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DPVAT – UMA FRAUDE QUE O PRESIDENTE BOLSONARO EXTINGUIU

DPVAT

 

Líderes do Brics anunciam acordos para fortalecer bloco

Presidente Jair Bolsonaro ainda participa de encontros bilaterais com os chefes de Estado

Em 2020, a Rússia assumirá a presidência rotativa do Brics Foto: Valter Campanato

Começou na manhã de hoje (14), em Brasília, a 11ª Reunião de Cúpula do Brics, grupo formado pelo Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul. Os chefes de Estado chegaram ao Palácio do Itamaraty por volta das 9h e, em seguida, tiraram a foto oficial do encontro.

O presidente Jair Bolsonaro e os quatro líderes do grupo, os presidentes Vladimir Putin (Rússia), Xi Jiping (China), Cyril Ramaphosa (África do Sul) e o primeiro-ministro Narendra Modi (Índia) – reuniram-se durante a manhã em um encontro fechado, seguido por sessão plenária, quando apresentaram as conclusões da reunião e anunciaram acordos de cooperação.

Está previsto ainda um encontro com o Conselho Empresarial do Brics, quando líderes empresariais apresentarão uma lista de 23 recomendações para facilitar o comércio entre integrantes do grupo, fortalecer o Novo Banco de Desenvolvimento (com investimentos em energia limpa e em países fronteiriços do bloco), desenvolver competências profissionais e firmar acordos de cooperação em dez setores, entre os quais indústria 4.0, biotecnologia e infraestrutura.

Às 13h, os líderes do Brics almoçam no Itamaraty, marcando o encerramento da reunião de cúpula.

Bilaterais

O presidente Jair Bolsonaro ainda participa de encontros bilaterais com os chefes de Estado. Ontem (13), Bolsonaro se reuniu com o presidente da China e com o primeiro-ministro da Índia. Na tarde de hoje (14), Bolsonaro se reúne com o presidente russo, às 16h. Às 17h, Bolsonaro se encontra com o presidente sul-africano.

A 11ª Reunião de Cúpula do Brics começou ontem em Brasília, com o encerramento do Fórum Empresarial, organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O fórum teve como objetivo identificar oportunidades de cooperação entre as empresas e consolidar as propostas do setor privado.

Presidida pelo Brasil, a reunião do Brics tem como lema “Crescimento Econômico para um Futuro Inovador”. Os temas prioritários das reuniões estão relacionados à ciência, tecnologia e inovação, economia digital, saúde e combate à corrupção e ao terrorismo.

Esta é a segunda vez que Brasília sedia a conferência, a primeira vez foi em 2010. Em 2014, o encontro de cúpula aconteceu em Fortaleza, no Ceará.

Em 2020, a Rússia assumirá a presidência rotativa do Brics.

Alemanha escapa por um triz da recessão econômica

O país registou crescimento do PIB de 0,1% no terceiro trimestre

Publicado em 14/11/2019 – 08:32

Por RTP (Rádio e Televisão de Portugal)  Lisboa

A Alemanha conseguiu escapar a um cenário de recessão econômica. A locomotiva da Europa registou um crescimento do PIB de 0,1% no terceiro trimestre deste ano.

O resultado inverte a contração da economia germânica registada no trimestre anterior.

O números foram divulgados hoje (14). Em reação aos valores conhecidos, o ministro alemão da Economia, Peter Altmaier, disse que o país escapou da recessão mas que o desenvolvimento permanece “frágil”. 

A situação é provocada, em parte, pelas guerras comerciais e impasse relacionado com o Brexit. 

Mas também, pelo menos é essa a leitura feita por vários analistas, devido ao setor automóvel, que está passando por um momento de mudanças, o que afeta a economia alemã.

‘O Brasil mudou’, proclama Bolsonaro diante dos presidentes do Brics

Processo de mudanças destravou reformas estruturais paradas há décadas, diz o presidente

As reformas em curso tornarão o ambiente de negócios no Brasil mais atrativo, disse hoje (13) o presidente Jair Bolsonaro. Ele discursou na cerimônia de encerramento do Fórum Empresarial do Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, acompanhado dos demais chefes de Estado e de Governo do grupo. “O Brasil mudou”, disse Jair Bolsonaro durante seu discurso.

