DEPOIS DA ELEIÇÃO, A CERVEJA VAI SUBIR DE PREÇO!

Setor de bebidas quer definição sobre tributos em 2014; reajuste só deve sair depois das eleições

por Gabriela Vieira | Estadão Conteúdo

Setor de bebidas quer definição sobre tributos em 2014; reajuste só deve sair depois das eleições

Foto: Marcelo Camargo/Marcelo Pozzebom/Agência Brasil

 Após dois adiamentos, o setor de bebidas frias – que inclui cervejas, refrigerantes, água e isotônicos – torce para que a definição sobre o aumento dos impostos saia ainda em 2014. Apesar de ter comemorado a decisão do governo de atrasar a aplicação do reajuste, o setor agora enfrenta um impasse. Isso porque, além da elevação da alíquota, governo federal, companhias e representantes do setor discutem também a reformulação do atual modelo tributário para essas bebidas. Se postergada essa revisão de metodologia até o próximo ano, as negociações correm o risco de voltar à estaca zero com a entrada de um novo governo. Segundo fontes consultadas pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, o consenso é de que o reajuste não será aplicado antes das eleições. “O aumento de impostos nunca é urgente; o que é necessário agora é a mudança do modelo de reajuste. O setor precisa ter previsibilidade para investimentos”, afirmou uma fonte próxima do setor. Prevista inicialmente para o dia 1º de junho, a elevação da carga tributária foi prorrogada por 90 dias para evitar um aumento nos preços de cervejas e refrigerantes durante o período da Copa do Mundo. No anúncio do adiamento, o governo federal disse ainda que o reajuste aconteceria de forma escalonada, com a primeira parcela prevista para setembro.

Duas semanas após a data remarcada para o aumento, fontes afirmam que até o momento apenas projetos “em fase inicial” foram apresentados e que as discussões com o governo estão paradas. “Não há nenhuma definição sobre o assunto, ainda estamos aguardando e respeitando as prioridades do governo neste momento”, declarou uma fonte do setor que participa das negociações. Apesar de não oficializado, o novo adiamento busca evitar pressões adicionais sobre os índices de inflação, evitando um desgaste político às vésperas das eleições presidenciais. Os cálculos iniciais da Receita Federal previam um repasse para os preços das bebidas ao consumidor de 2,25%, em média. Candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff acenou com a saída de Guido Mantega do Ministério da Fazenda em um eventual segundo mandato. Sua principal adversária, Marina Silva, barrou doações das companhias do setor de bebidas ao assumir a candidatura à presidência pelo PSB. “Dependendo de qual for a composição do novo governo, as discussões podem retroceder, o que reforça a pressa”, disse uma fonte. Representante das quatro maiores fabricantes de bebidas do País (Ambev, Brasil Kirin, Grupo Petrópolis e Heineken), a Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil) evita comentar o efeito eleitoral sobre a questão, mas admite o risco de que uma possível troca de governo afete as negociações. “Esse risco existe, mas independentemente do resultados das eleições, o atual modelo de tributação sobre o setor terá que ser simplificado”, afirmou ao Broadcast o presidente da entidade, Paulo Petroni.

Presidente da Associação dos Portos diz em fórum na Bahia que setor precisa avançar

Domingo, 21 de Setembro de 2014 – 08:30

Presidente da Associação dos Portos diz em fórum na Bahia que setor precisa avançar

Foto: Evandro Veiga/Correio. Fonte: Bahia Notcias.

O presidente da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP), Wilen Manteli, disse que a Lei dos Portos precisa evoluir, mesmo com os avanços trazidos. Um dos pontos avanço apontado por Manteli é que os terminais privados devem ter mais liberdade nas operações. As críticas foram feitas no fórum “Polo de Camaçari em Debate”. O presidente declarou que falta clareza no caso dos arrendamentos dos portos “Nós queríamos que as coisas fossem mais claras: para antecipar, ou fixar mais claramente as regras para poder operar”, disse. Ele ainda afirmou é preciso pensar em uma nova forma de decidir a administração portuária que não seja por licitação e afirmou que é preciso descentralizar a gestão dos portos. “O retrocesso é a centralização da gestão pública. Será que a sociedade baiana, os empresários baianos, não têm muito mais capacidade de resolver seus portos do que Brasília?”, frisou. Informações do Correio.

NOVINHA, E JÁ EM FINAL DE CARREIRA!

A Bahia vai ganhar novas UPAs e todas vão funcionar com a eleição de Paulo Souto

Fotos: Valter Pontes

Fotos: Valter Pontes

“As obras públicas só são boas quando servem à sociedade. Pra que serve uma UPA pronta que não atende ninguém?”, questionou o candidato a governador, Paulo Souto, diante das queixas de que a Unidade de Pronto Atendimento de Guanambi, construída pelo governo do PT, não funciona, durante comício ontem na cidade.

“Essa é uma característica da gestão petista, quando tiram do papel, eles não botam para funcionar. Tem sido assim com UPAs em Salvador, Vitória da Conquista e toda a Bahia. Eles só se preocupam em fazer propaganda. Vamos construir mais UPAs e todas elas, inclusive as que estão paradas, vão estar a serviço da população”, afirmou Souto.

Na manhã deste domingo, ao lado dos companheiros de chapa Joaci Góes (vice) e Geddel Vieira Lima (senador), Paulo Souto foi recebido com festa pela população de Coronel João, sob a liderança do prefeito Romualdo Costa (PSD). À tarde, a Carreata 25 vai a Alagoinhas, Cipó, encerrando com comício em Ribeira do Pombal, à noite.  

