate mesmo o PT de Ilhéus terminou surpreendido com a notícia divulgada com exclusividade pelo Jornal Bahia Online e repercutida em diversos sites e blogs da região. A maior parte condenou a operação feita, sem alarde, na capital. O vereador Paulo Carqueija chegou a dizer que ele e o partido não aceitarão que o Hospital Geral funcione como “moeda de troca”.

Tudo por que a “ocupação” começaria a partir da saída do diretor financeiro do hospital, Gil Leal, que teria sido convidado a assumir o mesmo posto na secretaria municipal de Saúde. Gil é militante do PT em Ilhéus e com a vaga em aberto, ela passaria a ser ocupada por uma pessoa de confiança da deputada Ângela Sousa, mãe de Mário Alexandre, que já tem o comando da 6ª. Dires.

Depois, os demais dirigentes do PT e PCdoB, seriam paulatinamente substituídos. Seria uma espécie de “toma lá, dá cá”. O PT teria novos cargos no governo em que Mário Alexandre é vice-prefeito e ele passaria a ter mais força no comando do Hospital Geral, um antigo sonho do médico que ele não esconde de ninguém.

As primeiras notícias a respeito da possível mudança de candidato por parte de Mário Alexandre foram dadas pelo blog do Gusmão, no final da semana passada. Mário Alexandre não desmentiu. Em seguida, o JBO complementou a informação expondo o interesse dele pelo hospital. Aí Mário passou a ligar para os dirigentes da instituição tentando acalmá-los e afirmando que a notícia não tinha nenhum fundamento.

“Imagina se ele faria uma troca de candidato só por que passou a gostar do governador Wagner! Claro que ele queria. Ainda quer. Mas sente que não dá muito para, neste momento, avançar, por que há uma certa resistência do secretário Jorge Solla em promover mudanças onde as coisas dão claros sinais de melhora”, afirma o petista baiano.

Funcionários do Hospital Geral garantiram ao JBO que, meses atrás, o próprio vice-prefeito teria ido, com alguns amigos, até o hospital, “tomar conhecimento das condições administrativas da unidade”, quando surgiram boatos sobre a mudança no comando da instituição. “É o sonho dele assumir este cargo”, garante um colega de Alexandre.

TSE QUER RESTRINGIR DOAÇÕES A PARTIDOS.

Fonte: Política Livre.

A área técnica de fiscalização do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) quer aumentar as restrições para doações financeiras a partidos políticos. A intenção é acabar com uma brecha na atual legislação que possibilita que entidades proibidas de doar durante a campanha façam isso fora do período eleitoral. A proposta está numa minuta de resolução sobre a Lei dos Partidos (9.096/1995) e ainda não foi votada pela corte. Se aprovada, a proposta impedirá que entidades esportivas, beneficentes ou de utilidade pública façam doações a partidos também fora da época de campanhas eleitorais. Como faz, por exemplo, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Informações da Agência Globo.

FILHOS E FILHAS, UMA PRAGA NA POLÍTICA BRASILEIRA.

Filha de FHC, anos e anos fantasma no Senado.

COMO FUNCIONAVA A QUADRILHA FHC.

Itinerário de um desastre

Nenhum governo teve mídia tão favorável quanto o de FHC, o que não deixa de ser surpreendente, visto que em seus dois mandatos ele realizou uma extraordinária obra de demolição, de fazer inveja a Átila e a Gêngis Khan. Vale a pena relembrar algumas das passagens de um governo que deixará uma pesada herança para seu sucessor.

A taxa média de crescimento da economia brasileira, ao longo da década tucana, foi a pior da história, em torno de 2,4%. Pior até mesmo que a taxa média da chamada década perdida, os anos 80, que girou em torno de 3,2%. No período, o patrimônio público representado pelas grandes estatais foi liquidado na bacia das almas. No discurso, essa operação serviria para reduzir a dívida pública e para atrair capitais. Na prática assistimos a um crescimento exponencial da dívida pública. A dívida interna saltou de R$ 60 bilhões para impensáveis R$ 630 bilhões, enquanto a dívida externa teve seu valor dobrado.

Enquanto isso, o esperado afluxo de capitais não se verificou. Pelo contrário, o que vimos no setor elétrico foi exemplar. Uma parceria entre as elétricas privatizadas e o governo gerou uma aguda crise no setor, provocando um longo racionamento. Esse ano, para compensar o prejuízo que sua imprevidência deu ao povo, o governo premiou as elétricas com sobretaxas e um esdrúxulo programa de energia emergencial. Ou seja, os capitais internacionais não vieram e a incompetência das privatizadas está sendo financiada pelo povo.

O texto que segue é um itinerário, em 45 pontos, das ações e omissões levadas a efeito pelo governo FHC e de relatos sobre tentativas fracassadas de impor medidas do receituário neoliberal. Em alguns casos, a oposição, aproveitando-se de rachas na base governista ou recorrendo aos tribunais, bloqueou iniciativas que teriam causado ainda mais dano aos interesses do povo.

Essa recompilação serve como ajuda à memória e antídoto contra a amnésia. Mostra que a obra de destruição realizada por FHC não pode ser fruto do acaso. Ela só pode ser fruto de um planejamento meticuloso.


1 – Conivência com a corrupção

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