Segundo o presidente, o Brasil iniciou um processo de mudanças que destravou reformas estruturais paradas há décadas. “O Brasil ainda tem um caminho a percorrer. Novas reformas se apresentam para nós para que possamos ter a certeza de que ambiente de negócios no Brasil se torne cada vez mais atrativo. Brasil um dos poucos países com mercados das mais diversas oportunidades para oferecer a todos”, discursou Bolsonaro.

O presidente também citou a isenção de vistos para turistas e homens de negócios chineses e indianos como fator que vai reforçar os negócios entre os países do Brics. “Nossas medidas de aproximação se mostram realidade a partir do momento que temos aberto isenções de visto para homens que venham fazer turismo e negócios no Brasil”, declarou.

Desde junho, o governo brasileiro deixou de exigir vistos para turistas dos Estados Unidos, do Canadá, da Austrália e do Japão que venham ao Brasil. No fim do mês passado, em viagem à Ásia, Bolsonaro anunciou que pretende estender a isenção para a Índia e a China, com os indianos sendo os primeiros beneficiados.

Bolsonaro citou o potencial econômico do Brasil em diversos setores. “É de conhecimento do mundo todo o nosso potencial que vem do campo, bem como nossas riquezas minerais, um grande potencial turístico e um povo que cada vez mais se demonstra interessado em contribuir e cooperar com Brasil”, declarou.

Ao encerrar o discurso, o presidente disse que caberá às empresas brasileiras aprofundar a integração entre os países do Brics. “Os empresários hoje presentes alimentam esperança grande no novo governo. Queremos sim, ampliar e facilitar cada vez mais o ambiente de negócios. As oportunidades são muitas. O Brasil nunca esteve num patamar como o nosso momento”, concluiu.

GRILAGENS, CAXIXES E INVASÕES.======>>>>>09/06/2019

Litoral e zona norte, vão pegar fogo.

Grilagem de terras

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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No Brasil, grilagem de terras é a falsificação de documentos para, ilegalmente, tomar posse de terras devolutas ou de terceiros, bem como de prédios ou prédios indivisos.[1] O termo também designa a venda de terras pertencentes ao poder público ou de propriedade particular mediante falsificação de documentos de propriedade da área. O agente de tal atividade é chamado grileiro.

O termo “grilagem” provém de uma técnica usada para o efeito de envelhecimento forçado de papéis, que consiste em colocar escrituras falsas dentro de uma caixa com grilos, de modo a deixar os documentos amarelados (devido aos excrementos dos insetos) e roídos, dando-lhes uma aparência antiga e, por consequência, mais verossímil.[2]

DESESPERADORA A SITUAÇÃO DA MÍDIA ELETRÔNICA

Os Portais de Notícias, especializados em postar banners, anúncios e releases de órgãos oficiais, estão vendo a vaca ir pro brejo.

Aqui, ali e acola, pipocam reclamações de atraso, e até mesmo falta de pagamento.

Pior ainda é que se não continuarem a publicar, vão ficar a ver navios nos atrasados.

Ano que vem, tem campanha eleitoral.

Paciência…

Brasil negocia acordo de livre-comércio com a China, revela Paulo Guedes

Tratativas estão em curso e foram citadas por ocasião do encontro entre Bolsonaro e Jinping em Brasília

O Brasil busca negociar um acordo de livre-comércio também com a China, segundo revelou o ministro Paulo Guedes Economia) nesta quarta-feira (13), quando o presidente Jair Bolsonaro recebia o líder chinês Xi Jinping no Palácio do Itamaraty, em Brasília.

“Estamos conversando com a China sobre a possibilidade de considerarmos uma ‘free trade area’ [área de livre comércio]. Estamos buscando um alto nível de integração. É uma decisão. Queremos nos integrar às cadeias globais, perdemos tempo demais, temos pressa”, disse Guedes durante um seminário do banco dos Brics, em Brasília.

Segundo Guedes, no fim de julho, o Brasil iniciou oficialmente as negociações para o fechamento de um acordo comercial com os Estados Unidos, após o Mercosul ter fechado, semanas antes, um acordo de livre comércio com a União Europeia.

Bolsonaro recebeu Jinping no Palácio do Itamaraty, em Brasília. O líder chinês chegou às 11h10 ao prédio onde estão previstas a assinatura de atos e uma declaração conjunta à imprensa.

O encontro entre os dois chefes de Estado ocorre menos de um mês depois de o presidente Jair Bolsonaro visitar a China. Na ocasião, foram assinados acordos e memorandos de entendimento em política, ciência e tecnologia e educação, economia e comércio, energia e agricultura. Agora, os dois países querem aprofundar esse intercâmbio, a confiança política e ampliar a cooperação em diversas áreas.