Em Guanambi, na companhia também do prefeito de Feira, José Ronaldo, e do ex-govenador Nilo Coelho, Paulo Souto reafirmou o seu compromisso com a recuperação e melhoria dos serviços públicos essenciais à vida dos baianos, que foram tratados com descaso pelo governo do PT, o que resultou no caos na saúde, na tragédia da segurança com mais de 37 mil assassinatos e na decadência da educação, uma das piores do país.

O candidato a governador garantiu que, se eleito, vai ampliar o hospital de Guanambi. “Este hospital, que teve as obras iniciadas pelo ex-governador Nilo Coelho e concluído por mim, há algum tempo precisa de ampliação física e de serviços para atender melhor o povo da região. Vamos ampliá-lo, com a ajuda de Geddel, que vai lutar, como senador, por recursos para a Bahia em Brasília”.

Consciente de que vai encontrar o estado quebrado, com as finanças públicas em desequilíbrio, Paulo Souto assinalou a sua determinação de fazer todos os esforços para elevar a qualidade dos serviços de saúde, segurança e educação.

“São setores que não podem mais esperar porque estão intimamente ligados à vida das pessoas. Por isso, vamos priorizar o atendimento digno na saúde, construindo novos hospitais e resolvendo o problema da central de regulação, assim como tomar medidas enérgicas para devolver a tranquilidade e segurança, e elevar a qualidade da educação, que é o futuro de nossa juventude”, garantiu Paulo Souto.

DATA: 21/09/2014 ASCOM: 71 9994 4411 / 9695 8501 / 9239 1478

PARA QUEM ESTÁ DE PARTIDA, ESTE TANGO DÓI NO FUNDO DA ALMA!

ESPAÇO DO LEITOR – NÃO BASTA TROCAR AS CAMISAS.

Navegavam há meses no seu navio, e os marujos não tomavam banho nem trocavam de roupa. O que não era novidade na Marinha Mercante Britânica, da época.
O Navio fedia demais!

Nesse ínterim, o Capitão chama o Imediato:
- Mr. Simpson, o navio fede muito, mande os homens trocarem de roupa!

Responde o Imediato:
- Yes… Yes, Sir…

Ato contínuo parte para reunir os seus homens e diz:
- Marujos!, o Capitão está se queixando do fedor a bordo e manda todos trocarem de roupa, vamos fazê-lo, agora:

- David troque a camisa com John, John troque a sua com Peter, Peter troque a sua com Alfred, Alfred troque a sua com Jonathan … e assim prosseguiu.

Quando todos tinham feito as devidas trocas, o Imediato volta ao Capitão e diz:
- Sir, todos os marujos já trocaram de roupa.

O Capitão, visivelmente aliviado, manda então prosseguir a viagem…

É MAIS OU MENOS ISSO QUE VAI ACONTECER NO BRASIL NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES… SE VOCÊ DEIXAR !

“NÃO É A POLÍTICA QUE FAZ O CANDIDATO VIRAR LADRÃO.
É O SEU VOTO QUE FAZ O LADRÃO VIRAR POLÍTICO”.

PARA FAZER INVEJA A QUALQUER ADVOGADO NO BRASIL!

O VENENO DA NOITE !

Guy Valério Barros

Deus nos livre, dos políticos que só vivem dando explicações.

La ele…

Marina Silva e a astúcia ambientalista de um velho colonialismo.

ambientalismo

Posted: 20 Sep 2014 06:38 AM PDT

A ascensão de Marina Silva nas pesquisas eleitorais, com reais possibilidades de chegar à Presidência da República, após a trágica morte de Eduardo Campos, reflete o desencanto com o putrefato sistema político-partidário atual, implicando em uma cega manifestação de repúdio sem propostas políticas alternativas viáveis.

Na Europa das décadas de 1920-1930, condições análogas ensejaram o – para muitos inimaginável – surgimento do nazifascismo. No Brasil de hoje, o vácuo de perspectivas positivas gera o risco de um processo de convulsões desagregadoras, com consequências imprevisíveis. Neste contexto, são preocupantes as propostas de “democracia direta” ou plebiscitária feitas pela candidata do PSB, que implicam na substituição das instituições legítimas do Estado nacional soberano – incluindo aí o sistema sindical -, hoje, profundamente fragilizadas, por uma rede de organizações não-governamentais (ONGs) e movimentos sociais, insuflados por interesses internacionais.

Nesse cenário, o País se vê diante da possibilidade de vir a ser governado por uma personagem com uma visão arcaica e bucólica sobre o desenvolvimento socioeconômico e que, apresentando-se como opositora da “política tradicional” e seus defeitos, tem uma face menos conhecida. De fato, toda a trajetória política de Marina foi feita à sombra de um insidioso aparato oligárquico internacional, integrado por entidades privadas e governamentais de certos países do Hemisfério Norte, que, nas últimas décadas, tem manipulado os problemas ambientais e indígenas do Brasil, utilizando-os como instrumentos de pressão para enquadrar as políticas públicas nacionais na sua agenda hegemônica. Este aparato supranacional funciona como uma estrutura de “governo mundial”, com grande capacidade de impor parcial ou integralmente a sua agenda aos governos nacionais.

A influência desse aparato de poder, até agora, tem se dado por meio de pressões diretas de governos estrangeiros, dotações de verbas oficiais e privadas direcionadas para a implementação de certas políticas ambientais (muito apreciadas por governos às voltas com restrições orçamentárias), ações diretas de uma bem financiada rede de ONGs e a cooptação de lideranças políticas, acadêmicos, profissionais de áreas diversas, jornalistas e outras personalidades capazes de influenciar a opinião pública em favor da agenda ambientalista-indigenista. Em condições de crise mais aguda, abre-se a possibilidade da manipulação de multidões, como as que se manifestaram em junho de 2013, para a imposição de reformas radicais.

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