À noite, de volta a Itamaraty, o governo brasileiro oferecerá um jantar em homenagem aos líderes do bloco, e amanhã (14), também no Ministério das Relações Exteriores, acontecem as sessões plenárias e o almoço de encerramento da cúpula.

Cúpula

Presidida pelo Brasil, a reunião do Brics tem como lema Crescimento Econômico para um Futuro Inovador. Segundo o Itamaraty, serão discutidos, prioritariamente, temas relacionados à ciência, tecnologia e inovação, economia digital, saúde e combate à corrupção e ao terrorismo. Esta é a segunda vez que Brasília sedia a conferência – a primeira vez foi em 2010. Em 2014, o Brasil também organizou a cúpula, que aconteceu em Fortaleza.

ESTÁ ACABANDO O ‘SANDUBA’ ADUBADO DE MORTADELA.

Desses aí, nunca mais.

Sanduba adubado…

Brics avançam na cooperação em ciência e tecnologia

Publicado em 13/11/2019 – 06:10

Por Jonas Valente – Repórter da Agência Brasil  Brasília

Na extensa agenda da Cúpula dos Brics que ocorre esta semana em Brasília, os temas de ciência, tecnologia & inovação (CTI) vêm ganhando força por meio de diversas iniciativas de cooperação entre as nações do grupo. De pesquisas conjuntas a ampliação de mercado para startups, os projetos desenvolvidos nos últimos anos abrem oportunidades para acadêmicos, possibilitando avançar nos sistemas de inovação dos países.

Brics é o nome do grupo econômico de países considerados “emergentes”, formado atualmente pelo Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul.

Para organizar as atividades de cooperação em pesquisa, foram criados grupos de trabalho abrangendo diversos temas, como prevenção e monitoramento de desastres naturais; energias novas e renováveis e eficiência energética; ciências de materiais e nanotecnologia; tecnologias da informação e comunicação; e computação de alto desempenho.

Outros temas incluídos nos programas de produção de conhecimento conjuntas são astronomia; biotecnologia e biomedicina; ciências e tecnologias relacionadas aos oceanos e aos pólos; tecnologia geoespacial e suas aplicações; e fotônica. Os grupos se reúnem uma vez por ano, mas vão mantendo conversas e desenvolvendo os trabalhos conjuntos.

Uma das ações consistiu no lançamento de chamadas conjuntas de projetos conduzidos por universidades de diferentes países do grupo. Desde 2016, foram selecionados 91 projetos a partir de 1.100 submissões, que envolveram 3.400 pesquisadores. O prazo das pesquisas termina em 2020, quando serão avaliados seus resultados e iniciado um novo ciclo.

Na área de ciências oceânicas, a interlocução já resultou na realização de cruzeiros conjuntos com representantes dos diversos países. Uma nação que realizaria uma viagem abre espaço para investigadores de outros locais do grupo.

Infraestrutura

De acordo com o coordenador-geral de cooperação multilateral do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Carlos Matsumoto, um segundo pilar da cooperação está nas ações de infraestrutura de pesquisa.

Como resultado, foi criada uma plataforma para trocar e organizar o acesso ao conhecimento disponibilizado pelos países, batizada de Brics Grain.

“Ela foi lançada no ano passado, está em fase experimental. Ali conseguimos identificar pesquisas, investigadores podem ver como acessar infraestruturas. Agora a gente vai ver como melhorar qualidade das informações. Vai ter uma outra reunião em Shangai, na China, para ver os próximos passos”, disse Matsumoto.

Inovação

Outro projeto conjunto desenvolvido foi a montagem de uma rede de inovação do grupo denominada i-Brics Network. O propósito é conectar estruturas como parques tecnológicos, incubadoras e aceleradoras de modo a ampliar as possibilidades conjuntas de apoio e atuação das pequenas empresas de tecnologia, as chamadas startups nesses países.

“A iniciativa acabou de ser criado na reunião dos ministros de CT&I, em setembro. A gente vai produzir uma plataforma para que haja contato entre startup e incubadoras. Se uma startup brasileira quiser ir a outro país, entrar naquele mercado, vai ter todo apoio do parque tecnológico daquele país”, afirmou o coordenador de cooperação do MCTIC.

Em declaração divulgada após encontro em Campinas, em setembro, os ministros de CT&I pontuaram que a rede “promove diálogo e conhecimento mútuo, construção de capacidade e apoio cruzado em uma visão para fortalecer os sistemas de inovações dos Brics”.

Longo prazo

Os programas de cooperação também visam a promover ações de longo prazo. Uma das iniciativas é a interlocução entre cientistas. No Rio de Janeiro foi realizado um Fórum de Jovens Cientistas do Brics, que reuniu 100 pesquisadores em espaços onde puderam apresentar suas pesquisas e trocar impressões e conhecimentos com acadêmicos dos países do grupo.

“No Brasil, a gente tem muita colaboração com os Estados Unidos e países da Europa. A ideia do Fórum é que, nos primeiros anos de carreira, os pesquisadores considerem uma contraparte dos países do Brics como colaborador natural”, disse Carlos Matsumoto.

Outras iniciativas

A cooperação não ocorre apenas em iniciativas articuladas pelos governos do Brics. O professor de Comunicação da Universidade de Brasília Fernando Paulino integra um destes exemplos: o projeto “Fluxos de mídia: o desafio para os Brics”. Ele considera que tem crescido a interação entre os pesquisadores do bloco.

“Existe um interesse acadêmico significativo nas ações e possibilidades do bloco e participar de um projeto ligado aos Brics significa interagir e fortalecer perspectivas metodológicas e geopolíticas. Após a criação do bloco, por exemplo, os encontros científicos internacionais da Comunicação têm sido momentos de interação com colegas de variadas regiões, alianças estratégicas que também dão mais visibilidade para a produção realizada em cada um dos países”, destacou o docente.

Saiba mais

Edição: Kleber Sampaio

Bivar reage a Bolsonaro articulando fusão do PSL com PL do mensaleiro Valdemar ou o DEM

Presidente do PSL e o ‘dono’ do PL discutiram a fusão durante almoço, nesta terça

O deputado Luciano Bivar (PE), presidente nacional do PSL, teve uma longa conversa nesta terça-feira (12) discutindo a possibilidade de fusão com outro empresário do ramo, ex-deputado mensaleiro Valdemar Costa Neto (SP), dono do Partido Liberal (PL).

Eles almoçaram nesta terça no restaurante Norton, em Brasília, a poucos metros das sedes de ambos os partidos. Bivar também tem conversado sobre fusão com o DEM, na busca alianças para reagir à desfiliação do presidente Jair Bolsonaro.

O Fundo Partidário e o Fundo Eleitoral, que vão render R$359 milhões ao PSL em 2020, está na origem da briga de Bolsonaro com o partido.

Têm sido complicadas as negociações de fusão, sobretudo quanto ao rateio dos recursos milionários dos Fundos Partidário e Eleitoral.

O temor de Bivar é que o PSL sofra uma debandada, com a saída do presidente Jair Bolsonaro, e diminua muito de tamanho.

Por enquanto, Bivar e seus interlocutores preferem contar primeiro os deputados que estarão com Jair Bolsonaro na criação do novo partido. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Bolsonaro entrega 4,1 mil moradias populares na Paraíba

Empreendimento beneficiará 16 mil pessoas

Publicado em 11/11/2019 – 12:20

Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil  Brasília

O presidente Jair Bolsonaro entregou hoje (11), em Campina Grande, na Paraíba, 4,1 mil moradias populares a famílias de baixa renda. O presidente fez agradecimentos às autoridades que colaboraram para a conclusão do novo conjunto habitacional, e disse que, na política, “ninguém faz nada sozinho”.

“Para administrar esse país, temos que ter bons políticos ao nosso lado e, graças a Deus, o quadro de políticos no Brasil melhorou, e bastante. Temos aprovado muita coisa na Câmara e no Senado, com convencimento, com entendimento. Isso realmente faz uma boa política para o nosso Brasil”, disse ao lado do ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, autoridades locais e parlamentares.

O Conjunto Habitacional Aluízio Campos tem 3.012 casas e 1.088 apartamentos de até 48 metros quadrados, avaliados em R$ 61 mil cada, que beneficiarão 16 mil pessoas. Os contemplados com as novas moradias têm renda familiar de até R$ 1,8 mil mensais e, para o sorteio, foram reservadas cotas para famílias com idosos, pessoas com deficiência e crianças com microcefalia.

O empreendimento contou com aporte de R$ 262,5 milhões da União e tem infraestrutura completa, dois ginásios cobertos, três creches, duas escolas, duas unidades básicas de Saúde (UBS), um Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e dez praças com academias de saúde.

Edição: Fernando Fraga

O tiro que saiu pela culatra – Rolando no WhatsApp e Facebook

De dentro da cela há quase 2 anos e recebendo apenas mensagens filtradas do mundo exterior, seja de amigos seja da imprensa militante, Lula não fazia ideia do que se passava no mundo real. Seus aliados no mundo exterior são burros demais para ler a realidade como ela é.

Desde 2016 o PT coleciona derrotas eleitorais vexatórias com Lula solto e com Lula preso. Em 2016 não ganhou nenhuma capital ou cidade com mais de 500M habitantes, se limitando a 250 prefeituras em Currais eleitorais. Em 2018 perdeu uma eleição para a extrema direita, algo impensável em um país tradicionalmente de centro, por uma diferença de 10MM de votos.

Ainda assim, os lunáticos de Esquerda seguiram com o discurso cansativo de que se Lula estivesse solto tudo mudaria. O fanatismo é tanto que eles ignoram o fato de Andrade ter escondido Lula no segundo turno porque pesquisas internas do PT colocavam um teto de 33% de votos para ele no segundo turno caso insistisse no tal Lula é Poste e Poste é Lula. Até o vermelho foi abandonado no segundo turno em uma desesperada tentativa de angariar votos de pessoas que odeiam Bolsonaro , mas jamais votariam em Lula. Ao contrário do que dizem os petistas a eleição de 2018 não foi sobre Lula e sim sobre Bolsonaro. Basta ver o ele não, ele nunca e ele jamais . Qualquer um teria 45% de votos contra ele no segundo turno. Até um poste!! O petismo de hoje é o mesmo de 1989 com seu fiel eleitorado de 1/3 do país, suficiente para ser um força política mas insuficiente para ganhar qualquer eleição majoritária. A realidade é dura, Gleisi!

Mesmo diante de fatos e da necessidade de se reiventar Lula decidiu aprisionar a Esquerda, sufocando o surgimento de novas idéias e lideranças. Por 2 anos a única, repito: única, pauta do PT foi Lula Livre. Essa narrativa acabou com sua soltura e a expectativa que isso causasse clamor popular foi amplamente frustrada. Se o povo realmente visse no Deus petista a figura de um Dom Sebastião milhares de pessoas sairiam às ruas para celebrar os 500 dias de prisão injusta. Felizmente, ocorreu o oposto. A festa petista juntou mais jornalistas militantes do que pessoas. A direita fragmentada encontrou seu inimigo comum e voltou a se juntar. Até Dória fez post defendendo Bolsonaro e Joice fez as pazes com o Bolsonarismo. Enquanto isso Lula falava para meia dúzia de militantes em uma cena até certo ponto triste para um ex líder popular.

Ao pisar fora da prisão em Curitiba Lula perdeu sua narrativa de perseguido e colocou Bolsonaro no ambiente em que o capitão é imbatível: o confronto. Em 24 horas o mito disparou posts chamando o adversário de canalha, bandido e outros adjetivos que são pouco aceitos em um ambiente de temperatura política normal, mas são exaltados quando a polarização se acirra. Ficou claro que Bolsonaro não sabe ser político em um ambiente de tranquilidade. Ele precisa de uma oposição para focar seus ataques. Se antes não tinha alvo, e por isso atacava todo mundo, agora Bolsonaro tem um alvo gigante para atacar dia sim e dia também. Com o controle das redes sociais, das ruas e dos cofres públicos, o presidente é a Kriptonita do petismo.

Lula jamais dirá, mas tenho certeza que se pudesse voltar no tempo não teria saído da prisão. A fantasia era muito melhor que a realidade. Em 24 horas o ex presídiario já notou que Gleisi não foi sincera com ele sobre o clamor popular pelo seu nome. Lula é tudo menos burro. O corrupto de estimação da Esquerda deve estar rezando para voltar para lá. Bolsonaro deve estar rezando para ele ficar livre e ser candidato. Os “especialistas” da mídia já notaram o que aconteceu. Com Lula solto Bolsonaro tem o inimigo perfeito para se reeleger em primeiro turno. Os “isentões” vão parar de focar sua energia em criticar as duras falas do presidente porque contra Lula elas serão sempre adequadas. A direita vai se unir ao centro de novo. A Esquerda ficará ainda mais isolada. Obrigado STF!

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